Olha só, acho que não demorei dessa vez não é? Enfim, espero que curtam meninas e comente bj bj
***
Depois que terminamos de
comer, nós arrumamos o colchão no chão da sala e nos deitamos nele, com um
edredom. Parecíamos duas crianças. Era incrível o poder que ele tinha de fazer
meus problemas parecerem tão pequenos quando estávamos juntos.
Estávamos nos zoando
então uma hora Bruno me pegou e começou a fazer cócegas em mim, misturado com
algum tipo de “lutinha” e eu me contorcia tentando sair dos braços dele.
-Me solta Bruno.
–Implorei pra ele enquanto ele prendia meus braços acima da minha cabeça.
-Com uma condição, vai
me dizer o motivo de estar chateada antes. –Eu sabia, estava demorando demais
pro Bruno perguntar, mas uma hora ou outra eu iria contar mesmo.
-Tudo bem, mas me solta
primeiro porque nessa posição não é confortável.
-Eu discordo, você fica
muito sexy nessa posição. Eu posso te controlar. –Ele disse me lançando um
olhar safado.
-Bruno, agora não.
–Falei seriamente então ele me deu um selinho e me soltou. Sentou-se encostado
no sofá e bateu a mão no lugar ao seu lado pra que eu me sentasse lá.
-Quando quiser. –Disse
ele sorrindo.
-Tá brincando né? –Ele
disse dando risada e eu continuei seria então ele foi parando aos poucos e
ficando serio também. –Rachel é sério isso? Me conta essa história direito.
–Ele arregalou os olhos e eu comecei a falar tudo o que o Connor tinha me
contado e como tudo aconteceu ao longo desses anos todos.
-E agora meu pai quer
que eu perdoe ele. Jamais. –Falei e Bruno ficou um tempo pensativo.
-Rachel, ele é seu pai,
acima de tudo. Acho que você deveria pensar melhor nisso. Eu acho que você
precisa de alguém com você, alguém da sua família e olha só, seu pai quer te
ver Rachel. –Bruno disse afagando meus cabelos, mas eu não quero pensar nisso.
Não agora. –E quanto ao seu irmão, chame ele e a Andréa pra virem aqui amanha,
pra você conversar melhor com ele e tirar isso tudo a limpo. Eu estarei aqui
com você todo o tempo.
-Bom, acho uma boa
ideia. Amanha de manhã eu ligo pra combinar algo com eles. –Falei e ele me
abraçou. –Obrigada Bru, por estar aqui comigo sempre, e nunca desistir de mim.
-Mesmo que eu quisesse
desistir, eu não conseguiria. –Ele aproximou seus lábios do meu e me beijou, me
deitando no colchão logo em seguida.
-Que filme vamos
assistir? –Perguntei nos afastando ates que as coisas começassem a esquentar.
-Invocação do Mal.
–Bruno disse ligando o dvd e se ajeitando atrás de mim no colchão novamente.
-Nunca vi, mas parece
legal. –Comentei enquanto o filme começava.
-O Phred que me indicou,
disse que é um dos melhores. –Bruno disse então o filme começou a rodar. Ele
ficava fazendo carinho no meu cabelo o tempo todo.
Uma hora eu levei um
susto tão grande que me encolhi toda e me colei ao corpo dele.
-Poxa Ray, não faz assim
não. –Disse ele mordendo minha orelha de leve.
-Assim como? Eu não fiz
nada ué. –Me fiz de desentendida.
-Assim! –Ele disse e
colocou a mão na minha cintura, pressionando minha bunda contra seu membro.
-Ah claro! Você ta
falando dessa minhoquinha ai? –Eu sabia que ele iria ficar puto agora, mas eu
não consigo evitar de provocá-lo, ainda mais agora que estou aprendendo como
deixar ele doido.
(Musica Aqui)
(Musica Aqui)
Estava rindo da cara do
Bruno e nem percebi quando ele pegou minha ao rapidamente e a colocou sobre seu
membro, me fazendo segurar.
