segunda-feira, 28 de julho de 2014

Capítulo 13

Olaaa meninas tudo bem com vocês? Me desculpem mesmo pela demora, eu ando com uns probleminhas emocionais e aí não dá nem vontade de postar. Agora estou de volta e to de ferias por uns dias então terei um tempo extra ;) Obrigada as meninas que comentaram, mesmo que não tenha sido no blog hehe Aproveitem.
***

Bruno’s Pov

Depois da noite incrível que tivemos, eu fiquei passando a mãos entre os fios loiros da Rachel, até que ela finalmente adormecesse. Era incrível o poder que ela tinha de me completar, de me fazer feliz. Eu ainda não consigo acreditar na vida ridícula que eu tinha, a cada noite em uma boate diferente, com uma mulher diferente, e na manhã seguinte, eu as dispensava como se fossem lixo.
Eu me senti especial, por ela ter confiado em mim, pois apesar de tudo o que ela passou, Rachel é uma mulher muito forte. Eu lembro exatamente de tudo o que ela me contou, desde seu isolamento, até o ponto em que ela se cortava, e isso me faz querer acabar com a raça daquele homem que fez isso com ela.
Fiquei por um bom tempo olhando a Rachel dormir e poderia passar horas fazendo isso, mas o sono me pegou então logo fechei os olhos e dormi, feliz e ao lado dela.

OFF

Acordei no dia seguinte com o despertador outra vez então fui levantar pra me arrumar, mas eu estava muito cansada e com muito sono então resolvi que iria trabalhar só a tarde. 



Desliguei o despertador e voltei a dormir, já que os braços fortes do Bruno ainda estavam em volta da minha cintura. Dormi até as nove da manha mais ou menos então me levantei, tomei banho e fui tomar café. Não quis acordar o Bruno ainda, precisava de um tempo pra pensar em tudo o que aconteceu e nessa confusão de sentimentos que estou sentindo. Eu não sei exatamente o que é isso, mas é bom, me completa e me faz querer sorrir aos quatro cantos.
Terminei o café e fui lavar a louça que havia sujado e um pouco que sobrou de ontem então ouvi o barulho do chuveiro e presumi que Bruno tinha acordado. Minutos depois ouvi ele vindo do quarto cantarolando uma musica, muito bonita por sinal então ele me abraçou por trás na pia e cantou no meu ouvido mais um trecho da música.



(Musica pra quem quiser ouvir)

We just lay awake
(Nós apenas deitamos acordados)
But tell me now, is that just one big stupid mistake?
(Mas me diga agora se isso é apenas um grande erro estúpido?)
Cause I can't get you off my mind
(porque eu não consigo tirar você da minha mente)
I'm drifting day to Day
(estou á deriva dia a dia)
I just lay awake
(Eu me deito acordado)
No, I can't sleep
(não, eu não consigo dormir)

Eu não disse uma palavra, apenas escutei com atenção então ele continuou contando.

I close my eyes
(Eu fecho meus olhos)
And you are here with me tonight
(E você está aqui, comigo esta noite)

In another world
(Em um outro mundo)
Oh, I know, I know, I know that
(Oh, eu sei, eu sei, eu sei que)
You would be my girl
(você seria minha garota)
And nothing would tear us apart
(E nada iria nos separar)
Another universe
(Um outro universo)
The stars would light the way for just the two of us
(as estrelas iriam iluminar o caminho apenas para nós dois)
And nothing would tear us apart
(e nada iria nos separar)

Aquela música. Eu sabia exatamente o que ele queria dizer com isso, mas eu não consigo simplesmente fazer brotar um sentimento que nunca existiu em mim e isso é frustrante.
Bruno passou seu nariz pelo meu pescoço inalando meu cheiro e depositando um beijo carinhoso ali que me fez sorrir.
-Bom dia linda. –Ele me deu um beijo demorado na bochecha, pressionando minha cintura com as mãos.
-Bom dia gatinho. –Respondi me virando pra ele. Nossos olhos se encontraram e involuntariamente meus lábios foram de encontro aos dele, num selinho demorado.



