sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Capítulo 14

Olha só, acho que não demorei dessa vez não é? Enfim, espero que curtam meninas e comente bj bj
***
Depois que terminamos de comer, nós arrumamos o colchão no chão da sala e nos deitamos nele, com um edredom. Parecíamos duas crianças. Era incrível o poder que ele tinha de fazer meus problemas parecerem tão pequenos quando estávamos juntos.
Estávamos nos zoando então uma hora Bruno me pegou e começou a fazer cócegas em mim, misturado com algum tipo de “lutinha” e eu me contorcia tentando sair dos braços dele.
-Me solta Bruno. –Implorei pra ele enquanto ele prendia meus braços acima da minha cabeça.
-Com uma condição, vai me dizer o motivo de estar chateada antes. –Eu sabia, estava demorando demais pro Bruno perguntar, mas uma hora ou outra eu iria contar mesmo.
-Tudo bem, mas me solta primeiro porque nessa posição não é confortável.
-Eu discordo, você fica muito sexy nessa posição. Eu posso te controlar. –Ele disse me lançando um olhar safado.
-Bruno, agora não. –Falei seriamente então ele me deu um selinho e me soltou. Sentou-se encostado no sofá e bateu a mão no lugar ao seu lado pra que eu me sentasse lá.
-Quando quiser. –Disse ele sorrindo.
-Bom, vou direto ao ponto: Eu descobri que tenho um irmão. –Falei e Bruno arregalou os olhos.



-Tá brincando né? –Ele disse dando risada e eu continuei seria então ele foi parando aos poucos e ficando serio também. –Rachel é sério isso? Me conta essa história direito. –Ele arregalou os olhos e eu comecei a falar tudo o que o Connor tinha me contado e como tudo aconteceu ao longo desses anos todos.
-E agora meu pai quer que eu perdoe ele. Jamais. –Falei e Bruno ficou um tempo pensativo.
-Rachel, ele é seu pai, acima de tudo. Acho que você deveria pensar melhor nisso. Eu acho que você precisa de alguém com você, alguém da sua família e olha só, seu pai quer te ver Rachel. –Bruno disse afagando meus cabelos, mas eu não quero pensar nisso. Não agora. –E quanto ao seu irmão, chame ele e a Andréa pra virem aqui amanha, pra você conversar melhor com ele e tirar isso tudo a limpo. Eu estarei aqui com você todo o tempo.
-Bom, acho uma boa ideia. Amanha de manhã eu ligo pra combinar algo com eles. –Falei e ele me abraçou. –Obrigada Bru, por estar aqui comigo sempre, e nunca desistir de mim.
-Mesmo que eu quisesse desistir, eu não conseguiria. –Ele aproximou seus lábios do meu e me beijou, me deitando no colchão logo em seguida.
-Que filme vamos assistir? –Perguntei nos afastando ates que as coisas começassem a esquentar.
-Invocação do Mal. –Bruno disse ligando o dvd e se ajeitando atrás de mim no colchão novamente.
-Nunca vi, mas parece legal. –Comentei enquanto o filme começava.
-O Phred que me indicou, disse que é um dos melhores. –Bruno disse então o filme começou a rodar. Ele ficava fazendo carinho no meu cabelo o tempo todo.
Uma hora eu levei um susto tão grande que me encolhi toda e me colei ao corpo dele.
-Poxa Ray, não faz assim não. –Disse ele mordendo minha orelha de leve.
-Assim como? Eu não fiz nada ué. –Me fiz de desentendida.
-Assim! –Ele disse e colocou a mão na minha cintura, pressionando minha bunda contra seu membro.
-Ah claro! Você ta falando dessa minhoquinha ai? –Eu sabia que ele iria ficar puto agora, mas eu não consigo evitar de provocá-lo, ainda mais agora que estou aprendendo como deixar ele doido.
(Musica Aqui)
Estava rindo da cara do Bruno e nem percebi quando ele pegou minha ao rapidamente e a colocou sobre seu membro, me fazendo segurar.
-É essa minhoquinha que te faz gritar a noite toda lembra? –Ele disse com uma voz mais rouca que o normal no meu ouvido, segurando minha mão ali naquele lugar ainda.
Eu podia sentir ele crescendo na minha mão então me livrei do toque do Bruno e dessa vez coloquei minha mão lentamente por dentro da calça dele e em seguida dentro da cueca, como se não quisesse nada então ouvi ele respirar pesado.
-Eu juro por Deus que se você fizer isso... –Bruno disse um pouco mais alto.
-Se eu fizer o que? E o que você vai fazer comigo? –Coloquei a mão em volta do seu membro e fiz apenas uns dois movimentos pra cima e pra baixo então Bruno gemeu e eu sorri.
-Você pediu. –Ele disse com os olhos pegando fogo. Quando menos esperei, Bruno já estava tirando minha blusa e abrindo meu sutiã, que tinha feixo na frente, com os dentes. Eu simplesmente entrei em colapso quando sua boca quente entrou em contato com a pele dos meus seios, lambendo e encostando seus dentes de leve sobre o bico deles. Ele parou por um momento e olhou pra mim com um sorriso sarcástico no rosto, segurou na parte de trás dos meus cabelos e me levantou um pouco do colchão, fazendo meu pescoço ficar á mostra pra ele, que depositou um beijo totalmente calmo ali.
-É só isso? –Falei erguendo um pouco meu corpo e fazendo seu membro roçar na minha barriga um pouco. Bruno odiava ser subestimado em algo, principalmente quando se tratava de sexo.
Ele não falou uma palavra, apenas riu e me soltou no colchão novamente, descendo suas mãos pra minha calça do pijama e tirando ligeiramente. Bruno deu leves beijos por cima da minha calcinha e logo depois colocou seu dedos na barra dela e ficou brincando por um tempo ali, como se estivesse decidindo tirá-la ou não. Quando pensei que ele estava querendo parar, senti apenas um puxão e ouvi um rasgo. Sim, ele rasgou minha calcinha e em seguida a jogou para algum canto.
-Você é muito tarado. –Falei olhando pra ele então ele veio até mim e aproximou nossos rostos.
-Me chama de tarado denovo. –Ele pediu enquanto descia beijos pelo meu corpo todo.