-É essa minhoquinha que
te faz gritar a noite toda lembra? –Ele disse com uma voz mais rouca que o
normal no meu ouvido, segurando minha mão ali naquele lugar ainda.
Eu podia sentir ele
crescendo na minha mão então me livrei do toque do Bruno e dessa vez coloquei
minha mão lentamente por dentro da calça dele e em seguida dentro da cueca,
como se não quisesse nada então ouvi ele respirar pesado.
-Eu juro por Deus que se
você fizer isso... –Bruno disse um pouco mais alto.
-Se eu fizer o que? E o
que você vai fazer comigo? –Coloquei a mão em volta do seu membro e fiz apenas
uns dois movimentos pra cima e pra baixo então Bruno gemeu e eu sorri.
-Você pediu. –Ele disse
com os olhos pegando fogo. Quando menos esperei, Bruno já estava tirando minha
blusa e abrindo meu sutiã, que tinha feixo na frente, com os dentes. Eu
simplesmente entrei em colapso quando sua boca quente entrou em contato com a
pele dos meus seios, lambendo e encostando seus dentes de leve sobre o bico
deles. Ele parou por um momento e olhou pra mim com um sorriso sarcástico no
rosto, segurou na parte de trás dos meus cabelos e me levantou um pouco do
colchão, fazendo meu pescoço ficar á mostra pra ele, que depositou um beijo totalmente
calmo ali.
-É só isso? –Falei
erguendo um pouco meu corpo e fazendo seu membro roçar na minha barriga um
pouco. Bruno odiava ser subestimado em algo, principalmente quando se tratava
de sexo.
Ele não falou uma
palavra, apenas riu e me soltou no colchão novamente, descendo suas mãos pra
minha calça do pijama e tirando ligeiramente. Bruno deu leves beijos por cima
da minha calcinha e logo depois colocou seu dedos na barra dela e ficou
brincando por um tempo ali, como se estivesse decidindo tirá-la ou não. Quando
pensei que ele estava querendo parar, senti apenas um puxão e ouvi um rasgo.
Sim, ele rasgou minha calcinha e em seguida a jogou para algum canto.
-Você é muito tarado.
–Falei olhando pra ele então ele veio até mim e aproximou nossos rostos.
-Tarado! Peter você é um
tarado. –Falei como se não estivesse gostando da situação então em poucos
segundos senti sua língua encostando levemente na minha intimidade, fazendo movimentos
circulares e chupando. Eu segurei seus cabelos com força fazendo ele se afundar
mais e mais dentro de mim enquanto eu gemia baixinho algumas coisas
imperceptíveis e Bruno sorria levemente ainda com a boca lá.
-Chega! -Falei segurando seu rosto um pouco afastado.
–Agora é minha vez.
-Tudo bem, vamos ver
qual será minha punição. –Disse ele se deitando então eu fui engatinhando até a
Tv, de propósito ficando de costas pra ele e apenas puxei os fios da tomada pra
desligar tudo. –Nossa, que visão privilegiada. –Bruno falou e deu um leve
tapinha na minha bunda então me virei com tudo e o empurrei violentamente pro
colchão.
-Você não me provoca
Peter. –Falei com a boca a milímetros da sua, dando uma bela mordida em seu
lábio então ele se inclinou pra começar um beijo mas eu me afastei e fui direto
ao que eu queria.
Passei minha unha de
leve sobre todo o seu corpo e fui descendo devagar, chegando na região da
virilha e fazendo Bruno se contorcer um pouco.
-R-Ray, sabe que não
precisa fazer isso se não quiser não é? –Ele disse olhando pra mim.
