sábado, 17 de janeiro de 2015

Capítulo 33

Voltei amoreees, desculpem a demora, mas é que gosto que o capitulo fique pelo menos ao meu agrado então sou chata em relação à isso, mas ta aí, aproveitem. Amo vocês.
***

Enquanto tomava banho fiquei pensando no quão maravilhosa essa viagem já está sendo e no quão feliz eu estou por estar aqui com o homem que eu amo, e que por um momento cheguei a pensar que nunca mais veria.
Me ensaboei bastante e fiz carinho na minha barriga, deixando a água quente tomar conta do meu corpo e pensando na minha filha, em como seriam seus traços, seu jeitinho, sua voz.
Será que vai ter uma voz tão bonita quanto a do pai? Se deus quiser sim.
Quando saí do banho, Bruno estava sentado na cama com as pernas cruzadas, usando só uma calça de moletom e com o óleo de massagem nas mãos.
-Vem, deita aqui. –Disse ele dando um tapinha na cama então eu me deitei de toalha mesmo e só desenrolei a parte das costas.
Ouvi Bruno suspirar fundo enquanto espalhava o óleo pelas minhas costas, começando em seguida, uma massagem maravilhosa. Primeiro na região dos ombros, depois no meio das costas e por ultimo, mais perto do fim da coluna.
-Tá melhorando? –Perguntou ele.
-Muito, suas mãos são ótimas. –Falei com os olhos fechados, relaxando totalmente o corpo.
-Pois é, elas sabem fazer muitas outras coisas também. –Disse ele beijando minha nuca enquanto descia a mão até minha bunda então soltei um gemido fraco e ele sorriu contra minha pele enquanto continuava beijando.
Preciso admitir que meus hormônios triplicaram então eu estava totalmente doida por ele. Não que eu não estivesse antes, até porque eu preciso admitir que ele é bom demais, mas com a gravidez isso aumentou bastante.
-Sabem mesmo? Então vamos ver. –Falei remexendo meu quadril, empinando um pouco a bunda então ele apertou de leve e começou a massagear.
Desceu a outra mão também e devagar, foi escorregando um de seus dedos pra dentro de mim, o que foi bem fácil devido ao óleo em sua mão e ao fato de eu já estar molhada naquela área.
Começou a distribuir beijos pelas minhas costas e veio descendo devagar enquanto movimentava seus dedos dentro de mim, fazendo minha pele incendiar em cada lugar que ele beijava.
Quando chegou ao fim da minha coluna, Bruno levantou meus quadris e começou a me lamber, me fazendo arfar e segurar o travesseiro com força, quase pedindo pra que ele entrasse em mim logo.
Logo ele me virou de frente e veio dando beijos de baixo pra cima, sorrindo quando chegou na barriga e me fazendo sorrir também.
-Você ta muito gostosa. –Ele falou olhando pros meus peitos, segundos antes de começar a lambê-los também então agarrei em seu cabelo e o puxei pra cima, ficando cara a cara comigo.
Nos beijamos por um segundo e pude sentir sua animação então segurei seu membro com vontade e comecei a fazer movimentos com a mão dentro das calças dele.
-Rachel... Isso... Ahh. –Dizia ele contra a minha boca então mordi seus lábios e puxei então ele empurrou sua calça pra baixo meio às pressas e se posicionou entre minhas pernas, me penetrando logo em seguida.
Bruno começou a se movimentar devagar e logo me colocou, com cuidado, virada de barriga pra baixo, me penetrando outra vez.
Essa era uma das melhores posições, pois minhas pernas ficavam fechadas, fazendo o contato dele dentro de mim ficar maior, como se seu membro tivesse mais grosso.
Enquanto se movimentava, Bruno continuava beijando qualquer parte que conseguia do meu corpo e então aumentou a velocidade, fazendo nossos gemidos ficarem um pouco mais altos e contínuos.
Minutos depois, estávamos os dois deitados na cama, suados e ofegantes, com um sorriso frouxo no rosto.
-Ainda não escolhemos o nome da nossa princesa. –Me lembra Bruno, brincando com meus dedos.
-Hmm, que tal Cristine? –Falei e ele fez uma cara estranha.
-Não achei legal, prefiro Anne.
-Muito curto. Gosto de Candice. –Falei acariciando seus cabelos.
-Hanna e não se fala mais nisso. –Disse ele e eu sorri.
-Tá ai, gostei desse nome.  –Ele sorriu e me deu um selinho, passando a mão por cima da minha barriga.
-Então, nossa pequena Hanna. –Falei colocando minha mão por cima da dele, sentindo uma pontada bem aonde nossas mãos estavam.
-Amor, ela chutou? –Bruno perguntou já com os olhos cheios de lágrimas, o que me fazia perder a noção da vida.
-Sim Bru, ela chutou. –Falei e logo senti outro chute na lateral da barriga então peguei a mão dele e guiei até lá. –Aqui, põe a mão aqui.
-Oi amorzinho do papai, acordou com a pilha toda ein. –Disse Bruno com os lábios colados na minha barriga e nossa pequena chutou outra vez.
-Acho que ela gostou do nome. –Passei minha mão pela barriga também e logo Bruno veio até mim, me dando um beijo caloroso.
-Eu não sei o que faria da minha vida sem você. Obrigada por aguentar firme, eu te amo Ray. –Ele falou olhando bem dentro dos meus olhos.
-Eu aguentei por você, pela nossa filha e pelas pessoas que eu sei que me amam, embora eu tenha percebido isso tarde demais. Eu também te amo muito Bruno e sou muito grata por tudo o que fez e passou por mim. –Deitei minha cabeça em seu peito.
-Eu passaria mais mil vezes se fosse necessário. –Ele falou e beijou minha cabeça.
Passamos um bom tempo conversando e então dormimos, pois ainda era de tarde, mas não estávamos com pique pra sair hoje.
***
Acordei não sei quanto tempo depois com fome. Fome não, desejo. O primeiro desejo da minha gravidez.
-Bruno, acorda. –Falei baixinho chacoalhando ele.
-Hm, o que foi? –Resmungou o preguiçoso.
-Quero salsicha amor. –Choraminguei.
-Amor, transamos agora pouco e você já quer outra vez? –Ele falou e eu suspirei fundo.
-Não Bruno, é serio, to com vontade de comer salsicha. Compra pra mim por favor, daquelas enlatadas. –Falei e minha boca salivou só de lembrar então ele sentou-se na cama com aquela cara amassada e sorriu de lado.
-Sério mesmo? Aquele negócio é horrível amor. –Ele fez uma careta.
-Sério mesmo. Ou você quer que sua filha venha laranjada e fina? –Falei e ele gargalhou, levantando da cama e indo até o banheiro lavar o rosto.

