quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Capítulo 21

Voltei gatas, desculpem a demora mas eu vim com um hot uhueheuhe Sobre esse capitulo eu tenho apenas duas coisas a dizer: Aproveitem e não me matem.
Amo vocês gatosas.
***

Meu corpo estremeceu todo quando ele disse aquilo então tomada pelo calor do momento coloquei minhas mãos por dentro da sua camiseta, passando as unhas sem muita força pelo seu abdômen e suas costas, fazendo-o arfar. Enquanto nos beijávamos eu o virei e sentei em sua cintura, tirando minha blusa em seguida, fazendo Bruno prender seus olhos nos meus peitos.
-Quem te deu permissão pra olhar? Para de ser tarado. –Falei colocando a mão sobre o rosto dele que soltou uma risada divertida.
-Eles são meus, assim como você, mas você ainda não sabe disso. –Ele apertou minha cintura e me pressionou pra baixo então pra seguir o raciocínio eu rebolei em cima dele.
-Adoro brincar com você. –Falei abrindo os botões da sua camisa e passando minhas unhas com força pelo seu peito. Bruno gemeu e fechou os olhos, mas logo os abriu e me encarou.
-Então vamos brincar. –Dito isso, Bruno me tirou de cima dele e se levantou, trancou a porta do quarto e tirou sua roupa, ficando apenas de cueca, já era possível ver algo grande crescendo cada vez mais ali, depois caminhou até mim e tirou minha calça, dando um tapa, nada que tivesse doido, na parte de dentro das minhas duas coxas, fazendo ficar um pouco vermelho, mas me deixando excitada. –Hmm você gosta disso então. –Ele engatinhou na cama e ficou entre minhas pernas, enquanto suas mãos passeavam pelas minhas coxas.
-Uhumm. –Falei mordendo os lábios e fechando os olhos então de repente, outro tapa, mas dessa vez na parte de fora da coxa direita, me fazendo soltar o gemido alto que eu estava segurando entre os lábios. Os tapas em si não doíam, apenas faziam parte do processo de excitação.
-Pode gemer a vontade Rachel. Eu já disse que ninguém vai te ouvir. –Ele falou se inclinando até mim e colocando uma mão embaixo das minhas costas, tirando meu sutiã e jogando longe, em seguida ele agarrou meus peitos com as duas mãos e começou a massageá-los e brincar com meus mamilos, deixando-os rígidos então desci minha mão até sua cueca e apertei forte fazendo Bruno dar uma risada baixa e me beijar. Fui tirando sua cueca devagar com a ajuda do meu pé e assim que abaixei o suficiente senti algo grosso e duro bater nas minhas coxas.
-Puta que pariu. –Falei contraindo meus músculos e me condenando por desejar tanto esse homem.
-Nossa Ray, como você é boca suja, acho que vou ter que ocupá-la pra você não ficar falando essas coisas. –Disse ele numa voz totalmente sensual. Ah não, essa foi a gota d’água. Rapidamente o empurrei na cama, o que o deixou com um olhar confuso.
-Você brinca demais com fogo Hernandez então acho que agora tá na hora de se queimar. –Falei com o rosto próximo dele e antes que ele pudesse me beijar eu me afastei e voltei minha atenção pra sua parte baixa, envolvendo minhas mãos e em seguida lambendo sua cabeça devagar. Os gemidos dele começaram a ficar mais intensos a partir do momento em que o coloquei por completo na boca, tendo o auxilio das minhas mãos.
-Rachel chega, é serio. –Ele disse segurando meu cabelo e tentando me tirar dali, mas eu comecei a ir mais rápido. –POR FAVOR. –Ele falou quase sem ar então parei e olhei pra ele que respirava pesado, soltando um sorrisinho cínico que o deixou puto da vida, pois ele me puxou pra cima dele e me beijou com vontade enquanto tirava minha calcinha, passando seus dedos de leve por cima daquele lugar encharcado.
-N- não faz isso. –Reclamei enquanto ele pegava uma camisinha na mesinha ao lado, a mesma que ele havia deixado meu presente, e colocava lentamente em seu pênis ereto. Eu olhava atenta a cada detalhe daquele corpo perfeito, desde seu cabelo bagunçado que estava querendo crescer, até as pequenas gotas de suor que escorriam pela sua testa que mais pareciam diamantes sob o brilho pouca luz da lua que entrava por uma fresta na cortina.
-Senta aqui Ray. –Disse ele implorando com o olhar então sorri e fui devagar me sentar de costas sobre ele, mas antes que eu pudesse sentar ele me segurou pela cintura. –De frente, eu quero olhar nos seus olhos enquanto você geme o meu nome. –Eu estremeci quando ele falou aquilo, mas me virei e me apoiando em seus ombros, fui sentando de leve sobre aquele membro grosso que já me dera prazer algumas vezes antes, mas que nunca havia me dado tanto quanto agora.
-Ahh Bruno, você é tão bom. –Falei quando ele estava por completo dentro de mim.