-Só me diz se to indo
bem. –Falei e fui colocando na boca devagar até onde eu conseguia. Em seguida
comecei a movimentar minha cabeça de cima pra baixo lentamente e coloquei as
mãos em volta dele pra ajudar enquanto Bruno segurava meus cabelos com cuidado. Depois de um tempo passei a lamber apenas a
cabeça bem devagar então ouvi a respiração do Bruno ficar pesada e achei que
estava na hora de parar. Com certeza aquilo não foi tão ruim quanto eu pensei
que fosse. –E então? –Perguntei subindo sobre ele e ficando com o rosto bem
perto do dele outra vez.
-Mais dois segundos e
você iria acabar com a brincadeira. –Ele
disse quase sem fôlego e colocou uma mão no meu cabelo e outra no meu quadril,
acariciando de leve. Eu ri um pouco e então ele me segurou com um pouco mais de
força e fez seu membro roçar em mim. Eu dei uma longa fisgada então fui
sentando com cuidado, vendo o sorriso no seu rosto se transformando em algo
mais malicioso.
Bruno segurou meus
quadris e começou a me remexer um pouco então apertei minhas unhas contra seu
peito.
-Peter, Peter. –Me
inclinei sobre ele e coloquei minha mão sobre seu rosto então ele me beijou e
eu comecei a rebolar em cima dele com certa velocidade. Suas mãos me auxiliavam
me movimentando pra cima e pra baixo então Bruno ficou sentado e nossos corpos
ficaram encaixados enquanto nos beijávamos deliciosamente.
-Isso Ray. –Bruno disse
com o rosto enterrado no meu pescoço então sorri e o abracei mais forte então
mais alguns minutos de movimentos, gemidos e carícias, eu cheguei ao meu ápice
e Bruno não conseguiu aguentar mais muito tempo e também chegou.
Nos deitamos lado a lado
e ficamos nos encarando enquanto recuperávamos nosso fôlego então Bruno chegou
bem perto de mim e passou seu dedo sobre meu lábio me causando uma sensação
gostosa.
-Mais uma vez preciso
dizer que você foi incrível. –Seu olhar penetrava no meu de uma forma
diferente, me fazendo sentir um arrepio e fazendo minhas bochechas ficarem
vermelhas. Sério mesmo Rachel? Você acabou de fazer sexo com ele e vai ficar
tímida porque ele disse que você foi incrível?
-Você também Bru. –Falei
e o beijei lentamente fazendo carinho naqueles cabelos que eu tanto amo.
***
-Hey, para de tremer um
pouco Ray. –Bruno disse me trazendo um copo de água enquanto eu inquietamente
batia minhas unhas na bancada da cozinha e meus lábios tremiam sozinhos. Eu
estava super nervosa com o fato de conversar com o meu mais novo irmão sobre o
meu desaparecido pai.
-Não consigo Bruno.
–Falei bebendo a água em um gole só praticamente e largando o copo na bancada
denovo.
-Vem cá. –Bruno disse esticando
os braços pra mim então eu o abracei forte e afundei meu rosto no seu peito,
inalando seu perfume que mais agia como um calmante sobre mim. –Rachel, eu
estarei aqui com você hoje e se depender de mim em todos os momentos que você
precisar, pois eu sou seu amigo antes de qualquer coisa. E vai dar tudo certo,
eu vou te ajudar em qualquer decisão que você for tomar, se você quiser é
claro. –Ele disse calmo, beijando-me o topo da cabeça. Eu respirei mais
aliviada e fiquei ali naquele abraço confortante que o Bruno tem.
As cinco horas em ponto
a campainha tocou. Bruno olhou pra mim e
acenou com a cabeça, sorrindo então sai de seus braços e fui atender.
-Oi Ray. –Andréa entrou
e me abraçou.
-Oi Dé. –Abracei ela
também e soltei um suspiro pesado. Nos soltamos e ela foi cumprimentar o Bruno
então Connor veio logo atrás e parou na porta, um pouco tímido talvez pela
presença do Bruno. Ele deu um sorriso tímido e então nos abraçamos forte e
mesmo estando de costas, pude sentir os olhares do Bruno sobre nós. Bobo
ciumento.
