segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Capítulo 35

Olá meninas, aqui venho eu com o ultimo capítulo dessa fic, que posso dizer que foi bem especial pra mim, e espero que vocês tenham apreciado ler assim como eu apreciei escrever. Me desculpem pelas minhas falhas e espero poder consertá-las em fics futuras se eu for continuar no "ramo". Boa leitura.
***
"Está tudo bem ter cicatrizes, elas vão te fazer quem você é" 

Alguns (muitos) anos depois


Caramba, tantos anos se passaram e muitas coisas, boas, aconteceram nesse tempo todo.
Depois de dois anos de namoro, Bruno e eu nos casamos e três anos depois, quando Hanna havia completado seus sete anos, eu descobri que seria mamãe outra vez e assim veio meu pequeno tesouro que hoje tem nove anos, Bryce.
Connor e Andréa nunca se separaram e acabaram casando um ano depois de mim. E agora eles têm duas gêmeas lindas de cinco anos.
Meu pai finalmente se arranjou com a mulherada e agora desconfio que ele esteja namorando escondido, vê se pode.
E falando em namorados, dona Hanna que mal completou seus 16 anos já arrumou um, que acima de tudo é um bom garoto, mas Bruno óbvio, banca sempre o ciumento.
A carreira de Bruno apenas decolou com o passar dos anos e ele ganhou cada vez mais reconhecimento e dinheiro, dando-o a oportunidade de abrir algumas ONGs em ajuda às pessoas com necessidade e de países subdesenvolvidos. Estamos todos muito orgulhosos de tudo o que ele fez e sabemos que ele pode fazer muito mais.
E o nosso relacionamento, bom, não poderia estar melhor. Depois que nos casamos e tivemos nosso segundo filho, as coisas entre nós ficaram um pouco tensas por conta das viagens, shows e meu curto espaço pra ficar com as crianças mas com calma nós fomos ajeitando tudo e hoje estamos em perfeita harmonia.
Alguns meses atrás eu vendi minha empresa e guardei o dinheiro, pois até agora não sei o que fazer com ele, ainda estou querendo abrir um novo negócio, mas não sei o que.
-Mãe atende a porta pra mim. –Grita Hanna lá de cima então saio da cozinha em direção à porta e abro.
-Ah, olá Devon, pode entrar, Hanna já desce. –Dei passagem para Devon, o namorado de Hanna entrar.
-Obrigada, vou esperar aqui na sala mesmo. –Disse ele todo simpático sentando-se no sofá enquanto eu voltava pra cozinha então logo Bruno veio da piscina onde estava e entrou na cozinha, me dando um abraço por trás enquanto eu cozinhava.
-Sabia que você fica linda nesse avental? –Ele beijou meu pescoço. –Sabe quantas coisas poderíamos fazer aqui? –Disse Bruno bem baixinho no meu ouvido.
-Amor, sabe que eu adoraria, mas se comporta, tem gente em casa.
-Quem? –Pergunta ele e logo Hanna aparece.
-Mãe estou indo.
-Indo aonde mocinha? –Pergunta Bruno desconfiado.
-Sair com o Devon pai. –Disse ela e Bruno olhou sério, fazendo o rosto dela ficar sério também.
-Tudo bem, só não volte tarde e juízo. –Disse ele rindo então ela o abraçou e deu um beijo, em seguida fazendo o mesmo comigo. Era incrível como ela tinha a personalidade dele.
Algum tempo depois, Bruno foi pro banho e enquanto eu terminava de cozinhar o jantar, pois meu pai, Connor e Andrea estavam vindo.
-Mããe. –Chama Bryce entrando na cozinha.
-Oi meu amor, o que foi? –Falei olhando pra ele.
-Cadê o vovô? Ele já deveria estar aqui. –Pediu ele manhoso. Era incrível como ele adorava o avô.
-Calma Bryce, ele já deve estar chegando. –Falei e logo a campainha tocou e então Bryce sorriu. –Deve ser o vovô, pode abrir pra mim? –Pedi e ele saiu correndo pra abrir a porta então sequei as mãos e fui encontrar meu pai, que não estava sozinho.
-Mãe, o vovô tem namorada. –Disse Bryce no colo do meu pai, que soltou um sorrisinho enquanto colocava Bryce de volta no chão.
-Ray, quero que conheça minha namorada, Elleanor. –Disse ele nos apresentando. Ela parecia uma moça super educada e inteligente pelo pouco que conversamos. –E cadê minha princesinha Hanna?- Pediu ele.
-Sua neta saiu com o namorado pai, nos deixou. –Falei rindo.
Assim que Bruno veio do quarto, já de banho tomado, pude ouvir Bryce contando pra ele sobre a nova namorada do papai, e pude ouvir também a baderna de quando meu irmão chegou com as gêmeas.
Jantamos todos conversando e rindo das crianças que faziam palhaçadas e corriam pela casa e Bryce reclamando que elas não o deixavam em paz.