-Tarado! Peter você é um tarado. –Falei como se não estivesse gostando da situação então em poucos segundos senti sua língua encostando levemente na minha intimidade, fazendo movimentos circulares e chupando. Eu segurei seus cabelos com força fazendo ele se afundar mais e mais dentro de mim enquanto eu gemia baixinho algumas coisas imperceptíveis e Bruno sorria levemente ainda com a boca lá.
-Chega!  -Falei segurando seu rosto um pouco afastado. –Agora é minha vez.
-Tudo bem, vamos ver qual será minha punição. –Disse ele se deitando então eu fui engatinhando até a Tv, de propósito ficando de costas pra ele e apenas puxei os fios da tomada pra desligar tudo. –Nossa, que visão privilegiada. –Bruno falou e deu um leve tapinha na minha bunda então me virei com tudo e o empurrei violentamente pro colchão.
-Você não me provoca Peter. –Falei com a boca a milímetros da sua, dando uma bela mordida em seu lábio então ele se inclinou pra começar um beijo mas eu me afastei e fui direto ao que eu queria.


Passei minha unha de leve sobre todo o seu corpo e fui descendo devagar, chegando na região da virilha e fazendo Bruno se contorcer um pouco.
-R-Ray, sabe que não precisa fazer isso se não quiser não é? –Ele disse olhando pra mim.
-Só me diz se to indo bem. –Falei e fui colocando na boca devagar até onde eu conseguia. Em seguida comecei a movimentar minha cabeça de cima pra baixo lentamente e coloquei as mãos em volta dele pra ajudar enquanto Bruno segurava meus cabelos com cuidado. Depois de um tempo passei a lamber apenas a cabeça bem devagar então ouvi a respiração do Bruno ficar pesada e achei que estava na hora de parar. Com certeza aquilo não foi tão ruim quanto eu pensei que fosse. –E então? –Perguntei subindo sobre ele e ficando com o rosto bem perto do dele outra vez.
-Mais dois segundos e você iria acabar com a brincadeira.  –Ele disse quase sem fôlego e colocou uma mão no meu cabelo e outra no meu quadril, acariciando de leve. Eu ri um pouco e então ele me segurou com um pouco mais de força e fez seu membro roçar em mim. Eu dei uma longa fisgada então fui sentando com cuidado, vendo o sorriso no seu rosto se transformando em algo mais malicioso.
Bruno segurou meus quadris e começou a me remexer um pouco então apertei minhas unhas contra seu peito.
-Peter, Peter. –Me inclinei sobre ele e coloquei minha mão sobre seu rosto então ele me beijou e eu comecei a rebolar em cima dele com certa velocidade. Suas mãos me auxiliavam me movimentando pra cima e pra baixo então Bruno ficou sentado e nossos corpos ficaram encaixados enquanto nos beijávamos deliciosamente.


-Isso Ray. –Bruno disse com o rosto enterrado no meu pescoço então sorri e o abracei mais forte então mais alguns minutos de movimentos, gemidos e carícias, eu cheguei ao meu ápice e Bruno não conseguiu aguentar mais muito tempo e também chegou.
Nos deitamos lado a lado e ficamos nos encarando enquanto recuperávamos nosso fôlego então Bruno chegou bem perto de mim e passou seu dedo sobre meu lábio me causando uma sensação gostosa.
-Mais uma vez preciso dizer que você foi incrível. –Seu olhar penetrava no meu de uma forma diferente, me fazendo sentir um arrepio e fazendo minhas bochechas ficarem vermelhas. Sério mesmo Rachel? Você acabou de fazer sexo com ele e vai ficar tímida porque ele disse que você foi incrível?
-Você também Bru. –Falei e o beijei lentamente fazendo carinho naqueles cabelos que eu tanto amo.
***
-Hey, para de tremer um pouco Ray. –Bruno disse me trazendo um copo de água enquanto eu inquietamente batia minhas unhas na bancada da cozinha e meus lábios tremiam sozinhos. Eu estava super nervosa com o fato de conversar com o meu mais novo irmão sobre o meu desaparecido pai.
-Não consigo Bruno. –Falei bebendo a água em um gole só praticamente e largando o copo na bancada denovo.
-Vem cá. –Bruno disse esticando os braços pra mim então eu o abracei forte e afundei meu rosto no seu peito, inalando seu perfume que mais agia como um calmante sobre mim. –Rachel, eu estarei aqui com você hoje e se depender de mim em todos os momentos que você precisar, pois eu sou seu amigo antes de qualquer coisa. E vai dar tudo certo, eu vou te ajudar em qualquer decisão que você for tomar, se você quiser é claro. –Ele disse calmo, beijando-me o topo da cabeça. Eu respirei mais aliviada e fiquei ali naquele abraço confortante que o Bruno tem.