-Você é tão apertada Williams. –Disse ele beijando meu queixo enquanto suas mão seguravam minha cintura, me movendo primeiramente devagar, pra cima e pra baixo, mas logo aumentando a velocidade, fazendo o barulho dos encontros entre nossos corpos ser cada vez maior. –Eu não estou ouvindo você gemer meu nome. –Disse ele diminuindo a velocidade e me olhando nos olhos.
-Talvez quando for digno, eu gema. –Falei puxando o lábio dele com os dentes e mordendo com força.
-Eu disse que ia te fazer gritar, e é isso que você vai fazer. –Bruno falou me tirando de cima dele rapidamente, visivelmente irado por eu tê-lo desafiado dizendo isso. –De quatro. –Ele disse apenas isso e segurou minha cintura me fazendo ficar naquela posição. Prevejo que isso será uma delicia.
-O que vai fazer Bruninho? –Perguntei ainda querendo provocá-lo.
-Você vai ver o que eu vou fazer, mas já vou avisar que não quero ninguém choramingando e nem gozando antes da hora. –Ele falou enquanto roçava a cabecinha perto da minha intimidade molhada.
-Bruno, entra logo. –Falei querendo cair de tão mole que meu corpo estava.
-Não queridinha, ainda não. –Ele disse se afastando e passando seus dedos por aquela região. –Primeiro eu preciso fazer uma coisa. –Disse ele tirando sua mão dali e enquanto eu imaginava o que ele iria fazer, senti um estralo forte naquela região. Sim, ele me deu um tapa LÁ e porra, isso foi muito bom. Na hora levei a mão na boca e me segurei pra não gritar, mas quando os outros três tapas vieram eu não consegui segurar e realmente gritei. Não eram tapas fortes, eram apenas leves tapinhas, mas que tinham um poder inacreditável sobre o meu corpo. Eu não sabia exatamente o que, mas eu estava gritando alguma palavra e quando achei que ele tinha acabado, senti seu membro me invadindo lentamente, causando uma implosão no meu corpo todo.
-Ahhhh. –Eu gemi alto, alto o suficiente pra perceber a risada do Bruno me tendo naquela posição pra ele. Logo ele começou a se movimentar rápido, puxando minha cintura de encontro com ele e me fazendo literalmente gritar seu nome a cada estocada que ele dava. As ultimas três estocadas que ele deu foram lentas e profundas. Uma, duas, três... E então eu gozei, e realmente senti, como nunca havia sentido na minha vida. Aquele homem me enlouquecia, sexualmente falando, de uma forma que eu não conseguiria explicar.
Como ele ainda não estava satisfeito ele continuou investindo, dessa vez com mais cuidado pois ele sabia que eu estava mais sensível e mil vezes mais apertada, fazendo com que ele apreciasse estar dentro de mim, e finalmente se deixasse explodir depois de cinco lentos minutos.
-Awwwwwwww. –Ele gemeu enquanto se apoiava em minhas costas e em seguida saia de mim, caindo na cama.
-Nunca mais me faça segurar desse jeito, pois eu não vou me aguentar. Que tapas foram esses? –Falei sem ar enquanto Bruno me abraçava. Eu não sentia mais meu corpo, estava anestesiada pela onda de orgasmos que me atingiram.