Bruno’s Pov

Depois de todos terem ido embora e as crianças estarem dormindo, fui até a piscina, onde Rachel estava sentada em uma das cadeiras com uma taça de vinho na mão. Ela geralmente faz isso quando está muito pensativa.
-Pensando no que meu amor? –Falei parando atrás dela e massageando seus ombros que estavam tensos. Ela respirou fundo e eu sabia que vinha coisa aí.
-Não é engraçado tudo de bom que aconteceu na nossa vida, depois de toda aquela merda? Eu quero dizer, está tudo tão bom, que eu tenho medo de que algo possa acontecer e acabar com isso. –Disse ela tomando o ultimo gole do seu vinho.
-Eu sei meu amor, mas isso tudo o que está acontecendo é a recompensa das coisas ruins que você passou ao longo da vida. Fica tranquila, nada de ruim vai acontecer, eu to aqui por você, e dessa vez pra sempre. –Falei beijando o topo de sua cabeça.
-Eu sei meu amor. E eu já devo ter dito isso, mas o principal motivo pelo qual me apaixonei por você, foi que você esteve lá comigo desde o primeiro dia, mesmo sabendo de todos os meus segredos, mesmo ficando noites sem dormir e aguentando minhas crises, mesmo suportando o fato de que no começo eu não te amava. Mas na verdade eu sempre te amei, eu só não me permitia saber isso. E o mais importante, você não desistiu de mim nem quando eu mesma já havia desistido. –Ela falou com a voz embargada então fiquei à sua frente.
-Eu não poderia meu amor, não conseguiria. Você me encantou com esse seu jeito diferente desde a primeira vez em que conversamos. –Falei com a testa encostada na dela. –Mas, por favor, não vamos mais falar disso, não é bom pra nenhum de nós. A partir de agora vamos seguir em frente okay? –Falei limpando suas lágrimas e ela sorriu. Aquele sorriso sincero que Rachel só dá quando está realmente feliz.
-Tudo bem. –Disse ela me dando um selinho, então logo depois nos levantamos e entramos.
-Você viu que vão fechar aquela cafeteria perto do estúdio? –Falei enquanto subíamos as escadas.
-Você tá brincando? Aquele foi o lugar do nosso primeiro encontro. –Disse ela e minha mente voltou praquele dia. –Poxa, que triste que vão fechar. Eu adorava aquele lugar. Uma vez até cheguei a pensar em trabalhar lá, antes de herdar a empresa. –Disse ela e eu soltei um sorriso.
-Pois é, vai deixar saudades. –Falei entrando no nosso quarto então nos trocamos e deitamos na cama.
-Boa noite Bruno. –Disse ela acariciando meu rosto.
-Boa noite Ray. –Falei fazendo o mesmo, seguido de um selinho então a abracei e assim pegamos no sono.
OFF
***
-Mãe, o pai quer falar com você, ele ta te esperando lá em baixo. –Disse Hanna na porta do banheiro enquanto eu escovava os dentes.
-Tudo bem, já estou descendo. –Falei terminando de escovar os dentes e descendo até onde Bruno estava. –Oi amor, achei que ficaria no estúdio até mais tarde hoje. –Falei dando-lhe um beijo.
-Precisei sair mais cedo e resolver umas coisas. –Ele abriu um sorrisinho sapeca enquanto olhava pra mim.
-Que coisas? O que você andou aprontando Mars? –Falei desconfiada e ele riu.
-Calminha, é surpresa. –Disse ele estendendo a mão pra mim. –Vem comigo, preciso te mostrar uma coisa.
-Okay. –Peguei a sua mão. –Crianças, eu e seu pai vamos dar uma saída e já voltamos. –Falei e saímos em direção ao carro do Bruno.
-Amor, você vai precisar usar essa venda. –Disse ele me entregando uma venda vermelha, que eu coloquei.
-Ai ai senhor Bruno. –Falei e ele deu risada.
-Calma Ray, confia em mim.
***
-Prontinho chegamos. –Disse ele desligando o carro.
-Posso tirar a venda?
-Ainda não, espera aí que eu vou abrir a porta e te guiar. –Bruno falou e segundos depois já estava na minha porta. Quando ele abriu a porta do carro, pude sentir o ventinho fresco que ainda soprava por ali. Peguei sua mão e ele me guiou por alguns metros até pararmos. –Pode tirar a venda. –Disse ele e assim eu fiz.
Quando reparei estávamos na cafeteria, aquela do nosso primeiro encontro, e Bruno estava com a chave em mãos, abrindo a porta.
-Bruno, o que estamos fazendo aqui? –Perguntei sem entender nada então ele me pegou pela mão e me guiou pra dentro, até o balcão, onde se sentou e indicou que eu fizesse o mesmo.
Ele olhava pra fora pela vidraça como se estivesse pensando exatamente naquele dia em que nos conhecemos, e eu sabia que ele estava.
-Este lugar é importante, não é? –Falei pra ele que ainda olhava pra fora, com um olhar distante.
-Sim, muito. –Disse ele balançando a cabeça.