As cinco horas em ponto a campainha tocou.  Bruno olhou pra mim e acenou com a cabeça, sorrindo então sai de seus braços e fui atender.
-Oi Ray. –Andréa entrou e me abraçou.
-Oi Dé. –Abracei ela também e soltei um suspiro pesado. Nos soltamos e ela foi cumprimentar o Bruno então Connor veio logo atrás e parou na porta, um pouco tímido talvez pela presença do Bruno. Ele deu um sorriso tímido e então nos abraçamos forte e mesmo estando de costas, pude sentir os olhares do Bruno sobre nós. Bobo ciumento.
Andei com o Connor até aonde estavam Bruno e Andréa, logo depois de fechar a porta, e tratei de os apresentar.
-Bru, esse é o Connor, meu irmão. E Connor, esse é o Bruno, meu hm...
-Namorado! –Bruno disse sorrindo  esticando a mão para o Connor e olhando pra mim com um sorrisinho sarcástico.
-Muito prazer em conhecê-lo Bruno Mars. –Connor disse e nós todos rimos. Ele parecia ser um cara bem legal e humorado.
-O prazer é todo meu. –Disse Bruno etão nos direcionamos para a sala. Eu perguntei se eles queriam algo pra comer ou beber, mas recusaram então começamos a conversa sentados no sofá.
-Então, Connor. Você disse que o Bradley quer que eu o perdoe? –Falei olhando pra ele enquanto Andréa e Bruno olhavam apreensivos.
-Sim, nosso pai disse que estava muito arrependido de tudo isso e que tem muitas coisas pra esclarecer pra você.
-Claro, desde os 10 anos de idade ele não quer saber de mim, não me ligou nenhuma vez, não mandou sequer um e-mail, cartão postal ou seilá o que, e agora quer do nada me ver e ainda quer que eu o perdoe? Sinceramente, eu odeio ele. –Falei irritada.
-Rachel. –Bruno tentou me repreender então eu apenas olhei pra ele com uma cara de “cala a boca ou eu te mato” e ele não disse mais nada.
-Olha Connor, eu sinceramente não sei o que fazer ou pensar. –Fui sincera.
-Então eu sugiro que você tome uma decisão, pois ele já pediu transferência pra cá e antes do natal ele estará aqui. –Ele disse e meu coração gelou, eu rapidamente soltei a mão do Bruno que segurava a minha e comecei a andar em círculos pela casa, não acreditando nisso.
-Antes do natal? Quando exatamente? –Perguntei e Connor respirou fundo. Bruno e Andréa estava confusos e prestando atenção.
-Dia dez de dezembro mais ou menos. –Ele disse e na minha cabeça uma confusão de pensamentos se formou então olhei pras chaves do meu carro em cima da bancada, fui até lá rapidamente e logo o Bruno se levantou percebendo o que eu ia fazer.
-Ray, aonde você pensa que vai? –Disse ele segurando meu braço de leve. Eu não iria chorar, não ali, não agora.
-Eu não penso, eu vou. Me solta por favor? –Pedi mas ele não soltou.
-Rachel, você não vai dirigir assim, você está nervosa. –Disse ele olhando nos meus olhos enquanto eu via Connor de cabeça baixa e a Andréa falando algo pra ele. Eu puxei meu braço rapidamente das mãos de Bruno.
-Não venha atrás de mim. –Falei e sai pela porta rapidamente, entrei no meu carro e dirigi, tentando manter a calma, até o único lugar que eu sabia que me sentiria bem.

*** 
Bom meninas, espero que tenham gostado heheh e Obrigada pelos comentarios anteriores <3 Amo vocês e continuem comentanto viu. Até o proximo.

2 comentários:

  1. Tava na sala almoçando e lendo, quando ela falou "minhoquinha" NÃO AGUENTEI
    E que lugar essa mulher vai? Não foi uma boa idéia sair desse jeito e o Bruno com certeza vai ficar louco

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  2. Só espero que ela não sofra nenhum acidente depois de sair desse jeito. Pessoas nervosas não tendem a pensar muito no que irão fazer ou falar. Ah, como eu amei esse capítulo. Ela se entregando pra ele é perfeito. <3 amo muito e amei ter postado seguido <3

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