-Não foi trabalhar por quê? –Perguntou ele alternando seu olhar entre meus olhos e minha boca. Sua respiração estava calma.
-Estava muito cansada hoje de manhã então vou só a tarde. –Falei saindo da frente dele e sentando novamente na mesa. –Vem comer. Eu já comi, mas vou ficar aqui com você.
-Poderia ter me chamado pra tomar café com você. –Ele disse fazendo um biquinho.
-Não queria te acordar. Precisava ficar um pouco sozinha, pensar, esfriar a mente. –Falei sendo sincera e ele me olhou esquisito enquanto preparava algo pra comer.
-Tá tudo bem Rachel? –Ele perguntou.
-Sim Bru, eu só... Gosto de pensar um pouco sozinha sabe? Pensar em tudo o que está acontecendo entre nós.
-E você chegou a alguma conclusão sobre nós? –Perguntou ele arqueando uma sobrancelha.
-Não exatamente. Vou te falar a verdade Bru, pois ela está me incomodando já há algum tempo. –Vi seus olhos se arregalarem e ele engolir seco. –O que aconteceu ontem entre nós foi maravilhoso, mesmo, mas eu não consigo continuar assim. Eu não posso corresponder ao seu sentimento Bru.
-Ray, isso não importa. O que importa é que eu quero cuidar de você, quero estar com você e quero que você apenas esteja comigo. E eu... –Sua voz tremeu um pouco e ele coçou a nuca. –Eu não me importo se você não me ama. Só me deixa te amar Rachel?
-Bruno, você pode até dizer que não, mas eu percebo a tristeza nos seus olhos cada vez que você demonstra seus sentimentos por mim e eu não sou capaz de demonstrar em troca. Eu não posso conviver nesse egoísmo de ser amada e não poder amar. –Minha voz foi ficando baixa e meus olhos começaram a marejar. Pronto, lá vai toda a minha força. Só o Bruno consegue me deixar sensível assim.
-É isso que eu não quero ver mais Rachel. Você não tem ideia de como dói ver você chorando por algo que você não tem culpa. Eu quero te amar Rachel, e por favor, não me negue isso. Eu preciso de você do meu lado. –Ele levantou e veio até mim, segurando na minha mão e me levantando também. –Eu não conseguiria mais viver minha vida sem sua risada gostosa e suas piadas bobas então eu só te peço: Me deixe gostar de você Rachel? –Ele pegou então minha mão e colocou em seu peito. Eu podia sentir seu coração batendo rápido, parecia que iria explodir a qualquer momento.
Eu não quero me arrepender disso, mas o jeito que seus olhos imploravam pra mim, seria altamente doloroso negar. Coloquei minhas mãos em sua nuca, segurando seus cabelos e aproximei seu rosto do meu, fazendo nossas testas se encostarem. Eu não precisei de palavras, apenas toquei meus lábios suavemente nos dele, fazendo um choque percorrer todo o meu corpo. Bruno sem duvida nenhuma era minha força, e ao mesmo tempo, minha Kriptonita.
***
Essa semana foi totalmente estressante no trabalho, tirando o fato de que eu e Andréa estamos realmente próximas por causa do Jam. Eles não estão tendo nada demais, pois ela está ficando com o carinha de Sidney, mas estamos nos intitulando amigas de verdade agora. Contamos segredos, saímos e tudo mais.
Eu e o Bruno estamos na mesma, assim, eu estou deixando as coisas fluírem naturalmente. Não vou forçar e nem dizer não. Prefiro deixar ir acontecendo pra ver no que dá, e sinceramente estou gostando do resultado.
No dia depois que eu e Bruno tivemos nossa primeira vez eu fui ao ginecologista e resolvi que começaria a tomar anticoncepcionais pois são, na minha opinião, o método mais eficaz contra uma gravidez.
-Ray, eu to indo ok. O Con ta me esperando ali embaixo. –Disse Andrea com um sorriso no rosto. Connor era o nome do peguete dela, ele voltou de viagem hoje e veio buscá-la.
-Tudo bem. Bom final de semana. –Falei e ela acenou saindo.
-Obrigada Ray, pra você também. –Ela saiu e eu terminei de organizar algumas coisas e fui desligando e fechando tudo pra ir embora Quando estava entrando no elevador o Bruno me liga.
-Oi Bru. –Falei apertando o botão.
-Oi Ray. Que saudades. –Disse ele com aquela voz doce.
-Também baixinho, mas nos vimos ontem.
-Eu sei, mas nem aproveitamos, foi tão pouquinho. –Ele reclamou do outro lado da linha, Bruno conseguia ser fofo e safado ao mesmo tempo. Realmente foi pouco o tempo já que ele está a mil no estúdio preparando coisas pro álbum novo.
-Eu sei bê, mas enfim, qual o motivo da ligação?
-Primeiro eu queria matar um pouco a saudade e segundo, eu quero saber se você quer ver filmes comigo hoje?Na minha casa ou na sua, tanto faz. -Disse ele então fui saindo do prédio, e vi uma cena não muito agradável do peguete da Andréa brigando com ela.
-Bruno, eu te ligo quando chegar em casa pra falarmos disso ok. Beijos. –Nem esperei ele desligar e já desliguei. Observei um pouco a discussão de longe, ela parecia apreensiva e ele parecia um pouco irritado, não queria intervir, mas quando ele gritou com ela mais alto do que o normal, meu lado amiga acordou e eu fui correndo até lá.
-Hey, hey, quem você acha que é pra gritar com a minha amiga? –Falei num tom imponente e ele arregalou os olhos.
-Connor Evans, namorado da Andrea, e você? –Ele me olhou com uma cara não amigável. Esse sobrenome não me era estranho, mas não, não poderia ser.
-Rachel Williams, amiga da Andrea. –Ele já se preparava pra falar algo, mas quando eu falei meu nome ele ficou totalmente desarmado. Sua expressão se relaxou e ele olhou pra mim perplexo.
-Rachel? Não creio. –Ele começou a embargar a voz. Oi?
-Sim, o que... –Eu não consegui terminar de falar antes dele me segurar em um forte abraço.
-Eu não acredito que te encontrei, finalmente te encontrei. –Ele afagava minhas costas e eu olhava pra Andrea com um olhar de quem não estava entendendo nada, e ela o mesmo.
-Desculpa mas, quem é você e porquê estava me procurando? –Perguntei e ele se afastou com um grande sorriso no rosto.
-Eu sei que vai parecer loucura Rachel, mas você é a filha de Bradley Evans não é?
-Sou mas o que... –Eu ia argumentar, mas me lembrei de onde saíra o sobrenome de Connor, mas não podeia ser, meus pais não tiveram outro filho.
-Somos irmãos Rachel. –Ele disse.
-IRMÃOS? –Eu e Andrea falamos ao mesmo chocadas. –Você só pode estar brincando comigo, eu não tive irmãos. Quantos anos você tem?
-Tenho 27 anos Rachel. Temos um ano de diferença, já que você faz 28 no fim do ano. –Eu não conseguia acreditar que eu tinha um irmão, não era possível. Me sentei na calçada mesmo e coloquei as mãos sobre a cabeça, não acreditando nisso tudo.
-Como? –Olhei pra ele e Andrea que ainda estava de pé.
-Quando o pai separou da sua mãe, aquele um ano que eles ficaram separados logo que você nasceu, ele conheceu minha mãe e foi aí que eu surgi. Mas ele nunca teve coragem pra contar isso pra você. Apenas sua mãe sabia e pelo visto ela não te contou. Depois que eles voltaram, o pai demorou pra contar pra sua mãe sobre mim e quando ele contou ela não ficou surpresa, mas o amor entre eles já tinha acabado então ele foi morar comigo e com a minha mãe, pois tínhamos ficado muito tempo longe dele. –Ele falou sentando ao meu lado da calçada e a Andréa do outro.
-Isso não pode ser verdade, não consigo acreditar. –Falei querendo chorar e Andréa me abraçou.
-Eu sei que é difícil Rachel, mas nosso pai pediu que eu viesse até aqui pra esclarecer isso, pois ele quer que você o perdoe. –Disse ele e eu comecei a rir, mais por nervosismo.
-Perdoar? Claro, ele some no mundo sem dar explicação e depois que eu já estava acostumada a viver sem ele, ele vem pedir que eu o perdoe? Ele ao menos sabe tudo o que eu já passei na minha vida sem ele? –Falei com o ódio querendo tomar conta de mim. –Dé, diz pra mim que isso não ta acontecendo? Por favor Andréa. –Falei como se ela pudesse fazer algo.
-Eu sei que é chocante e acredite, eu estou tão chocada quanto você. –Disse ela calmamente, tentando me acalmar.
-Eu... Eu preciso de um tempo pra pensar. –Falei me levantando. –Outro dia conversamos melhor, preciso ficar sozinha agora. –Falei saindo.
-Rachel. –Connor me chamou e eu virei. –Posso te pedir mais um abraço? –Ele disse abrindo os braços então fui até ele e o abracei com toda força. 



Era ótimo saber que eu tinha um irmão, mas isso tudo é muito confuso pra mim.
***
Depois que cheguei em casa eu apenas mandei uma mensagem pro Bruno dizendo pra ele vir aqui pra vermos os tais filmes e que eu estaria no banho, pra ele entrar e me esperar. Eu deixei pra despejar toda a confusão de sentimentos durante o banho, me dando um bom tempo pra me acalmar.



Saí do banho e Bruno estava na minha cama, esparramado e acho que estava dormindo então peguei minhas roupas e comecei a me trocar.
-Quero acordar com essa visão pro resto da minha vida. –Ouvi sua voz rouca dizer enquanto eu me trocava. Esse é o momento em que eu preciso sorrir, mas infelizmente nada saiu.
-Boa noite Bru. –Falei terminando de me vestir e indo me aninhar com ele, que afagou meu rosto.
-Nem um beijinho? –Disse ele fazendo bico então me inclinei e o dei um selinho demorado.
-Ray, você tava chorando? Por que seu rosto tá vermelho? –Eu deveria ter reparado nisso antes, droga.
-Nada Bru, quer comer?
-Não muda de assunto Ray, o que aconteceu? –Ele me olhou.
-Bruno, eu só não quero falar. –Falei um pouco mais alto, sem querer mais falei, e ele arregalou os olhos e ficou quieto. –Desculpa, só não quero conversar agora tá?
-Tudo bem, mas não me escapa. –Ele disse beijando minha testa. –O convite de comer ainda tá de pé? –Ele perguntou e eu ri concordando então nos levantamos e fomos comer.
***
E ai gatas, gostaram? Espero que sim hehe.
Agora a bagaça pegou preço. Vocês acham que ela vai perdoar o pai? E acham que ela deve perdoá-lo?
 Comentem por favor pois eu adooro os cometários de vocês.
Ahhh, esse aqui é o Connor irmão da Ray.
Gato né?
Beijos e até outro dia hehehe


domingo, 20 de julho de 2014

Capítulo 12

Aloha meninaaaaas. Voltei e preciso dizer que estou muito feliz por vocês terem comentado, obrigada mesmo viu <3 
Este capitulo contém cenas e mais cenas de sexo, sim podem gritar, temos um primeiro hot de Bruchel. 
Boa leituraa.
***

Bruno’s POV

-Quer que eu te diga como é que você gemeu? –Falei no ouvido da Rachel, bem do jeitinho que ela fez comigo e senti ela se arrepiar toda.