Entrar lá me fazia ter muitas lembranças, e Bruno sabia disso. Aquele lugar era importante pra mim também, era onde eu me sentia confortável e segura quando eu precisava pensar.
-Eu te trouxe aqui, pois eu quero saber se você aceita ser a dona deste lugar Rachel. –Disse ele e eu arregalei os olhos.
-C-Como? Dona?
-Sim meu amor, eu comprei isso pra gente, pra você, melhor dizendo. Eu lembro que você comentou que não aguentava mais ficar sem trabalhar e sei que este lugar é importante então... Por que não? Além do mais, quero que nossos filhos cresçam sabendo o valor do trabalho e aprendam a ter princípios na vida, e aqui seria um bom lugar pra começar.
-Amor, eu nem sei o que dizer. Quer dizer, eu nunca me imaginei dona disso, mas nossa, seria ótimo. –Falei sorrindo e o beijando em seguida.
Eu precisava admitir que estava transbordando de felicidade, afinal, esse era o único jeito de não transformarem o lugar em outra coisa e agora sendo nosso, é perfeito.
Passamos a tarde toda ali, conversando e imaginando como será quando finalmente abrirmos o café outra vez, e como seria ter boa parte da nossa história guardada ali.
-Eu te amo Bruno. –Falei abraçando-o assim que ele trancou novamente a porta da cafeteria.
-Eu te amo Ray. –Falou ele me olhando fundo nos olhos.
-Promete que nunca vai me deixar? –Falei e ele pegou minha mão.
-Sabe o que eu te prometo? Eu te prometo que eu quero passar, e aprender e amar, o resto da minha vida com você Rachel Williams. –Disse e me beijou, me fazendo de uma vez por todas, ter certeza de que ele fora e sempre será, meu anjo da guarda.


 Fim

***
Então foi isso gente. Espero de coração que tenham gostado, e me desculpo mais uma vez se algum dia deixei a desejar, pois sei que sim.
Obrigada à vocês que me acompanharam até aqui e que sempre me apoiaram, sou eternamente grata.
Não sei ainda quando volto a postar fics pois estou um pouco enrolada com a faculdade, mas prometo que se eu achar um jeito vou começar a postar uma outra fic que já tenho começada aqui.
E é isso, obrigada e até a próxima. Amo vocês <3

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Capítulo 34

Bom gente, eu sei que demorei e sinto muito por isso, mas eu precisava dar um tempo e rever algumas idéias pra saber que rumo exatamente dar pra fic pois eu acabei mergulhando na minha própria história e não sabia o que fazer com ela, mas agora já decidi e espero que gostem pois eu acho que consegui dar o rumo que eu queria.
***

Bruno’s Pov

-Amor, você ainda não tá pronta? –Perguntei chegando no banheiro onde Rachel se arrumava impecavelmente.
-Ai desculpa amor, só mais uns minutinhos. –Disse ela enquanto eu me encostava na porta do banheiro. –Aliás, está muito bonito. –Disse ela me olhando de cima a baixo.


-Obrigada Williams, você também. –Falei me aproximando e beijando sua bochecha. –Agora por favor, vamos que estamos atrasados. –Falei e ela rolou os olhos dando risada.
-Tá tá, vamos. –Rachel saiu do banheiro logo atrás de mim então peguei minha carteira e seguimos pra fora do hotel.
O frio estava intenso lá fora e a previsão era de um pouco de neve pra daqui a algum tempo, o que tornaria o fim de noite perfeito.
Assim que passamos da pequena travessia de barco, pegamos um táxi e fomos até o restaurante, que, preciso admitir, era maravilhoso.
OFF

Assim que chegamos no restaurante, que tinha o interior aquecido, fomos levados até nossa mesa. Eu estava impressionada com a beleza do lugar.
Não era aquele tipo de coisa exagerada, mas era lindo, e tinha um toque mais escuro que deixava tudo mais charmoso.


-Vão querer pedir já ou preferem esperar mais alguns minutos? –O garçom perguntou.
-Vamos pedir já, pode ser? –Bruno perguntou olhando pra mim, que concordei.
Fizemos nossos pedidos e o garçom saiu enquanto Bruno e eu engatamos uma conversa sobre como a cidade era bonita mesmo tendo visto apenas uma pequena parte dela. As luzes, o rio, a estrutura, tudo era lindo demais e deixava as pessoas com vontade de conhecer cada vez mais a cidade.
-O que vamos fazer depois daqui? –Perguntei assim que nossa refeição chegou e Bruno deu um sorrisinho sacana, balançando a cabeça.
-Calma querida, a noite mal começou. É surpresa. –Disse ele dando mais uma garfada em sua comida.
-Você e seus esquemas ein Bruno, mas okay, já que é surpresa. –Falei tentando não mostrar empolgação, já que por dentro eu estava doida de curiosidade. Eu adoro surpresas, elas dão um sentimento bom.
***
-Bruno, não to gostando disso, sério. –Falei enquanto ele me guiava pela rua. Podia sentir o vento batendo no meu rosto. Eu estava vendada e não sabia o que ele estava pretendendo fazer.
-Calma Ray, não precisa ficar assim, você vai gostar. –Disse ele ainda me guiando. –Agora tem um degrau, desce com cuidado. –Ele me guiou e eu desci o degrau, pisando em algo que parecia mexer de um lado pro outro então ouvi Bruno falando com alguém.
-Quando você chegar ao final do canal, haverá um cais, pode deixar lá. –Disse a voz de um homem ao longe e logo Bruno agradeceu.
Eu começava a desconfiar do que ele estava fazendo, mas ao vou falar nada, apenas aproveitar.
-Bruno, é você? –Perguntei quando senti o chão abaixo dos meus pés mexer outra vez.
-Sim sou eu. –Ele tocou minhas mãos. –Agora vou retirar sua venda. –Ele falou se posicionando atrás de mim e retirando a venda com calma, em seguida me abraçou e sussurrou no meu ouvido. –Abra os olhos Rachel.
Abri os olhos devagar e a vista não poderia ser mais incrível. Estávamos no grande canal de Veneza, apenas um dos lugares mais belos pra se visitar na cidade. Eu estava paralisada, boba, sem palavras, pois o lugar era lindo demais pra se descrever.
-Bruno eu... –Tentei falar mas ainda olhava as luzes ao nosso redor como uma criança então senti ele me abraçar mais forte.