Andei com o Connor até
aonde estavam Bruno e Andréa, logo depois de fechar a porta, e tratei de os
apresentar.
-Bru, esse é o Connor, meu
irmão. E Connor, esse é o Bruno, meu hm...
-Namorado! –Bruno disse
sorrindo esticando a mão para o Connor e
olhando pra mim com um sorrisinho sarcástico.
-Muito prazer em
conhecê-lo Bruno Mars. –Connor disse e nós todos rimos. Ele parecia ser um cara
bem legal e humorado.
-O prazer é todo meu.
–Disse Bruno etão nos direcionamos para a sala. Eu perguntei se eles queriam
algo pra comer ou beber, mas recusaram então começamos a conversa sentados no
sofá.
-Então, Connor. Você
disse que o Bradley quer que eu o perdoe? –Falei olhando pra ele enquanto
Andréa e Bruno olhavam apreensivos.
-Sim, nosso pai disse
que estava muito arrependido de tudo isso e que tem muitas coisas pra
esclarecer pra você.
-Claro, desde os 10 anos
de idade ele não quer saber de mim, não me ligou nenhuma vez, não mandou sequer
um e-mail, cartão postal ou seilá o que, e agora quer do nada me ver e ainda
quer que eu o perdoe? Sinceramente, eu odeio ele. –Falei irritada.
-Rachel. –Bruno tentou
me repreender então eu apenas olhei pra ele com uma cara de “cala a boca ou eu
te mato” e ele não disse mais nada.
-Olha Connor, eu
sinceramente não sei o que fazer ou pensar. –Fui sincera.
-Então eu sugiro que
você tome uma decisão, pois ele já pediu transferência pra cá e antes do natal
ele estará aqui. –Ele disse e meu coração gelou, eu rapidamente soltei a mão do
Bruno que segurava a minha e comecei a andar em círculos pela casa, não
acreditando nisso.
-Antes do natal? Quando
exatamente? –Perguntei e Connor respirou fundo. Bruno e Andréa estava confusos
e prestando atenção.
-Dia dez de dezembro
mais ou menos. –Ele disse e na minha cabeça uma confusão de pensamentos se
formou então olhei pras chaves do meu carro em cima da bancada, fui até lá
rapidamente e logo o Bruno se levantou percebendo o que eu ia fazer.
-Ray, aonde você pensa
que vai? –Disse ele segurando meu braço de leve. Eu não iria chorar, não ali,
não agora.
-Eu não penso, eu vou.
Me solta por favor? –Pedi mas ele não soltou.
-Rachel, você não vai
dirigir assim, você está nervosa. –Disse ele olhando nos meus olhos enquanto eu
via Connor de cabeça baixa e a Andréa falando algo pra ele. Eu puxei meu braço
rapidamente das mãos de Bruno.
-Não venha atrás de mim.
–Falei e sai pela porta rapidamente, entrei no meu carro e dirigi, tentando
manter a calma, até o único lugar que eu sabia que me sentiria bem.
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Bom meninas, espero que tenham gostado heheh e Obrigada pelos comentarios anteriores <3 Amo vocês e continuem comentanto viu. Até o proximo.
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Bom meninas, espero que tenham gostado heheh e Obrigada pelos comentarios anteriores <3 Amo vocês e continuem comentanto viu. Até o proximo.

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Tava na sala almoçando e lendo, quando ela falou "minhoquinha" NÃO AGUENTEI
ResponderExcluirE que lugar essa mulher vai? Não foi uma boa idéia sair desse jeito e o Bruno com certeza vai ficar louco
Só espero que ela não sofra nenhum acidente depois de sair desse jeito. Pessoas nervosas não tendem a pensar muito no que irão fazer ou falar. Ah, como eu amei esse capítulo. Ela se entregando pra ele é perfeito. <3 amo muito e amei ter postado seguido <3
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