-Me erra Bruno. –Ela me empurrou e foi rindo abrir a porta. –Vamos logo que seus amigos devem estar esperando. –Ela disse e eu a segui pra fora da casa. Ela acionou o alarme, trancou a porta e saímos.
Chegamos e eu coloquei o carro na garagem, descemos do carro e eu fui ao lado dela e coloquei a mão em sua cintura.  Eu realmente me sentia carregando um diamante com a Rachel ao meu lado, ela era estupidamente linda.
-Tá se achando em baixinho. –Disse ela olhando pra minha mão em sua cintura então eu apertei um pouquinho e colei mais ela ao meu corpo.
-Com uma mulher dessas do lado, quem não estaria? –Falei e logo entramos em casa. O pessoal estava todo animado, bebendo, comendo e rindo.
-Oopa, os pombinhos chegaram. –Disse Phil vindo na nossa direção então eu arregalei os olhos, pois ninguém sabia que estávamos ficando, e ele riu.
-Oi moça linda. –Disse ele cumprimentando a Rachel.
-Larga mão de ser abusado Phil. –Empurrei ele levemente e depois nos cumprimentamos então logo nos enturmamos onde estavam os outros com suas namoradas.
OFF

Assim que terminamos de cumprimentar o Phil nós fomos pra rodinha onde estavam todos os outros meninos da banda, alguns com suas namoradas e outros ainda solteiros.
-Eae cambada. –Bruno disse dando um oi geral e eles responderam com um aceno. Acenei pra eles e as namoradas também que sorriram.
-Ei, vou buscar uma bebida pra gente. Quer tomar o que? –Pergunta bruno no meu ouvido por conta das conversas e da musica.
-Eu acho que vou tomar alguma coisa sem álcool. –Falei e ele concordou. Sabia do meu problema com bebidas alcoólicas e eu não queria abusar.
-Já volto então. –Ele disse e saiu. Fiquei conversando com o Phil e a Urbana e aqueles dois juntos me fazem rir horrores. Reparei que o Bruno estava demorando, mas não dei bola, estava a vontade então senti meu celular vibrar.
-Phil, me dá licença um pouquinho que eu vou atender o telefone. –Falei e saí.
-Alo. –Falei
-Oi Ray, é a Andrea, estou no meio do caminho, só me passa o endereço certinho que já chego aí. –Disse ela. Então passei o endereço e nós desligamos.
Assim que guardei o celular na bolsa, senti uma mão no meu ombro, levei um susto, mas vi que era o Bruno assim que me virei.
-Oi Bru, demorou.
-Desculpa, engatei uma conversa com o Ryan ali na cozinha. –Ele me deu um selinho e depois certificou-se de que ninguém estava olhando. –O que tá fazendo aqui sozinha?
-A Andrea me ligou pra pegar o endereço certinho. –Falei e ele me entregou um copo com refrigerante.
Voltamos pra rodinha dos meninos e continuamos conversando então uns minutos depois vi Andrea chegando pela fresta da porta e fui lá recepcioná-la.
-Ooi, tudo bem? –Cumprimentei ela.
-Tudo sim e você?
-Tudo certo, vem vamos lá conhecer o pessoal. –Falei e fomos até os meninos.
-Bru, essa é a Andréa, e Andréa, esse é o Peter, ou como conhecido por aí, Bruno Mars. –Falei e Bruno cumprimentou-a com um beijo no rosto. Apresentei ela pros meninos e o Jam já veio mais pro nosso lado, cheio do charme. Ele começou a puxar conversa com a Andréa e nós só ríamos, pois ela ficou meio tímida no começo, mas logo se soltou. Bruno não saiu do meu lado um segundo, sempre me abraçava de lado e fomos conversando com todo mundo pela festa e estava realmente divertido, rimos muito.
De repente no meio da noite, Ryan grita pra tirarmos uma foto, ele arruma o celular e nos posicionamos todos atrás dele pra foto, e é claro, que o Jam tava do lado da Andréa. Tiramos a foto e continuamos a nos divertir vendo o Phred já bem grog e a Onnie arrastando ele pra ir pra casa e assim foi indo, até restarmos apenas eu, Bruno, Andréa e o Jam. Isso não era muito tarde, pois todos tínhamos que trabalhar no outro dia.
-Ray, pode vir aqui na cozinha um pouco, quero falar com você. –Disse Bruno.
-Tudo bem. Já voltamos ai gente. –Falei deixando eles dois na sala enquanto Bruno me puxava pela mão até a cozinha. –O que foi Bruno?
-Tava com saudade de você. –Disse ele me beijando intensamente, me encostando na bancada.
-Eu também seu bobo, mas já está na hora de ir pra casa. –Falei e ele fez biquinho.
-Dorme aqui, por favoor?
-Mas Bruno amanha eu tenho que traba... – Bruno e sua mania de me interromper com beijos. Eu ia dizer que eu precisava trabalhar amanha, mas o beijo que ele me deu, junto com suas mãos no meu quadril, me fizeram sentir alguma coisa que eu não sei explicar. Segurei seus cabelos e aprofundei mais nosso beijo, mordendo seus lábios bem devagar.