-Gostou? –Falou baixinho beijando meu pescoço de leve então me virei pra ele.
-Eu amei, muito obrigada por me trazer aqui. –Disse dando-lhe um beijo demorado.
-Queria fazer uma surpresa pra você, e pra outra mulher da minha vida. Vocês merecem. –Ele falou passando a mão sobre minha pequena barriga. –Vem, vamos sentar. –Ele segurou minha mão e fomos até debaixo da cobertura do barquinho. Eu sentei e Bruno foi guiando o barco enquanto conversávamos sobre coisas aleatórias.
-Amor, vem cá ver uma coisa. –Disse Bruno então me levantei e parei ao seu lado e ele apontou pra cima onde estava a ponte di rialto, também iluminada e linda como sempre então tirei meu celular do bolso e tiramos umas fotos e aproveitamos pra tirar fotos juntos então Bruno me abraçou por trás e quando eu apertei pra tirar a foto ele me deu um beijo na bochecha e a foto ficou maravilhosa.


-Amei essa foto, vou por de papel de parede. –Falei animada e ele riu, voltando à direção do barco.
-Chegamos. –Disse ele encostando o barco em um cais logo que passamos a ponte.
-Chegamos aonde? –Perguntei e ele estendeu a mão pra mim.
-Na parte final da surpresa. –Disse ele enquanto me ajudava a sair do barco a agradecia o senhor que estava ali à espera do barco.
-Achei que já tinha acabado. –Falei enquanto caminhávamos de volta pra ponte que acabamos de passar. –Por que estamos voltando?
-Vamos até a ponte. Ela é o único ponto de acesso pro outro bairro, mas não vamos lá hoje pois está tarde e frio, vamos só até a ponte. –Disse ele e logo chegamos à ponte.
-Caramba como é lindo aqui. –Falei olhando ao redor quando paramos na metade da ponte. O ria corria abaixo de nós, perfeito e escuro e logo, flocos de neve fininhos começaram a cair. –Bru, tá nevando. –Falei alegre. Eu adorava neve e sentia falta, já que em Los Angeles não é uma coisa muito comum de se ver.
-É lindo sim. –Disse ele coçando a nuca. Opa, ai tem coisa.
-Bruno, tudo bem? Você parece nervoso. –Falei tocando seu ombro, ele estava tenso.
Bruno respirou fundo algumas vezes e relaxou os ombros.
-Na verdade, eu preciso te dizer uma coisa Ray. –Ele pegou minhas mãos.
-Pode dizer Bruno, pode dizer o que você quiser. –Falei passando minha mão na bochecha dele.
-Eu sei que nós começamos isso tudo isso de uma maneira confusa e eu acabei me apaixonando por você mesmo sabendo que você não sentia o mesmo por mim, e isso me fez ter muitas duvidas em relação aos meus sentimentos, mas a questão é que, mesmo que você passasse o resto da vida sem sentir nada por mim, eu sabia, lá no fundo, que era meu dever te proteger todos os dias da minha vida e acabou que, no momento em que você mais precisou... Eu falhei com você. –Ele falou abaixando a cabeça.
-Bruno por favor, não diz isso, eu te amo de verdade e aquilo nunca foi culpa sua. Não pense nem mais um minuto nisso, pois não foi culpa sua de jeito nenhum. –Falei abraçando-o forte.
-Ray, eu preciso saber, se você me quer na sua vida pra sempre. Pois se quiser, eu te juro que nunca vou embora, nunca.
-Bruno, é claro que eu quero. Nunca estive tão certa em toda minha vida e agora que teremos uma filha, eu quero mais ainda. –Falei e ele sorriu.
-Então eu acho que já passou da hora de eu te entregar uma coisa. Eu sei que isso não representa nem metade de tudo o que sinto por você, mas a partir de agora, simbolizará nossa união. –Bruno falou tirando do bolso do casaco uma pequena caixinha e abrindo em seguida. –Rachel Williams, você quer a partir de agora, ser oficialmente minha namorada? –Ele se ajoelhou, mostrado o lindo par de alianças que ali havia.