Bruno’s Pov

Acordei com a Rachel pedindo que eu arrumasse salsicha enlatada pra ela. Até achei fosse zoeira dela já que aquilo é horrível, mas percebi que não quando ela fez manha pedindo a gororoba.
-Quero ver onde eu vou achar esse negócio por aqui. –Falei colocando minha roupa pra sair.
-Ai não sei, mas não demora, to morrendo de vontade. –Pediu ela com os olhos brilhando.
-Tudo bem, juro que vou tentar fazer isso rápido. –Falei dando um selinho nela e saindo do quarto do hotel, passando pela recepção e me informando onde havia um mercado mais próximo ou coisa do tipo então peguei o barquinho até o outro lado e fui a pé até o mercadinho que havia ali perto.
Procurei por quase todas as prateleiras, e quando eu estava quase me conformando com o fato de que minha filha seria laranjada e fina, achei as benditas salsichas escondidas bem no alto então peguei duas latas e fui pro caixa.
OFF

O Bruno havia saído fazia meia hora pra comprar as salsichas e ainda não havia voltado, eu estava subindo pelas paredes de vontade daquilo e estava quase pegando o telefone pra ligar pra ele quando ouço a porta do quarto sendo aberta.
Levantei correndo da cama e fui até a cozinha onde vi Bruno reclamando do frio enquanto colocava uma sacola com duas latas de salsicha no balcão.
-Ahh, minhas preciosas chegaram. –Falei correndo até as salsichas então abri uma das latas e comecei a comer desesperadamente. –Obrigada amor. –Falei com a boca cheia e ele riu.
-De nada Ray, mas ó, não pense que você vai comer essa lata inteira viu. Isso tem muito conservante e faz mal. –Falou ele sentando ao meu lado e olhando com cara de nojo pra salsicha.
-Que exagerado você, é só salsicha Bruno. -Falei e ele revirou os olhos.
-São salsichas horríveis. –Disse ele me olhando com aquela cara de convencido que só ele tem.
-Ah, me erra. –Dei risada e ele também então me pegou no colo e saiu correndo comigo pelo quarto.

-Agora você vai ver.

***
Espero que tenha gostado hueheueueh
não vou prometer que vou voltar cedo pq agora eu voltei a assistir meu seriado favorito, Chuck, e sabe como é, amor é amor uahsuahs
Comentem por favor e até mais

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Capítulo 32

Ooi gente, me desculpem denovo, mas não sei nem se tenho explicação pra essa minha demora. É só que minha vida tá uma bagunça e eu andei desanimando uns dias, mas como vocês sabem, faço o possível :(
***

-Bruno, acorda, tá na hora já. –Falei chacoalhando ele na cama.
Ele resmungou algo e cobriu o rosto com as mãos, por causa do sol que entrava pela janela.
-Ray, fecha a cortina, por favor, não quero levantar agora. –Falou ele colocando a coberta sobre o rosto e voltando a dormir.