-Ray, por favor. –Disse ele com a voz rouca no meu ouvido roçando seus lábios lá, com as duas mãos na minha cintura, me pressionando contra o seu corpo. Ele apela, pelo amor de Deus.
-Tudo bem Bruno. –Falei e ele me deu um abraço, eu adoro os abraços do Bruno, são confortantes. Suspirei no pescoço dele e ele se contorceu.
-Tenho cócegas. –Disse ele rindo.
-Ai que fofo. –Apertei a bochecha dele. –Vamos voltar pra sala. –Falei e fomos pra sala.
-Ray, eu já vou, quer carona? –Disse Andréa se levantando do sofá e ajeitando seu vestido. Olhei pro Bruno tentando achar um jeito de não dizer que vou dormir com ele.
-Hmm, não precisa não Dé, eu ainda vou demorar um pouco aqui, mas obrigada viu. –Disse e ele sorriu. Jam nos olhou com uma cara confusa, mas não falou nada.
-Bom, então ta. Tchau Ray, até amanha. –Ela me deu um beijo no rosto. –Tchau Bruno, adorei a festa, estava ótima. –Ela se despediu do Bruno também e foi em direção a porta, com Jamareo acompanhando.
-Bom, eu também vou indo Bro, valeu aí. –Disse Jam para o Bruno. –Tchau Ray. –Ele me deu um beijo no rosto, e os dois saíram.
-Boa noite e cuidado na estrada viu.
-Pode deixar, boa noite. –Andréa, respondeu e então cada um entrou no seu carro e os dois se foram.
Eu e o Bruno limpamos as coisas ali e subimos pro quarto. Eu não sei o que estava acontecendo comigo, mas eu estava com uma vontade louca de beijar ele e não parar mais. Na verdade, eu acho que sei o que é isso, e vou tirar essa dúvida agora.
Deitei na cama do Bruno e esperei ele vir deitar, então assim que ele fez isso, ficamos nos encarando como sempre e segundos depois, nossas bocas já estavam grudadas e era isso o que eu queria. Eu podia sentir que ele estava com vontade, mas por minha causa, não ia mais além, ele sabia do meu trauma.
Quando denovo já estávamos sem metade das nossas roupas e Bruno estava tão excitado que sua calça do pijama havia encolhido, ele parou ofegante nosso beijo.
-Ray, me desculpa, eu não queria fazer isso. Eu já falei que não vou te forçar a nada. –Ele beijou minha testa e foi saindo de cima de mim. –Vamos dormir.
-Bru, espera. –Eu falei e ele me olhou rapidamente. –Eu... Eu quero tentar, eu preciso vencer isso.
-Tem certeza Ray? –Ele perguntou e eu apenas concordei com a cabeça. –Então vamos fazer tudo como manda o figurino. Vou fazer ser perfeito. –Bruno levantou e apagou a luz do quarto, deixando apenas a luz da lua invadir o vidro da janela e depois se deitou por cima de mim. –Pronta?
-Sim. –Foi a única coisa que eu consegui dizer. Não vou mentir que eu estava suando e com aquele friozinho da barriga, como se fosse realmente a minha primeira vez, e como eu queria que ela tivesse sido.
Bruno beijou meus lábios carinhosamente, com toda a calma do mundo e desceu suas mãos até minhas coxas e então, flashes invadiram minha mente e eu comecei a querer me contorcer. Parecia que eu estava perdida num buraco escuro, apenas vendo o rosto repugnante daquele monstro, mas de repente, algo me tirou daquele transe.
-Rachel, Rachel –Bruno chamou e eu abri meus olhos, que automaticamente encararam os dele. –Olhe nos meus olhos pequena. –Ele disse e eu olhei esperando que ele dissesse algo. –Tem certeza que quer isso?
-Apenas me ajude Bru. –Eu falei e ele sorriu, então suas mãos foram até meu cabelo e começaram a fazer carinho.
-Eu não vou te decepcionar. –Ele me beijou denovo, mas dessa vez não demorou muito pra que seus beijos chegassem ao meu pescoço, descendo para os meus seios, que ele fez questão de deixar totalmente despido.
Quando sua boca encontrou meus peitos, uma sensação maravilhosa tomou conta de mim. Aquilo era delicioso então segurei seus cabelos com um pouquinho de força e automaticamente alguns gemidos saíram falhos de minha boca, fazendo Bruno sorrir roucamente e voltar ao meu rosto.
-Você é tão linda. –Ele olhou fundo nos meus olhos e me beijou então suas mãos desceram ate minha calça e ele a tirou com uma facilidade incrível. Sua mão passou por cima da minha calcinha e eu senti minhas pernas ficarem tremulas e meu corpo se contorcer diante de seu toque.


Eu sabia mais ou menos o que eu precisava fazer agora então passei minha mão levemente por cima da sua calça e ele suspirou forte. Acho que eu estava no caminho certo então abaixei sua calça e sua cueca preta ficou toda a mostra pra mim. Mordi os lábios dele que deu uma fisgada e desceu suas mãos até minha calcinha e foi tirando –a. Confesso que fiquei com vergonha, mas logo passou, quando os dedos dele começaram a me acariciar levemente e depois foram entrando em mim.
Minha respiração começou a ficar pesada e meus gemidos aumentaram de volume, aquilo era delicioso, eu queria gritar muito alto, mas me controlei, abafando meus gemidos em seu pescoço.
-Acho que é a sua vez Ray. –Disse ele quase sem voz, levando minha mão até a barra da sua cueca e sorrindo malicioso. Sorri de volta e tirei sua cueca, com ajuda dele.
Confesso que fique surpresa quando senti aquele membro pulsante roçando em mim. Enquanto voltávamos a nos beijar, levei apenas uma mão até seu membro e comecei a acariciá-lo então Bruno deu um gemido alto e foi se jogando para o lado na cama, me dando a liberdade de fazer o que eu quisesse, então continuei com as minhas mãos ali enquanto subia meus beijos pelo seu peitoral, pescoço e sua boca.
-Bruno vamos... –Eu não conseguia falar pois minha voz estava fraca, mas ele entendeu então esticou seus braço até a gaveta ao lado da cama e tirou de lá uma camisinha.
-Posso? –Disse ele olhando para minhas mão que estavam em seu membro então eu as tirei de lá e meu deitei ao lado dele, obsevando-o em seu movimento para colocar o preservativo, as tatuagens que ele tinha deixavam seu corpo ainda mais bonito e excitante, era como se cada pedaço dele fosse essencial pra mim. Assim que terminou, Bruno veio por cima de mim denovo, me deu um selinho demorado e olhou nos meus olhos.
-Eu vou colocar devagar, e se doer, você me avisa. Ok? –Disse ele todo carinhoso. Eu estava realmente me sentindo uma adolescente denovo, mas vivendo a parte boa agora.
-Ok. Falei e ele segurou seu membro com uma mão e com a outra, segurou minha cintura.
Ele colocou a cabeça devagar e foi entrando. Eu senti uma pequena dor e fechei os olhos, segurando um dos seus braços com força.
-Tá tudo bem? Quer que eu pare? –Ele perguntou.
-Não, tudo bem. Pode continuar. –Falei e assim ele fez, penetrando mais um pouco, com todo o cuidado, até que já estivesse com seu membro todo dentro de mim.


Ele se inclinou pra perto do meu rosto e sorriu, me fazendo sorrir também então olhando dentro dos meus olhos, Bruno começou a se movimentar lentamente, mas meus gemidos agora estavam intensos. Eu não conseguia descrever o quão maravilhoso era estar tendo este momento, olhando dentro daqueles olhos castanhos que me desarmam a cada vez que encontram os meus. Ele foi aumentando a velocidade aos poucos para que eu me acostumasse, então eu comecei a arranhar suas costas enquanto nós dois gemíamos em um tom absurdamente alto.
Ao mesmo tempo que me penetrava, Bruno acariciava meu clitóris, deixando tudo mais excitante e aquela altura eu já havia me acostumado com a grossura de seu membro dentro de mim. Seus olhos quase sempre estavam fixos em mim e ele dizia a toda hora o quanto eu era bonita e coisas do tipo.


Poucos minutos depois senti minhas pernas tremerem outra vez, meu corpo todo amolecer e Bruno se jogar para o lado, soltando um suspiro de alivio. Foi uma das melhores sensações que eu já senti na vida, parecia que algo havia explodido dentro de mim, de uma forma boa.
Nos encaramos por um tempo enquanto nossas respirações voltavam ao normal, com um sorriso e uma expressão cansada. Bruno levantou, foi até o banheiro e logo voltou, deitou-se ao meu lado e me deu um beijo.
-Você conseguiu Ray, e além do mais, foi incrível. –Ele me abraçou bem perto dele e eu me sentia de alguma forma realizada, eu me sentia completa.
-Obrigada Bru, mesmo. Você foi incrível como meu primeiro.

-E se Deus quiser serei o único Ray. Se Deus quiser. –Foi a ultima frase que consegui ouvir antes de meus olhos pesarem e eu cair num sono profundo, com um sorriso enorme no rosto e sentindo as mãos do Bruno passando lentamente pela minha cintura em baixo das cobertas e por meus cabelos.