Eu não poderia estar mais feliz, é obvio que estávamos namorando, mas isso é algo que não pensei que fosse acontecer tão cedo e agora eu estou que nem uma boba olhando pra ele e sorrindo.
-É claro que quero meu amor. Tudo o que eu mais quero na vida é viver em paz ao seu lado e com a nossa filha. –Falei levantando-o do chão e o beijando.
-Esse pequeno diamante representa você Ray, pois assim como ele, você é forte e não se quebra por qualquer coisa. –Ele disse pegando meu dedo e colocando a aliança. -Obrigada por fazer parte da minha vida.
-Obrigada você por um dia, ter entrado na minha. –Coloquei a dele e então nos beijamos, debaixo da fina neve que caía naquela linda noite me Veneza.
-Te amo Bruno.
-Te amo Ray.



***
Cá estou outra vez meninas. É o seguinte, como eu disse que seria uma fic curta é oq está acontecendo então sinto-lhes informar que provavelmente o próximo capitulo será o último pois eu realizei tudo o que precisava na fic então não tem mais motivo pra enrolar ela.
Espero de coração que tenham gostado assim como gostei de escrevê-la e se eu chegar a postar mais fics espero que leiam e gostem.
O próximo capitulo vai ser um resumão geral de como tudo se desenrola na vida futura deles e eu vou tentar deixá-lo emocionante.
Mais uma vez me desculpem pelas demoras e pelas faltas e obrigada por serem tão compreensivas. amos vocês.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Capítulo 33

Voltei amoreees, desculpem a demora, mas é que gosto que o capitulo fique pelo menos ao meu agrado então sou chata em relação à isso, mas ta aí, aproveitem. Amo vocês.
***

Enquanto tomava banho fiquei pensando no quão maravilhosa essa viagem já está sendo e no quão feliz eu estou por estar aqui com o homem que eu amo, e que por um momento cheguei a pensar que nunca mais veria.
Me ensaboei bastante e fiz carinho na minha barriga, deixando a água quente tomar conta do meu corpo e pensando na minha filha, em como seriam seus traços, seu jeitinho, sua voz.
Será que vai ter uma voz tão bonita quanto a do pai? Se deus quiser sim.
Quando saí do banho, Bruno estava sentado na cama com as pernas cruzadas, usando só uma calça de moletom e com o óleo de massagem nas mãos.
-Vem, deita aqui. –Disse ele dando um tapinha na cama então eu me deitei de toalha mesmo e só desenrolei a parte das costas.
Ouvi Bruno suspirar fundo enquanto espalhava o óleo pelas minhas costas, começando em seguida, uma massagem maravilhosa. Primeiro na região dos ombros, depois no meio das costas e por ultimo, mais perto do fim da coluna.
-Tá melhorando? –Perguntou ele.
-Muito, suas mãos são ótimas. –Falei com os olhos fechados, relaxando totalmente o corpo.
-Pois é, elas sabem fazer muitas outras coisas também. –Disse ele beijando minha nuca enquanto descia a mão até minha bunda então soltei um gemido fraco e ele sorriu contra minha pele enquanto continuava beijando.
Preciso admitir que meus hormônios triplicaram então eu estava totalmente doida por ele. Não que eu não estivesse antes, até porque eu preciso admitir que ele é bom demais, mas com a gravidez isso aumentou bastante.
-Sabem mesmo? Então vamos ver. –Falei remexendo meu quadril, empinando um pouco a bunda então ele apertou de leve e começou a massagear.
Desceu a outra mão também e devagar, foi escorregando um de seus dedos pra dentro de mim, o que foi bem fácil devido ao óleo em sua mão e ao fato de eu já estar molhada naquela área.
Começou a distribuir beijos pelas minhas costas e veio descendo devagar enquanto movimentava seus dedos dentro de mim, fazendo minha pele incendiar em cada lugar que ele beijava.
Quando chegou ao fim da minha coluna, Bruno levantou meus quadris e começou a me lamber, me fazendo arfar e segurar o travesseiro com força, quase pedindo pra que ele entrasse em mim logo.
Logo ele me virou de frente e veio dando beijos de baixo pra cima, sorrindo quando chegou na barriga e me fazendo sorrir também.
-Você ta muito gostosa. –Ele falou olhando pros meus peitos, segundos antes de começar a lambê-los também então agarrei em seu cabelo e o puxei pra cima, ficando cara a cara comigo.
Nos beijamos por um segundo e pude sentir sua animação então segurei seu membro com vontade e comecei a fazer movimentos com a mão dentro das calças dele.
-Rachel... Isso... Ahh. –Dizia ele contra a minha boca então mordi seus lábios e puxei então ele empurrou sua calça pra baixo meio às pressas e se posicionou entre minhas pernas, me penetrando logo em seguida.
Bruno começou a se movimentar devagar e logo me colocou, com cuidado, virada de barriga pra baixo, me penetrando outra vez.
Essa era uma das melhores posições, pois minhas pernas ficavam fechadas, fazendo o contato dele dentro de mim ficar maior, como se seu membro tivesse mais grosso.
Enquanto se movimentava, Bruno continuava beijando qualquer parte que conseguia do meu corpo e então aumentou a velocidade, fazendo nossos gemidos ficarem um pouco mais altos e contínuos.
Minutos depois, estávamos os dois deitados na cama, suados e ofegantes, com um sorriso frouxo no rosto.
-Ainda não escolhemos o nome da nossa princesa. –Me lembra Bruno, brincando com meus dedos.
-Hmm, que tal Cristine? –Falei e ele fez uma cara estranha.
-Não achei legal, prefiro Anne.
-Muito curto. Gosto de Candice. –Falei acariciando seus cabelos.
-Hanna e não se fala mais nisso. –Disse ele e eu sorri.
-Tá ai, gostei desse nome.  –Ele sorriu e me deu um selinho, passando a mão por cima da minha barriga.
-Então, nossa pequena Hanna. –Falei colocando minha mão por cima da dele, sentindo uma pontada bem aonde nossas mãos estavam.
-Amor, ela chutou? –Bruno perguntou já com os olhos cheios de lágrimas, o que me fazia perder a noção da vida.
-Sim Bru, ela chutou. –Falei e logo senti outro chute na lateral da barriga então peguei a mão dele e guiei até lá. –Aqui, põe a mão aqui.
-Oi amorzinho do papai, acordou com a pilha toda ein. –Disse Bruno com os lábios colados na minha barriga e nossa pequena chutou outra vez.
-Acho que ela gostou do nome. –Passei minha mão pela barriga também e logo Bruno veio até mim, me dando um beijo caloroso.
-Eu não sei o que faria da minha vida sem você. Obrigada por aguentar firme, eu te amo Ray. –Ele falou olhando bem dentro dos meus olhos.
-Eu aguentei por você, pela nossa filha e pelas pessoas que eu sei que me amam, embora eu tenha percebido isso tarde demais. Eu também te amo muito Bruno e sou muito grata por tudo o que fez e passou por mim. –Deitei minha cabeça em seu peito.
-Eu passaria mais mil vezes se fosse necessário. –Ele falou e beijou minha cabeça.
Passamos um bom tempo conversando e então dormimos, pois ainda era de tarde, mas não estávamos com pique pra sair hoje.
***
Acordei não sei quanto tempo depois com fome. Fome não, desejo. O primeiro desejo da minha gravidez.
-Bruno, acorda. –Falei baixinho chacoalhando ele.
-Hm, o que foi? –Resmungou o preguiçoso.
-Quero salsicha amor. –Choraminguei.
-Amor, transamos agora pouco e você já quer outra vez? –Ele falou e eu suspirei fundo.
-Não Bruno, é serio, to com vontade de comer salsicha. Compra pra mim por favor, daquelas enlatadas. –Falei e minha boca salivou só de lembrar então ele sentou-se na cama com aquela cara amassada e sorriu de lado.
-Sério mesmo? Aquele negócio é horrível amor. –Ele fez uma careta.
-Sério mesmo. Ou você quer que sua filha venha laranjada e fina? –Falei e ele gargalhou, levantando da cama e indo até o banheiro lavar o rosto.