-Então ta, fica aí que eu vou pra Veneza sozinha. Vou tratar de achar um homem que acorde cedo pra criar minha filha. –Falei segurando o riso e ainda mais quando a cabeça dele surgiu debaixo das cobertas com um olhar indignado.
-Meu Deus que chantagem viu. –Ele levantou da cama esfregando os olhos e foi em direção ao banheiro. –E também, eu duvido que vá achar um homem tão maravilhoso quanto eu. –Falou ele e eu gargalhei, fazendo-o aparecer na porta do banheiro pra me olhar. O que me fez rir mais ainda. –Admita Rachel, eu sou o homem da sua vida e ninguém é tão bom quanto esse cantor aqui. –Ele apontou pra si mesmo e voltou lá pra dentro.
-Que você é o homem da minha vida é verdade, mas acho melhor cuidar com o que fala pois eu posso fazer um telefonema e em meia hora o Justin Timberlake aparece aqui na frente de limusine. –Falei me lembrando que Justin já havia fechado negócio comigo uma vez. Apareci na porta do banheiro e fiquei olhando pra ele.
-Ahh, vai lá com ele então, boa sorte. –Ele falou jogando um pouco de água no rosto.
-Vou mesmo, tchauzinho. –Me virei pra sair do banheiro e ele pegou meu braço, me prendendo no encosto da porta. –Ué, desistiu de me deixar ir embora? –Falei olhando dentro dos olhos dele.


-Eu nunca deixaria. –Resmungou baixo e me beijou, acariciando meu rosto de leve.
Bruno tem melhorado muito comigo durante esses dias, ainda não conseguiu se abrir, mas vou respeitar o tempo dele. Acho que essa viagem vai nos fazer muito bem.
-Ok, agora vamos lá comer algo que logo meu irmão vai vir aqui nos pegar pra levar no aeroporto.
***
-Aham, ta certo pai. Pode deixar, vou me cuidar sim. –Falei ao telefone pro meu pai enquanto seguia até o aeroporto.
-Promete que vai me ligar quando chegar lá? E que vai se alimentar direitinho? E que não vai sair sozinha? Passa pro Bruno que eu vou pedir pra ele cuidar de você.
-Pai, não precisa, não tenho mais dez anos. –Dei risada enquanto Bruno, Connor e Andréa me olhavam com uma cara cômica.
-Eu sei meu amorzinho, mas tenho medo de que algo aconteça com você. Eu te amo demais. –Diz ele me fazendo querer ir até o trabalho dele pra dar um abraço bem apertado, mas agora não dá tempo.
-Eu também te amo pai. Beijos. –Falei com o coração apertado e Bruno segurou minha mão, provavelmente percebendo a aflição nos meus olhos.
-Beijos e aproveita. –Disse ele e eu agradeci então desligamos.

Bruno’s Pov

-Eu te amo pai. Beijos. –Ray falava com Bradley ao telefone e eu percebi que ela estava aflita, afinal, Bradley tinha medo que qualquer coisa pudesse acontecer com ela.
Eles falaram mais alguma coisa e ela desligou o telefone, encostando a cabeça no meu ombro e suspirando.


-Vai ficar tudo bem. –Falei beijando sua cabeça.
Passamos o caminho até o aeroporto conversando sobre lugares que cada um já viajou e sobre as coisas legais que tem pra se fazer em Veneza, já que Connor já havia ido pra lá umas duas vezes.
Rachel se juntou à conversa, mas não falou muito, afinal, sei que seu pensamento voava longe até o pai e quando chegamos ao aeroporto, ela pediu licença dizendo que iria ao banheiro e comprar um café.
Senti que deveria ir atrás dela, mas achei melhor deixá-la um pouco sozinha, ela tem seus momentos de pensar e eu vou respeitar isso então nos sentamos pra esperar o embarque e quando vi que Ray estava demorando, fui atrás dela.
OFF

Depois que fui ao banheiro, caminhei até a lanchonete mais próxima, fiz meu pedido no balcão e me sentei em uma das mesas redondas que havia lá. A lanchonete estava consideravelmente cheia e acabei me distraindo com o celular, nem percebendo quando alguém sentou na minha mesa.
-Bom dia, a senhorita por um acaso está sozinha? –Disse um homem, mais ou menos da minha idade, com cabelos pretos e olhos quase claros.
-Hã, estou... Na verdade. –Fui falar, mas acabei gaguejando por ter sido pega de surpresa.
-Tudo bem, eu faço companhia. –Disse ele abrindo um sorriso, digamos, amigável, mas que não me comprou.