***
E então, gostaram? Espero que sim ahhaha Bom, agora as coisas vão começar a engrenar na fic então sempre terão algumas emoções uehueehu
Me digam o que acham da historia e da maneira como as coisas estão acontecendo, criticas e elogios são sempre bem vindos, além de que, eu amo os textos que vocês escrevem nos comentários <3 beijoos

terça-feira, 15 de julho de 2014

Capítulo 11

Olha eu aqui mesninas lindas do meu coração hehehe Muito obrigada pelos comentários. Os anonimos e não anonimos tbm uheueheu. Boa leitura.
***


Bruno’s Pov

-Você é tão linda. –Falei e vi ela sorrir, ficando com a bochechas um pouco vermelhas. –E fica mais linda ainda quando tá com vergonha. –Terminei a frase e ela abriu um pouco mais o sorriso.
-Você também é lindo Bru. –Ela disse se inclinando em minha direção e me beijando. Aquele beijo calmo e gostoso que só ela sabe dar. Acho que nunca beijei alguém com um gosto tão bom o quanto o do beijo da Rachel.
Ficamos por um tempo nos beijando e então percebi que ela foi parando pois a posição estava desconfortável então assim que ela levantou a cabeça, eu me levantei também e fiquei sentado de frente pra ela, que estava com as pernas cruzadas em cima da cama. Tínhamos uma mania incrível de ficar nos encarando por um tempo antes de nos beijarmos, era quase como um aviso, e isso era realmente muito bom de se fazer. Essa era a parte em que nos olhávamos então agora está na hora do beijo. Me aproximei um pouquinho dela, segurei seu rosto com as duas mãos e a puxei levemente pra perto de mim, iniciando mais um beijo delicioso, uma sintonia que eu só sentia com ela.
Suas mãos passaram a acariciar meu cabelo, passando as unhas no meu couro cabeludo de leve, e minhas mãos estavam em suas costas. 


Eu estava praticamente de joelhos então Rachel mordeu meu lábio e puxou de leve, me fazendo dar uma fisgada. Meus beijos se direcionaram para o pescoço dela, beijando bem de leve.


-Brunoo. –Ela gemeu, sim gemeu, perto do meu ouvido. Meus beijos que estavam sendo leves, automaticamente começaram a ficar intensos, chupando e mordendo o pescoço dela que continuava falando alguma coisa que eu não conseguia entender, mas que estavam me deixando cada vez mais excitado então rapidamente segurei sua cintura e coloquei ela encaixada no meu colo.
Segurei seus cabelos de leve e ela cravou as unhas nas minhas costas enquanto nos beijávamos denovo. Eu não iria aguentar por muito tempo assim, precisava dela então coloquei minhas mãos embaixo da sua camiseta fina e rapidamente a tirei, ela tirou a minha e passou as unhas pelo meu peito. Eu já estava totalmente excitado, com meu membro pulsando. Levei minhas mãos até a barra da sua calça e comecei a tentar tirar, quando de repente ela parou respirando pesado.
-Não Bruno, não. Não posso, não consigo fazer isso. –Disse ela se afastando rapidamente e se encolhendo na beirada da cama, enterrando o rosto sobre os braços cruzados.
OFF

-Não Bruno, não. Não posso, não consigo fazer isso. –Me afastei rapidamente e me encolhi na beira na da cama. Bruno sorriu fraco depois de entender o que havia acontecido. Eu não queria fazer isso, mas eu não consigo evitar, aquela cena terrível me vem à mente.
-Tudo bem Ray, não vou te forçar a nada. Toma, veste a blusa. –Disse ele me entregando a blusa do pijama e vestindo a camiseta dele.
-Obrigada Bru. –Falei e ele se sentou ao meu lado e me encostou em seu ombro.
-Você viu ele né? Viu o rosto dele outra vez. –Ele acariciou meus cabelos e eu apenas concordei. –Eu juro que se um dia eu encontrar esse maldito, eu vou matar ele e fazer ele se arrepender por tudo o que ele está te fazendo passar Ray. Eu juro. –Pude sentir o tom de raiva na voz dele, mas não quero que ele fique assim por minha causa, ele não merece se preocupar com essas coisas.
-Por favor Bruno, eu só quero que me prometa que se um dia chegar a encontrá-lo, você não vai se meter com ele. Você não precisa se meter nisso.
-Não posso te prometer nada Ray, me desculpa.
-Bruno é sério, eu não quero que se meta nisso. Não quero que você tenha que se arriscar por minha causa. –Falei com minha voz já embargando.
-Ray, olha pra mim. –Ele pediu e eu me sentei de frente pra ele, olhando nos olhos dele. –Não é mais uma questão de você querer, é uma questão de não deixar ele chegar perto de você nunca mais. E se um dia ele chegar eu vou...
-Shhh Bruno, não diz isso. –Falei fazendo sinal pra que ele parasse de falar então ele curvou o olhar pra baixo e suspirou pesado. –Agora você olha pra mim, por favor. –Falei e ele olhou então segurei seu rosto com as duas mãos e acariciei suas bochechas. –Eu não sei o que é isso, mas eu juro que não suportaria nem pensar na ideia de alguém fazendo mal pra você Bruno. Você é a única pessoa com quem eu posso contar e eu não quero que nada aconteça com você Bru. –Falei fechando meus olhos e o dando um selinho, deixando a lagrima que estava presa, escorrer pela minha bochecha.
-Não chora, por favor. –Disse ele secando minha lágrima. – Eu sei Ray, mas eu só... –Ele supirou fundo. –Esquece isso, vamos dormir. –Ele disse e eu concordei então ele levantou e pegou os cobertores, estendeu sobre mim na cama e deitou ao meu lado, colocando minha cabeça sobre seu peito e me abraçando forte.
-Boa noite Bru.
-Boa noite Ray. –Ele beijou minha testa e eu apenas fechei meus olhos, adormecendo rapidamente.


***
Acordei no dia seguinte com aquele despertador maravilhoso apitando na minha orelha. Segunda-Feira. Chamei o Bruno e fui escovar os dentes, deixei a porta aberta então logo vejo Bruno entrando no banheiro.
-Bom dia gatinha, dormiu bem? –Ele deu um beijo na minha bochecha.
-Dormi sim e você gatinho?
-Bem também. –Ele sorriu e então se virou na direção da privada e eu pude ouvi-lo urinando. Sim, Bruno e suas liberdades na minha casa, no meu banheiro. Revirei meus olhos e ri do meu pensamento bobo então ele invadiu minha pia, lavou as mãos e saiu. Assim que terminei eu fui me arrumar pro trabalho então pude ver Bruno terminando de colocar sua camisa e em seguida jogando sua inseparável jaqueta vermelha por cima. Ele estava maravilhoso.