Bruno’s Pov

Acordei com a Rachel pedindo que eu arrumasse salsicha enlatada pra ela. Até achei fosse zoeira dela já que aquilo é horrível, mas percebi que não quando ela fez manha pedindo a gororoba.
-Quero ver onde eu vou achar esse negócio por aqui. –Falei colocando minha roupa pra sair.
-Ai não sei, mas não demora, to morrendo de vontade. –Pediu ela com os olhos brilhando.
-Tudo bem, juro que vou tentar fazer isso rápido. –Falei dando um selinho nela e saindo do quarto do hotel, passando pela recepção e me informando onde havia um mercado mais próximo ou coisa do tipo então peguei o barquinho até o outro lado e fui a pé até o mercadinho que havia ali perto.
Procurei por quase todas as prateleiras, e quando eu estava quase me conformando com o fato de que minha filha seria laranjada e fina, achei as benditas salsichas escondidas bem no alto então peguei duas latas e fui pro caixa.
OFF

O Bruno havia saído fazia meia hora pra comprar as salsichas e ainda não havia voltado, eu estava subindo pelas paredes de vontade daquilo e estava quase pegando o telefone pra ligar pra ele quando ouço a porta do quarto sendo aberta.
Levantei correndo da cama e fui até a cozinha onde vi Bruno reclamando do frio enquanto colocava uma sacola com duas latas de salsicha no balcão.
-Ahh, minhas preciosas chegaram. –Falei correndo até as salsichas então abri uma das latas e comecei a comer desesperadamente. –Obrigada amor. –Falei com a boca cheia e ele riu.
-De nada Ray, mas ó, não pense que você vai comer essa lata inteira viu. Isso tem muito conservante e faz mal. –Falou ele sentando ao meu lado e olhando com cara de nojo pra salsicha.
-Que exagerado você, é só salsicha Bruno. -Falei e ele revirou os olhos.
-São salsichas horríveis. –Disse ele me olhando com aquela cara de convencido que só ele tem.
-Ah, me erra. –Dei risada e ele também então me pegou no colo e saiu correndo comigo pelo quarto.