O cara tentou puxar assunto, mas eu não dei muita bola e assim que meu café chegou, eu paguei e fui me levantar, só que pra completar, vi Bruno vindo em minha direção com uma cara nada boa.
-Quem era ele? –Perguntou ele colocando a mão em minha cintura com força e fuzilando o cara com o olhar.
-Não sei, ele sentou na minha mesa e começou a puxar papo, mas eu não prestei atenção em nada. –Falei normalmente enquanto andávamos até o local de embarque.
-E por que não mandou ele embora? –Ele falou sem olhar pra mim. Ah não, crise de ciúmes comigo não rola.
-Não queria ser mal educada Bruno. E você vê se por favor controla esse seu ciúme besta, pois você sabe que pra cima de mim não. –Falei e ele ficou mais carrancudo ainda, mas não falou nada também.
Chegamos até o local e ele passou reto por Connor e Andréa e foi se sentar, com o bico mais lindo na cara.
Andréa olhou pra mim como se perguntasse o que aconteceu e eu só dei risada então ela veio até mim e eu expliquei, e ficamos conversando até o vôo ser chamado.
-Hey, bicudo, vamos?  -Falei esticando a mão pra ele que sorriu e se levantou, me abraçando de lado.
-Desculpa. –Pediu ele ao meu ouvido e eu sorri em vitória, acenando que sim com a cabeça.
Nos despedimos deles e seguimos pra dentro do avião, nos acomodando na poltrona e aguardando-o decolar.
***
-Bruno, acorda. –Falei passando a mão nos cabelos dele e distribuindo beijos pelo seu rosto até que ele acordasse. –Vem amor, já chegamos. –Tirei meu cinto e levantei.
Eu não consegui dormir muito no avião então fiz o que pude pra me manter entretida enquanto o Bruno dormia, o que foi quase todo o tempo.
-Hmm, que delicia acordar assim. –Disse ele abrindo os olhos e eu ri. –Quando estivermos no hotel você pode me acordar de outras maneiras também. –Ele falou e eu dei um cutucão na sua costela.
Saímos do avião e fomos até a esteira pegar nossa bagagem e em seguida, saímos do aeroporto, onde o ar gelado da cidade invadiu nossos pulmões.
-Caramba, que frio. –Reclamou Bruno esfregando os braços enquanto esperávamos um taxi.
-Já estou adorando essa cidade. –Falei sorrindo enquanto abraçava-o.
Logo um taxi parou, Bruno deu o endereço do hotel e o motorista seguiu, dizendo que era um pouco longe e realmente era, pois levamos uns 40 minutos pra chegar lá.
-Bom, daqui vocês terão que pegar um daqueles barcos ali, que os levará até o hotel Centurion Palace. –Disse o taxista. Bruno pagou e o agradeceu, então ele se foi.
Pegamos o barquinho, Bruno me ajudou a entrar e carregou as malas pra dentro e enquanto íamos pelo rio, o condutor do barco nos explicava os pontos que estávamos passando, onde ficavam os lugares mais próximos e agradáveis pra jantar e etc. Foi maravilhoso, mas foi mais rápido que o taxi, afinal, o hotel era perto então logo chegamos.
Eu não havia prestado atenção no hotel, mas ele era perfeito, gigante e maravilhoso. Tinha que ser coisa do Bruno.


-Amor, pode me dar uma ajudinha aqui? –Bruno pediu e eu fui correndo até ele, esticando as mãos pra pegar uma das malas.
-Pega essa mais leve aqui que com o resto me viro. –Ele falou, mas logo um dos funcionários do hotel apareceu e colocou nossas malas num carrinho.
***
Bruno’s Pov

-Finalmente chegamos, estou morrendo de cansaço. –Disse Ray se jogando na enorme cama do hotel.
-Toma um banho quente que eu vou te fazer uma massagem. –Falei me agachando ao lado dela na cama.
Ficamos nos encarando por um tempo e ela sorriu, então me aproximei e a dei um beijo enquanto acariciava seu rosto.
-Vai tomar um banho vai, senão você não sai mais dessa cama. –Falei apertando o nariz dela, que se levantou e foi em direção ao banheiro então tirei a colcha grossa da cama, arrumando pra ela deitar e peguei o óleo de massagem na bolsa dela.

OFF

***
Então, espero que tenham gostado e quero adiantar que vão acontecer algumas surpresinhas na viagem e também que a fic tá meio que no final.
Mais uma vez me desculpem pela demora :( Eu queria poder postar todos os dias, mas tá tudo muito complicado por aqui :/