-Eu te disse que iria te fazer gritar, porque isso me deixa muito excitado. –Ele disse me beijando enquanto tirava meu cabelo bagunçado do meu rosto. -Meu Deus como você é linda.
***
-Racheeel, volta aqui, não me deixa sozinho denovo. –Bruno gritava esparramado no chão da sala, totalmente bêbado, pela segunda vez já desde o ano-novo. Logo no dia 2 de janeiro eu tive outro ataque de pânico, nada muito sério, mas isso fez com que o Bruno ficasse acordado a noite toda e no outro dia não tivesse forças nem pra sorrir, embora ele negasse, eu sabia que o motivo do cansaço dele era esse e desde então, nós brigamos com mais frequência e na primeira noite em que ele apareceu bêbado foi na minha casa. Eu estava quase me preparando pra ir dormir quando ele tocou a campainha e começou a chorar na minha frente e jogar na minha cara que eu não o amava, é claro que de primeira eu ignorei e o levei pra dentro pra que ele pudesse tomar um banho e descansar, mas no dia seguinte nós acabamos discutindo antes de eu ir pro trabalho, o que tornou meu dia totalmente estressante e chato. E até uns três dias depois não nos falamos muito até que ele resolveu vir até a minha casa e me pedir desculpas, eu perdoei e ficamos de boa. Então ontem ele me ligou e disse pra eu ir pra sua casa hoje depois das seis e esperar ele lá, pois ele estava com saudade e quando saísse do estúdio iria direto pra lá então eu fui, tomei um banho e fiquei esperando ele, que não veio. Deu oito horas eu liguei e nada, liguei as nove e as dez também, mas ele não me atendeu e então quando eram onze e meia, ele chegou escancarando a porta e me chamando com voz de choro outra vez e obviamente bêbado denovo.
-Bruno chega de drama. Levanta desse chão e vai tomar um banho que eu vou pegar um remédio pra você. –Falei voltando na sala, quase perdendo a paciência.
-Eu não qu...
-VAI BRUNO! –Gritei com ele que me olhou assustado então ofereci ajuda pra ele levantar do chão, mas ele recusou e levantou sozinho, quase caindo outra vez. Sem dizer mais nenhuma palavra ele se encaminhou pro banheiro enquanto eu procurava um remédio pra dor de cabeça em algum armário por ali. Dei um tempo ali na cozinha tomando uma água pra me acalmar e depois subi até o quarto dele com o remédio e uma garrafinha d’água em mãos então assim que entrei no quarto vi ele já dormindo apenas de cueca e com os cabelos úmidos enquanto suas roupas estavam espalhadas pelo chão. –Bruno, toma aqui o remédio. –Chacoalhei seu braço e ele abriu os olhos um pouco atordoado então pegou o remédio e a água das minhas mãos e tomou, secando a garrafinha.
-Hmm obrigada. –Disse ele caindo na cama outra vez então joguei uma manta por cima dele e fui deitar no quarto de hóspedes.
No dia seguinte eu levantei um pouco cedo e Bruno ainda estava no quarto dele dormindo então nem tomei café e prendi o Gerônimo em sua casinha pra que ele pudesse comer, apenas peguei minha bolsa e deixei um bilhete escrito na mesinha ao lado de sua cama.
“Fui pra minha casa, depois que tomar café passa lá, precisamos conversar.”
E assim saí da casa dele e fui pra minha.
Bruno’s Pov