-Agora você vai ver.

***
Espero que tenha gostado hueheueueh
não vou prometer que vou voltar cedo pq agora eu voltei a assistir meu seriado favorito, Chuck, e sabe como é, amor é amor uahsuahs
Comentem por favor e até mais

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Capítulo 32

Ooi gente, me desculpem denovo, mas não sei nem se tenho explicação pra essa minha demora. É só que minha vida tá uma bagunça e eu andei desanimando uns dias, mas como vocês sabem, faço o possível :(
***

-Bruno, acorda, tá na hora já. –Falei chacoalhando ele na cama.
Ele resmungou algo e cobriu o rosto com as mãos, por causa do sol que entrava pela janela.
-Ray, fecha a cortina, por favor, não quero levantar agora. –Falou ele colocando a coberta sobre o rosto e voltando a dormir.


-Então ta, fica aí que eu vou pra Veneza sozinha. Vou tratar de achar um homem que acorde cedo pra criar minha filha. –Falei segurando o riso e ainda mais quando a cabeça dele surgiu debaixo das cobertas com um olhar indignado.
-Meu Deus que chantagem viu. –Ele levantou da cama esfregando os olhos e foi em direção ao banheiro. –E também, eu duvido que vá achar um homem tão maravilhoso quanto eu. –Falou ele e eu gargalhei, fazendo-o aparecer na porta do banheiro pra me olhar. O que me fez rir mais ainda. –Admita Rachel, eu sou o homem da sua vida e ninguém é tão bom quanto esse cantor aqui. –Ele apontou pra si mesmo e voltou lá pra dentro.
-Que você é o homem da minha vida é verdade, mas acho melhor cuidar com o que fala pois eu posso fazer um telefonema e em meia hora o Justin Timberlake aparece aqui na frente de limusine. –Falei me lembrando que Justin já havia fechado negócio comigo uma vez. Apareci na porta do banheiro e fiquei olhando pra ele.
-Ahh, vai lá com ele então, boa sorte. –Ele falou jogando um pouco de água no rosto.
-Vou mesmo, tchauzinho. –Me virei pra sair do banheiro e ele pegou meu braço, me prendendo no encosto da porta. –Ué, desistiu de me deixar ir embora? –Falei olhando dentro dos olhos dele.


-Eu nunca deixaria. –Resmungou baixo e me beijou, acariciando meu rosto de leve.
Bruno tem melhorado muito comigo durante esses dias, ainda não conseguiu se abrir, mas vou respeitar o tempo dele. Acho que essa viagem vai nos fazer muito bem.
-Ok, agora vamos lá comer algo que logo meu irmão vai vir aqui nos pegar pra levar no aeroporto.
***
-Aham, ta certo pai. Pode deixar, vou me cuidar sim. –Falei ao telefone pro meu pai enquanto seguia até o aeroporto.
-Promete que vai me ligar quando chegar lá? E que vai se alimentar direitinho? E que não vai sair sozinha? Passa pro Bruno que eu vou pedir pra ele cuidar de você.
-Pai, não precisa, não tenho mais dez anos. –Dei risada enquanto Bruno, Connor e Andréa me olhavam com uma cara cômica.
-Eu sei meu amorzinho, mas tenho medo de que algo aconteça com você. Eu te amo demais. –Diz ele me fazendo querer ir até o trabalho dele pra dar um abraço bem apertado, mas agora não dá tempo.
-Eu também te amo pai. Beijos. –Falei com o coração apertado e Bruno segurou minha mão, provavelmente percebendo a aflição nos meus olhos.
-Beijos e aproveita. –Disse ele e eu agradeci então desligamos.

Bruno’s Pov

-Eu te amo pai. Beijos. –Ray falava com Bradley ao telefone e eu percebi que ela estava aflita, afinal, Bradley tinha medo que qualquer coisa pudesse acontecer com ela.
Eles falaram mais alguma coisa e ela desligou o telefone, encostando a cabeça no meu ombro e suspirando.


-Vai ficar tudo bem. –Falei beijando sua cabeça.
Passamos o caminho até o aeroporto conversando sobre lugares que cada um já viajou e sobre as coisas legais que tem pra se fazer em Veneza, já que Connor já havia ido pra lá umas duas vezes.
Rachel se juntou à conversa, mas não falou muito, afinal, sei que seu pensamento voava longe até o pai e quando chegamos ao aeroporto, ela pediu licença dizendo que iria ao banheiro e comprar um café.
Senti que deveria ir atrás dela, mas achei melhor deixá-la um pouco sozinha, ela tem seus momentos de pensar e eu vou respeitar isso então nos sentamos pra esperar o embarque e quando vi que Ray estava demorando, fui atrás dela.
OFF

Depois que fui ao banheiro, caminhei até a lanchonete mais próxima, fiz meu pedido no balcão e me sentei em uma das mesas redondas que havia lá. A lanchonete estava consideravelmente cheia e acabei me distraindo com o celular, nem percebendo quando alguém sentou na minha mesa.
-Bom dia, a senhorita por um acaso está sozinha? –Disse um homem, mais ou menos da minha idade, com cabelos pretos e olhos quase claros.
-Hã, estou... Na verdade. –Fui falar, mas acabei gaguejando por ter sido pega de surpresa.
-Tudo bem, eu faço companhia. –Disse ele abrindo um sorriso, digamos, amigável, mas que não me comprou.