-Vai aonde gato assim? –Perguntei separando minha roupa.
-Encontrar o Phil no estúdio pra trabalhar numas musicas pro próximo álbum. To com algumas ideias boas. –Disse ele passando a mão no topete pra ajeita-lo e em seguida colocando o boné. –Vou descer pra preparar o café. Não inventa de se emperiquitar toda pra ir pro trabalho senão vou começar a gritar Just The Way You Are pra toda vizinhança ouvir. –Bruno disse e eu comecei a rir que nem uma besta.
-Tá, não enche Bruno. Vai lá preparar meu café escravo.
-Eu só vou preparar o café por que estou com fome também. –Disse ele mostrando a língua e saindo do quarto. Vesti minha roupa, passei uma maquiagem bem leve, perfume e depois fui pra cozinha.
Sentei de frente pro Bruno que já estava comendo e comecei a comer também. Não falamos muito, pois estávamos coma boca ocupada então assim que terminei eu levei minhas coisas na pia e fui até o quarto pegar minha bolsa.
-Vamos fazer algo hoje a noite? –Perguntou ele enquanto andávamos pra fora de casa até nossos respectivos carros.
-Pode ser. O que você sugere? –Perguntei.
-Poderíamos chamar o pessoal da banda e as namoradas deles pra fazer algo lá em casa. –Diz ele.
-Vai ser legal, eu topo. –Falei abrindo um sorriso.
-Então fechado, eu venho te buscar aqui, só me avisa quando estiver pronta. E não adianta dizer que não pois eu venho do mesmo jeito. –Ele disse e eu dei risada.
-Tá Bruno, mandão. Tenho que ir agora.
-Primeiro meu beijo. –Disse ele e eu do nada abri um sorrisinho besta.
-Bru, estamos no meio da r... –Mais uma das minhas tentativas falhas de falar. Bruno literalmente me calou com um beijo, diga-se de passagem, maravilhoso. Ficamos por pouco tempo assim e logo nos separamos, mas ele ficou com o rosto bem perto do meu. Eu adoro quando ele faz isso.
-Eu não to nem aí. –Disse ele quase sussurrando em resposta á minha fala anterior.
-Besta mesmo. Agora me deixa ir, senão o chefe briga comigo. –Falei e ele mostrou a língua, afinal, eu era a chefe.
-Ok, bom trabalho. –Ele disse e eu entrei no meu carro. –A propósito, está linda viu. –Ele disse entrando no carro dele então fomos
Cheguei na empresa e entrei na minha sala, abri uns e-mails e coisas do tipo, resolvi cargas pendentes e como de costume, logo a Andréa entrou na minha sala pra me trazer os boletos e recibos. Foi aí que tive a ideia de chamar ela pra ir na casa do Bruno hoje a noite então antes pegar os papéis mandei uma mensagem pra ele.
“Posso chamar a Andréa pra ir hoje à noite ai na sua casa?”
Mandei e enquanto eu terminava de assinar os papéis ele respondeu.
“Pode sim, vai ser legal ter bastante gente.”
-
“Ok, vou voltar ao trabalho, beijos.”
-
“Beijos linda.”
-Então, o que você acha? –Perguntou Andréa.
-Oi? Desculpa, eu não prestei atenção. –Falei e ela riu.
-É eu vi os sorrisinhos bobos pro celular, mas enfim, estava falando que aquele cara que perdeu a carga não deveria ter sido grosso com você, ele perdeu totalmente a razão. –Disse ela se referindo ao ignorante do cara que a carga tombou perto de St. Clarita Hills e ele veio até aqui querer falar alto comigo.
-Sim, estúpido. Ah, eu quero te convidar pra um negocio hoje a noite. –Falei me virando pra pegar uns clips de papel que tinham na gaveta ao lado.
-Que negócio? Seja lá o que for eu topo. To sem nada pra fazer. –Disse ela enquanto eu procurava os clips que parece que foram pra Nárnia.
-Sozinha? –Virei pra ela com um olhar confuso e voltei a procurar o que eu queria. –E aquele carinha que você conheceu na boate e sumiu com ele aquela noite, e por sinal, até hoje não vi a cara dele? –Achei finalmente os clips, coloquei no papel e virei pra ela.
-Ah, ele teve que viajar pra Sidney semana passada, ele mora lá. –Disse ela. Quando ela falou Sidney, um arrepio tomou conta de mim, eu nunca mais tinha colocado os pés lá desde que vim pra L.A.
-Bom, então é o seguinte, hoje a noite vamos inventar algo lá no Bruno, vai ter um pessoal lá e queria que fosse. –Falei e ela apenas concordou com a cabeça e ficou olhando pra mim.
-Rachel, vira de lado. –Ela falou e eu virei sem entender o porquê. Então ela chegou bem perto do meu pescoço, esticou o dedo e me cutucou. –O que é isso?
-Aaai, isso o que? –Falei tirando o dedo dela dali e passando a mão no local.
-Um chupão! Não acredito. –Andréa escandalosa.
-Ai meu Deus, como assim? –Peguei o espelho na minha bolsa rapidamente e olhei aquela enorme marca roxa no meu pescoço. Merda, o Bruno fez isso ontem. –Ai que droga! –Falei.
-Então quer dizer que você e o carinha de marte andam se pegando por ai, né dona Rachel? –Ela disse e minhas bochechas arderam. Eu quero matar o Bruno.
***
Estava na sala, pronta e esperando o Bruno chegar pra me buscar então logo a campainha toca e eu vou atender, sabia que era ele então abri e ele entrou.
-Nossa, que gata. –Disse ele me olhando de cima a baixo. Continuei em silêncio só olhando pra ele. –O que foi Ray? Tá tudo bem? –Ele começou a ficar preocupado.
-Bruno, eu quero socar tua cara sabia? –Falei e ele arregalou os olhos.
-Mas o que eu fiz agora?
-O que você fez? Olha a porra do chupão que você deixou no meu pescoço. Eu fui pro trabalho com isso. –Falei mostrando o pescoço pra ele que olhou por um tempo e começou a rir, mas rir muito.
-Meu deus Ray. Eu fiz isso? –Ele quase não aguentava falar de tanto que estava rindo.
-Sim, não lembra de ontem a noite? E para de rir viu. –Falei quase rindo também.
-Me desculpa Ray, mas agora você vai pagar o que me fez passar por telefone. Mas você não pediu pra parar então achei que podia continuar. Sem falar que você gemeu meu nome ontem e isso foi maldade. –Ele disse e eu fiquei toda vermelha.
-Claro que não Bruno, não viaja. –Empurrei ele e me virei pra ir até a porta, mas ele me segurou pelo braço e me puxou pra perto dele. Ô mania.

-Quer que eu te diga como é que você gemeu? –Falou com a boca bem colada no meu ouvido e meu corpo todo arrepiou.

***
Gostaram? Me digam que sim por favoor hahhaa enfim, comentem pq no proximo capitulo tem surpresa boa e só posto com cometarios viu aksdaksd

domingo, 6 de julho de 2014

Capítulo 10

Alooha meninas, olha só quem chegou. Eu sei que demorei, me desculpem mas é que tá meio corridinho. Tem curso, trabalho e tals. E pra ajudar tive problemas emocionais, vê se pode? Mas agora estou aqui com um capítulo grande e espero que gostem beijooos <3
***
-O que foi cara? Não precisa gritar. –Falei irritado por conta da dor de cabeça.
-Como não precisa gritar Bruno? Olha essa merda. –Disse ele quase me fazendo comer o iPhone. Li a matéria que mostrava as fotos minha com aquela morena na boate e falando que eu estava traindo a Rachel. Droga a Rachel. Merda merda, eu não devia ter feito isso.


 –E então Bruno o que acha? Não precisa gritar? Mesmo? –Ele disse com uma calma que me assustou.
-Desculpa bro, mesmo. Mas mesmo assim, não estamos namorando. –Eu falei.
-Não é pra mim que tem que pedir desculpas, é pra Rachel. Eu sei que não estão namorando, mas estão ficando, e pra mulher sempre significa algo entendeu? E sem falar na conversa que tivemos sobre o fato de ela precisar de pessoas que gostem dela. –Ele falou colocando a mão no meu ombro.
-Phil, será que você não compreende? Não existe sentimento nenhum vindo dela cara... Nenhum. –Sentei na cama e apoiei minha cabeça sobre as mãos. Pelo jeito que ele sentou ao meu lado, deu pra saber que ele percebeu o que tinha acabado de falar.