Acordei na manha seguinte com uma dor de cabeça fraquinha graças ao remédio que a Ray me deu noite passada e a quantidade de água. Rachel! Droga, não creio que eu fiz isso outra vez.
-Ai que merda. –Resmunguei pra mim mesmo enquanto esticava minha mão pra pegar meu celular que estava na mesinha, mas quando olhei, outra coisa me chamou atenção, era um pequeno bilhete.
“Fui pra minha casa, depois que tomar café passa lá, precisamos conversar.”
Era da Rachel e claro que ela deve estar querendo me matar então levantei correndo, tomei um banho, comi algo super rápido e corri pra casa dela.
Quando cheguei lá estava nervoso, pensando no que ela iria me dizer e como eu iria me desculpar com ela por essas merdas.
-Bom dia Ray. –Falei assim que ela abriu a porta, me inclinando pra dar um beijo que foi desviado por ela.
-Oi Bruno. –Ela falou, visivelmente irritada. –Entra.
-Olha Ray, eu sei que eu errei que...
-Não Bruno, agora só eu falo e você escuta. –Ela disse sentando-se de frente pra mim então acenei com a cabeça.
-Tudo bem. –Falei e ela respirou fundo.
OFF

-É o seguinte Bruno, eu não queria ter que dizer isso, mas não há outro jeito. Eu tentei, você tentou, nós tentamos e não funcionou. Eu estou cansada de te ver arruinado por minha causa sendo que você tem uma carreira pra tomar conta e está trabalhando duro pra conseguir tudo o que você quer e não serei eu quem vai fazer você perder o foco na sua música por causa de problemas estúpidos que envolvem meu passado. –Soltei tudo de uma vez e vi Bruno ficando cada vez mais pálido.
-Rachel, não termine sua frase por favor. Eu sei o que você está pensando, mas nunca, jamais pense que você está me causando algum problema. Eu não quero que você entre nesse assunto outra vez pois já brigamos demais por isso. –Ele falou com uma voz de quem queria chorar e automaticamente meus olhos se encheram de água.
-Bruno, não dá mais, eu não aguento ver você cansado, com olheiras e fingindo estar bem por minha causa, eu não quero mais isso pra você. E não adianta você tentar mudar isso, pois não vai funcionar porque eu não amo Bruno, e nunca vou ser capaz de amar. Não quero que você gaste mais suas forças tentando algo que nunca dará certo. –Falei deixando uma lágrima escorrer do meu olho.
-Ray por favor entenda, eu te amo e é isso o que importa, enquanto você estiver ao meu lado eu não estou nem aí pro resto.
-CHEGA BRUNO, EU NÃO VOU FICAR AQUI PARADA VENDO VOCÊ DESTRUIR SUA VIDA POR MINHA CAUSA. NÃO VALE A PENA SE ARRISCAR POR MIM. –Gritei desesperadamente enquanto segurava meus cabelos.
-NÃO RACHEL, NÃO. EU SERIA CAPAZ DE MORRER POR VOCÊ ENTÃO POR FAVOR NÃO DIGA QUE VOCÊ NÃO VALE A PENA PORQUE SIM, VOCÊ VALE E EU SERIA CAPAZ DE DESISTIR DE TUDO PRA TE MOSTRAR. –Ele disse no mesmo tom e então se acalmou um pouco. –Rachel por favor, eu não quero mais brigar. –Disse ele chorando, com a voz rouca e baixa.


-Eu também não Bruno, e não vamos mais. –Falei e ele me olhou com esperança. –Pois você vai seguir a sua vida, vai achar uma mulher legal e que te faça feliz, vai casar com ela, ter filhos e tudo mais. Eu vou estar sempre aqui se você quiser minha amizade, pois isso eu nunca vou te negar, mas não quero mais você se desgastando por minha causa.
-Mas Rachel eu...

-A partir de agora Peter, você vai sair por aquela porta e vai seguir sua vida. A partir de agora, você vai ser feliz. –Falei levantando e abrindo a porta pra ele, que levantou com os olhos cheios de lágrimas e parou na minha frente, sua boca se abriu pra dizer alguma coisa, mas ele não disse, apenas abaixou a cabeça e saiu chorando. 


Eu fechei a porta e me joguei no sofá, chorando também. Eu sei que vai doer tanto nele quanto em mim, pois ele me fazia bem, mas por agora é o melhor a se fazer.

***
É isso meninas, a partir de agora vocês irão chorar um pouco, ou não, mas lembrem-se de que sou uma pessoa boazinha e espero não fazê-las sofrer tanto.
Espero que tenham gostado do capitulo (pelo menos da parte hot) então comentem pooor favor pois isso me motiva demais pra escrever, e até a próxima gatosas <3

3 comentários:

  1. Morta! Realmente morta! Caramba,o que você fez com meu casal favorito? CARALHO. Eles eram perfeitos, e eu entendo o lado dela, de estar querendo o proteger das próprias coisas que ele faz em prol dela, ele passa a maioria do tempo dizendo que tudo está bem para vê-la bem. Isso deve ser desgastante! Enfim, espero que eles se reconciliem, e fiquem felizes <3 Amei Dri!

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  2. Drielly, CRL eu te mato!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Eu sei que n tenho comentado mt, mas vc sabe q eu to sem tempo nenhum e aquele problema com o blog, bem era uma configuração na minha conta e td mais... MAS N CREIO NISSO! Pq? Pq? Eles eram tao perfeitoooossssss... chorando rios :( Vadea... continua amoreee

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  3. :'( Não acredito nisso :( Espero que eles se acertem logo :(

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