O cara tentou puxar assunto, mas eu não dei muita bola e assim que meu café chegou, eu paguei e fui me levantar, só que pra completar, vi Bruno vindo em minha direção com uma cara nada boa.
-Quem era ele? –Perguntou ele colocando a mão em minha cintura com força e fuzilando o cara com o olhar.
-Não sei, ele sentou na minha mesa e começou a puxar papo, mas eu não prestei atenção em nada. –Falei normalmente enquanto andávamos até o local de embarque.
-E por que não mandou ele embora? –Ele falou sem olhar pra mim. Ah não, crise de ciúmes comigo não rola.
-Não queria ser mal educada Bruno. E você vê se por favor controla esse seu ciúme besta, pois você sabe que pra cima de mim não. –Falei e ele ficou mais carrancudo ainda, mas não falou nada também.
Chegamos até o local e ele passou reto por Connor e Andréa e foi se sentar, com o bico mais lindo na cara.
Andréa olhou pra mim como se perguntasse o que aconteceu e eu só dei risada então ela veio até mim e eu expliquei, e ficamos conversando até o vôo ser chamado.
-Hey, bicudo, vamos?  -Falei esticando a mão pra ele que sorriu e se levantou, me abraçando de lado.
-Desculpa. –Pediu ele ao meu ouvido e eu sorri em vitória, acenando que sim com a cabeça.
Nos despedimos deles e seguimos pra dentro do avião, nos acomodando na poltrona e aguardando-o decolar.
***
-Bruno, acorda. –Falei passando a mão nos cabelos dele e distribuindo beijos pelo seu rosto até que ele acordasse. –Vem amor, já chegamos. –Tirei meu cinto e levantei.
Eu não consegui dormir muito no avião então fiz o que pude pra me manter entretida enquanto o Bruno dormia, o que foi quase todo o tempo.
-Hmm, que delicia acordar assim. –Disse ele abrindo os olhos e eu ri. –Quando estivermos no hotel você pode me acordar de outras maneiras também. –Ele falou e eu dei um cutucão na sua costela.
Saímos do avião e fomos até a esteira pegar nossa bagagem e em seguida, saímos do aeroporto, onde o ar gelado da cidade invadiu nossos pulmões.
-Caramba, que frio. –Reclamou Bruno esfregando os braços enquanto esperávamos um taxi.
-Já estou adorando essa cidade. –Falei sorrindo enquanto abraçava-o.
Logo um taxi parou, Bruno deu o endereço do hotel e o motorista seguiu, dizendo que era um pouco longe e realmente era, pois levamos uns 40 minutos pra chegar lá.
-Bom, daqui vocês terão que pegar um daqueles barcos ali, que os levará até o hotel Centurion Palace. –Disse o taxista. Bruno pagou e o agradeceu, então ele se foi.
Pegamos o barquinho, Bruno me ajudou a entrar e carregou as malas pra dentro e enquanto íamos pelo rio, o condutor do barco nos explicava os pontos que estávamos passando, onde ficavam os lugares mais próximos e agradáveis pra jantar e etc. Foi maravilhoso, mas foi mais rápido que o taxi, afinal, o hotel era perto então logo chegamos.
Eu não havia prestado atenção no hotel, mas ele era perfeito, gigante e maravilhoso. Tinha que ser coisa do Bruno.


-Amor, pode me dar uma ajudinha aqui? –Bruno pediu e eu fui correndo até ele, esticando as mãos pra pegar uma das malas.
-Pega essa mais leve aqui que com o resto me viro. –Ele falou, mas logo um dos funcionários do hotel apareceu e colocou nossas malas num carrinho.
***
Bruno’s Pov

-Finalmente chegamos, estou morrendo de cansaço. –Disse Ray se jogando na enorme cama do hotel.
-Toma um banho quente que eu vou te fazer uma massagem. –Falei me agachando ao lado dela na cama.
Ficamos nos encarando por um tempo e ela sorriu, então me aproximei e a dei um beijo enquanto acariciava seu rosto.
-Vai tomar um banho vai, senão você não sai mais dessa cama. –Falei apertando o nariz dela, que se levantou e foi em direção ao banheiro então tirei a colcha grossa da cama, arrumando pra ela deitar e peguei o óleo de massagem na bolsa dela.

OFF

***
Então, espero que tenham gostado e quero adiantar que vão acontecer algumas surpresinhas na viagem e também que a fic tá meio que no final.
Mais uma vez me desculpem pela demora :( Eu queria poder postar todos os dias, mas tá tudo muito complicado por aqui :/