-Desculpa cara, mas por favor, você não acha que a Ray já sofreu muito? E se ela não conhece o amor, quem melhor pra tentar mostrar que ele existe, do que uma pessoa que realmente gosta dela? –Lawrence, Lawrence... Sempre sabe o que dizer.
-Eu sei cara, me desculpa por fazer merda.
-Ok, mas agora, liga pra ela e se desculpa com ela, por que a essa hora ela já viu a matéria. Sabe como é a mídia. –Ele disse saindo do quarto.
-Tudo bem, vou ligar mesmo. –Falei e ele apenas sorriu e saiu.
Peguei meu celular e fiquei uma meia hora pensando se ligava ou não, até que finalmente disquei o numero e liguei.
OFF


Olhei um tempo pra tela do celular pensando se atendia ou não. Mas espera, o porquê eu to fazendo isso? Nós sempre conversamos. Enfim, atendi o telefone.
-Oi Bruno. –Falei com uma voz seca. Hã? O que ta acontecendo comigo?
-Oi Ray, tudo bem? –Disse ele com uma voz angelical.
-Tudo sim, e com você? –Perguntei, ainda seca.
-Aham, tudo certo. Estou com saudades. –Ele deve ter feito aquela porra de biquinho fofo.
-Que bom Bruno, também estou. –Falei escondendo o sorriso que se formava no meu rosto por imaginar que ele deve estar se achando um idiota.
-Tá Rachel, você venceu. Me desculpa. –Disse ele em desistência.
-Desculpar? Pelo quê Bru? –Fiz o joginho. Quero que ele me diga, não vou contar que sei.
-É, eu.D-desculpar p-por. –Ele supirou fundo e eu não falei nada. –Ah tudo bem. Fui numa boate ontem e peguei uma mulher. –Ele confessou. 1 ponto pra Rachel.
-Nossa, ainda bem. Já pensou se tivesse pego um homem? –Falei dando risada, parecendo não me importar e ele ficou fulo.
-Sério Rachel, vai me zoar? Eu liguei pra te pedir desculpas e você fica ai me zoando? –Ele estava louco de raiva.
-Ok Bruno, obrigada pelas suas desculpas, mas eu já sabia.
-Droga. –Resmungou baixinho. –Me desculpa? Por favor Ray.
-Olha Bruno, eu já disse, não temos um relacionamento. Mas acho que se quer continuar nossa “ficada” você tem que se ligar que eu não vou ficar pegando baba de piranha não. Não vou te privar de nada, não somos namorados, mas não sou obrigada a beijar boca que beija qualquer uma por ai, eca. –Falei na maior calma do mundo e ele ficou em silêncio.
-Tudo bem Ray.
-Que bonitinho. –Falei zoando.
-Ray. –Disse ele.
-O que foi Bruno? –Falei
-Eu levei ela pro motel. –Disse ele abaixando o tom de voz assim que a frase ia terminando. Ai Bruno, acha que eu sou besta ou o que?
-Ui, tome um banho de soda cáustica antes de pisar no meu gramado quando chegar. –Falei e cai na gargalhada, mas por dentro eu estava com mais raiva ainda. –Enfim, ainda bem que foi no motel, já pensou que feio você pegar a vadia dentro da boate? –Pronto, foi só eu falar isso que o homem enlouqueceu.
-Porra Rachel, eu to arrependido, to me sentindo culpado. Para de me zoar por favor. –Disse ele irritado, o que me fez rir muito, pois ele fica lindo com raiva.
-Primeiro, meu ouvido não é penico pra você ficar gritando viu, e segundo, quando você chegar aqui a gente conversa. Relaxa Bruno.
***
Bruno’s Pov

Passou aquela semana correndo depois que falei com a Rachel pelo telefone e ela me zoou. Eu juro que em outros casos ficaria muito mais bravo, mas é a Rachel, não consigo.
Assim que chegamos em Los Angeles eu só passei em casa pra largar as malas e fui direto pra Rachel, era sábado a tarde e eu sabia que ela estaria em casa então resolvi ir lá, eu falei pra ela que só chegaria no domingo, mas antes precisei passar em um lugar.
OFF

Bom, sábado a tarde e eu sem nada pra fazer. Como sempre. Bruno só chega amanha e eu to doida pra ver a cara dele depois de tanta risada que eu dei no telefone.
Peguei uns doces que eu tinha comprado no mercado, sentei na frente da Tv e comecei a comer. Não comi muito, apenas alguns docinhos e bala de menta, que eu amo, então coloquei no canal de música e comecei a dançar pela casa, outra coisa que eu comecei a ter vontade de fazer do nada.


Uns minutos depois a campainha tocou, então abaixei um pouco a música e fui atender. Abri a porta e me deparei com um buquê enorme de rosas na frente de um rosto que eu não sabia quem era, mas assim que vi o resto do corpo deduzi ser o Bruno pelo inseparável vans preto.
-Bruno, eu sei que é você, pode tirar isso do seu rosto já. –Falei e ele tirou o buquê, me entregando com uma carinha de cachorro, então antes de pegar eu perguntei. –Pra quê tudo isso? –Queria ver até onde ia com a paciência dele.
-São pra você. Se não quiser eu levo pra vadia da boate. –Disse ele querendo dar uma de machão, mas eu sabia que ele tava brincando.
-Pode levar, e compra bombons também. –Entrei no jogo.
-Tudo bem então. –Ele disse e virou as costas, então eu me virei também e antes de eu pensar em fechar a porta, sinto a mão dele pegar no meu braço e me virar de frente, fazendo com que meu rosto ficasse colado com o dele.
-Eu não quero ela, eu quero você. –Ele disse e antes que eu pudesse pensar em responder, Bruno atacou minha boca de um jeito inexplicável. Sua mão livre foi até minha nuca e a segurou com firmeza, aprofundando o beijo. Bruno sugava minha língua e mordia meus lábios enquanto eu puxava seus cabelos na região da nuca. Fomos nos separando devagar, quase sem ar, então ele ficou alisando minha bochecha com o polegar e sorrindo.
-Tomou banho com soda caustica? –Perguntei rindo.
-Não, por um acaso que me dar banho? –Ele deu um sorriso malicioso.


-Não inventa Bruno, vamos entrar. –Ele concordou e me deu um selinho antes de entrarmos, então pude perceber o cheiro forte de cigarro que se escondia atrás de seu perfume. –Bruno, você andou fumando? –Perguntei enquanto colocava as flores no vaso com água.
-Éé, sim. –Disse ele com um sorrisinho torto. Já havíamos comentado sobre a questão do cigarro, e até que ele estava aguentando bem, mas não é a mim que ele deve isso, é a ele mesmo e as fãs dele que se preocupam muito.
-Olha, eu já te dei o recado. Não sei se sabe, mas fumar faz você brochar sabia? Acho que devia parar. –Falei e ele arqueou a sobrancelha.
-Você está insinuando que eu sou brocha?
-Pode até não ser, mas vai ficar. –Não deu outra, assim que falei, Bruno me pegou com tudo e me encostou na parede.
-Repete se tiver coragem. –Ele fez uma cara sarcástica.
-B R O C H A. –Falei bem devagar, com a boca colada no ouvido dele então Bruno levantou minhas pernas e as colocou em volta de sua cintura, começou a apertar minhas coxas e me beijou denovo. Ele estava num fogo que só vendo.


Ele mordeu meus lábios denovo, mas dessa vez segurou um pouco mais, me fazendo arrepiar totalmente.
-Vejo que alguém está arrepiada. –Sussurrou na minha orelha.
-Pois é. –Sussurei na sua e dei uma leve mordidinha. Ouvi ele gemer baixinho e logo em seguida me beijar outra vez, mas agora suas mãos passavam por baixo da minha camiseta, apertando minha cintura, enquanto eu arranhava suas costas. Senti que algo pulsava ali embaixo, roçando em mim por cima do shorts. Estávamos á um simples movimento de tirar a roupa um do outro quando Bruno parou, ofegante.
-Não vou fazer nada com você... Por enquanto. Mas nunca mais me chame de brocha. –Disse ele me dando um selinho e soltando minhas coxas. Por um lado, foi bom que ele parou, pois eu sei que na hora eu iria travar. –Hmm, gostinho de menta. –ele comentou quando largou meus lábios.
-É bala, acho que deveria comer umas também, ou escovar os dentes. Melhor, toma um banho logo que o seu cheiro de cigarro tá terrível. –Falei e ele fez um biquinho.
-Tudo bem, pode me emprestar uma toalha? –Disse ele colocando as mãos no bolso da calça jeans.
-Pedindo assim até parece que não vive aqui em casa né? Vamos ali no quarto que eu vou pegar uma pra você. –Falei e fomos indo lado a lado. –Ah, e obrigada pelas flores, são lindas. –Falei abraçando ele de lado e beijando sua bochecha.
-De nada. –Ele sorriu todo fofo, nem parecia o Bruno que estava me agarrando segundos atrás. Entreguei a toalha pra ele e disse que iria tomar um banho no outro banheiro enquanto ele tomava o dele. –Não quer vir comigo não? Pra que usar dois banheiros quando podemos usar só um? –Ele deu aquele maldito olhar provocante pra mim.
-Bruno, para né. Que tipo de amigo é esse que fica querendo transar com a amiga?
-Esse tipo de amigo se chama Peter, ou Bruno Mars se preferir. –Disse ele estendendo a mão pra mim.
-Tá tá, vai tomar seu banho logo, que depois vamos comer alguma coisa. -Ele fez uma cara de decepção quando falei, mas foi pro banho e eu fui pro meu.
Quem sabe o que aconteceu comigo no passado, e me vê falando tão tranquilamente sobre assuntos assim, acha que está tudo bem, mas a verdade é que eu ainda tenho pesadelos com isso, eu ainda vejo o rosto dele sorrindo psicoticamente pra mim e a única pessoa viva que sabe da minha história é o Bruno. Outro dia nós conversamos mais profundamente sobre isso.

Flashback On

-Tudo bem Bruno, eu vou te contar, pois acho que merece saber, mas vou falar só uma vez e espero nunca mais ter que repetir. –Falei enquanto Bruno insistia pra que eu contasse a história da minha adolescência pra ele.
-Ok Ray, eu só quero poder te ajudar. –Disse ele e eu sorri.
-Ok Bru, o que exatamente quer saber? Vai perguntando e eu vou respondendo.
-Você nunca me falou sobre seu pai. –Ele falou segurando minha mão. É eu realmente nunca falei sobre meu pai, mas era porque eu não queria nem lembrar dele.
-Bom, meu pai sumiu no mundo quando eu tinha dez anos, ele e minha mão já haviam ficado um tempo separado logo que eu nasci, mas voltaram e ele é um idiota. Nunca mais ouvi falar dele. –Ele me escutava atentamente, assimilando as informações que eu passava. Na verdade, eu mal lembrava do rosto do meu pai.
-E você não tinha irmãos? Amigos ou alguém da família?
-Nunca tive irmãos, pois meus pais nunca quiseram, já que minha mãe engravidou cedo demais e o relacionamento deles era uma droga. A única amiga que eu tinha se afastou de mim depois do ocorrido e minha família toda por parte de mãe não gostava do meu pai e não aceitava o fato de minha mãe engravidar cedo.
-E você nunca, nunca mesmo, fez... –Bruno travou no meio da pergunta. –Não gosto de falar dessas coisas assim com você, mas vou perguntar. Você não fez sexo com mais ninguém?
-Não, eu tentei, mas na hora eu travava e as cenas do rosto dele me vinham na cabeça, então eu nunca fiz. E em relação a falar sobre isso, não tem problema, eu já me acostumei a conversar sobre o assunto, não fique com receio de falar sobre. –Falei e ele acenou que sim com a cabeça.
-Mas e se um dia eu e você... Ah você sabe, se um dia as coisas entre nós começarem a passar do ponto? –Nunca tinha pensado nessa questão, mas deveria, pois o Bruno é homem e tem suas necessidades.
-Não sei Bru, provavelmente eu travaria, mas nunca se sabe o que pode acontecer.

Flashback off

Saí do banho com a toalha enrolada na cabeça e me deitei na cama. Logo Bruno veio até meu quarto, já vestido com uma roupa que eu havia dado junto com a toalha, pois algumas peças de roupa dele estavam aqui. Ele se jogou ao meu lado e nós ficamos nos encarando por um tempo.
-Eu estava pensando em fazermos algo agora a noite, sair ou seila, mas estou cansado. –Disse ele.
-Tudo bem Bru, eu sei que está. Quer comer? –Passei minhas mãos pelo seu cabelo, esfregando minhas unhas em seu couro cabeludo, fazendo ele fechar os olhos e gemer baixinho.
-Quero sim, mas eu preciso que você me faça um cafuné como esse depois. É muito abuso da minha parte pedir isso? –Disse ele e eu ri.
-Não Bruno, eu faço sim. –Sorri pra ele então levantamos e fomos comer. Fizemos uns mega sanduíches com um monte de coisa dentro e comemos os dois dando risadas um da cara do outro por fazer expressões engraçadas enquanto comia.
-Então eu fui correr olhando pra onde a bolinha ia cair e de repente eu tropecei no meu próprio pé e caí de cara. Acho que comi alguns quilos de terra. –Bruno e suas incríveis habilidades no baseball. Eu não me aguentei e ri, quase cuspindo o que tinha na boca e ele riu junto. Terminei de engolir antes de pensar em falar algo.
-Ai Bruno, você usando um taco é um ótimo cantor. –Falei.
-Você quer que eu te mostre minhas habilidades com o taco? –Arqueou a sobrancelha e eu quase engasguei meu ultimo pedaço de pão.
-Me poupe Bruno. –Falei e ele riu. Levamos os pratos na pia, escovamos os dentes e fomos deitar.
-Ray, posso pedir meu cafuné agora? –Disse ele deitado na cama sem camisa.
-Pode sim, manhosinho. Vem cá. –Fiz sinal pra ele deitar a cabeça no meu colo, me arrumei encostada na guarda da cama e comecei a passar minhas mãos pelo seu topete, que estava querendo formar um afro já.
-Obrigada. –Disse ele com os olhos fechados e sorrindo.
-Como foram os shows?
-Foram ótimos, estava com saudade de toda aquela agitação e de ver as fãs, dar entrevistas e tudo mais. E o trabalho?
-Está indo bem, um pouco estressante, mas nada que não se resolva. –Falei e ele abriu os olhos e ficou me encarando.
-Você é tão linda. –Ele disse olhando bem fundo dentro dos meu olhos e eu fiquei vermelha. –E fica mais linda ainda quando tá com vergonha.
-Você também é lindo Bru. –Me inclinei pra baixo e dei um beijo em seus lábios. Todas as vezes que nós nos beijamos eu sinto alguma coisa nova, diferente, não sei explicar, só sei que é muito bom.


***
E então meninas, o que acharam? Espero que tenham gostado. Eu amei essa parte fofa dos dois hahaha Bom, comentem por favor o que acharam.
ah, eu vou tentar postar mais rápido da próxima vez. Bjs bjs.