domingo, 27 de abril de 2014

Capítulo 1




Oooi divas, voltei. Espero que gostem do capitulo 1. E obrigada por confiarem na minha história e lerem. Bjs Bjs 
obs: Obrigada á todas que comentaram <3
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-Cala a boca! Se disser mais alguma coisa eu te mato agora. –Dizia ele enquanto me arrastava amordaçada até um local desconhecido. Sempre soube que esse desgraçado era estranho.
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Bom, pra que entenda melhor vou explicar o começo de tudo. Meu nome é Rachel Williams, tenho 16 anos e moro em Sidney na Austrália. Meus pais se separaram quando eu tinha 10 anos e meu pai sumiu, o que pra mim não parecia grande coisa, pois eu era apenas uma criança ainda, mas depois de um tempo não consegui aceitar, principalmente quando eu completei 14 anos e minha mãe arrumou um novo namorado e se casou. Paul é o nome dele. Nunca gostei dele e a partir daí resolvi virar o que os adultos gostam de chamar de “aborrescente” e passei a ser rebelde com tudo e com todos. Minha mãe era a única pessoa com quem eu interagia mais dentro de casa e olha lá. Eu não olhava na cara do Paul, não sorria pra ele, mesmo que ele sorrisse demais pra mim de uma forma estranha e por mais incrível que seja eu não era mal-educada com ele, só não falava muito com ele, a não ser que fosse extremamente necessário.
De uns tempos pra cá, logo que fiz 16, ele começou a ficar mais estranho com a minha mãe e comigo também, mas não dei muita bola justamente porque o que ele achava ou não de mim não fazia a menor diferença, mas voltando ao assunto, ele se comportava de um jeito estranho, me olhava estranho e sorria. Eu nunca fazia menção de nada e nunca comentava com a minha mãe, até que um dia ele disse á minha mãe
que não queria mais nada com ela e que iria embora... E foi. Pra mim foi um alívio, mas minha mãe chorava todas as noites por isso, eu odiava quando ela ficava assim, não gostava de ver ela triste então comecei a passar mais tempo com ela, depois da escola eu ia direto pra casa e tentava animá-la, fazíamos coisas juntas e isso foi fazendo ela melhorar então eu já começava a sair de vez em quando.
Minha mãe administra uma empresa que herdou de seu pai então nós vivíamos muito bem, não tenho do que reclamar em relação á isso. Só que desde que meu pai foi embora que eu sinto como se eu fosse uma “sobra” do relacionamento deles, e sentia que a minha mãe meio que se arrependia de ter engravidado tão cedo, ela tinha apenas 18 anos, mas isso não me atinge, ela me trata normalmente e eu a amo, independente de tudo ela ainda é minha mãe.
Em uma sexta-feira eu resolvi ir ao cinema com a minha amiga Katy, pois minha mãe já não tinha mais crises de choro então eu ficava menos aflita de deixar ela sozinha em casa.
-Mãe to indo. –Falei entrando no quarto dela. Minha mãe estava deitada na cama vendo um programa de humor.
-Tudo bem meu amor, divirta-se. –Disse ela sorrindo.
-Vai ficar bem sozinha? –Perguntei dando um beijo em sua bochecha.
-Vou sim, pode ir tranquila. –Ela sorriu.
-Então ta, eu não demoro.
-Tudo bem, se cuida, te amo. –Disse ela enquanto eu saia do quarto.
-Também te amo mãe, beijos. –Falei e saí.
Katy já estava me esperando com o pai dela lá na rua então peguei minha bolsa e fomos em direção ao cinema.
-Sua mãe está melhor? –Perguntou Katy assim que eu entrei no carro.
-Sim, ainda bem. –Falei colocando o cinto de segurança. Seguimos o resto do caminho em silencio e logo chegamos ao cinema.
-Tchau pai, obrigada. –Disse Katy.
-Tchau minha filha. Se cuidem e me liga quando terminarem o filme que eu venho buscar.
-Tudo bem pai, pode deixar. –Disse ela e ele se foi.
Compramos os ingressos e entramos, pois o filme já estava começando então nos ajeitamos e ficamos vendo o filme, era um de comédia que a Katy havia escolhido. Ir ao cinema me fez bem, fazia muito tempo que eu não ria e me divertia assim, eu estava acostumada a sempre estar de cara fechada por causa do Paul e depois que ele foi embora eu tive que me manter forte pela minha mãe.
Depois que o filme acabou nós ficamos na calçada esperando o pai da Katy, estava uma noite agradável, um pouquinho fresco só.
-Ray, eu vou ali na lanchonete da esquina comprar um refrigerante, estou morrendo de sede. –Disse Katy.
-Tudo bem, não demora que seu pai já deve estar chegando. –Falei, ela fez que sim com a cabeça e foi.
Fiquei esperando alguns minutos e ela não voltava, estava distraída olhando pra rua vazia então de repente sinto uma mão envolvendo meu rosto, um pano velho sendo pressionado contra o meu nariz e um cheiro muito forte então fui ficando tonta e de repente apaguei.

Katy’s POV

Depois do cinema eu e Rachel ficamos esperando meu pai na calçada então senti sede e fui comprar um refrigerante na lanchonete da esquina. A lanchonete estava com um movimento por ser uma das poucas coisas abertas àquela hora então demorou um pouco, mas eu finalmente consegui comprar meu refrigerante. Voltei até onde Rachel estava, ou pelo menos deveria estar, pois quando cheguei não tinha ninguém lá.
-Rachel, não adianta se esconder, isso não tem graça! –Falei olhando pros lados e procurando ela. –Rachel? –Chamei denovo e nada então meu pai chegou e desceu do carro.
-Vamos? Cadê a Rachel? –Falou ele.
-Não sei, ela estava aqui. Eu fui na esquina comprar um refrigerante e quando voltei ela havia sumido. –Falei e a expressão do meu pai ficou seria.
-Liga pra ela então. –Disse ele então peguei meu celular e liguei. Chamou, chamou e nada dela atender, nós já estávamos preocupados então fomos direto pra casa dela. Chegamos lá e a mãe dela estava dormindo então tocamos a campainha e logo ela atendeu a porta.
-Oi Katy, o que faz aqui á essa hora? Aconteceu alguma coisa? –Perguntou ela.
-Na verdade, eu quero saber se por um acaso a Rachel não está aqui? –Perguntei e ela ficou confusa.
-Como assim? Ela não estava com você?
-Estava, mas ela sumiu então achei que ela poderia ter voltado pra casa. –Assim que falei ela arregalou os olhos. Meu pai já estava ligando pra policia e agora só havia uma duvida: O que aconteceu com a Rachel?
Sim ela sumiu e não havia nenhum sinal de onde ela podia estar, sua mãe estava desesperada e a policia já estava a procura da minha amiga.
OFF

Acordei um pouco zonza, sentindo meu corpo balançar, eu estava nas costas de um homem, ele estava me carregando amordaçada dentro de um lugar estranho e escuro. Na hora eu me desesperei e comecei a gritar e tentar fazer sons apesar de estar com uma mordaça na boca. Eu fazia barulhos e tentava me mexer, mas ele era mais forte.
-Acordou Rayzinha? Acho melhor ficar quietinha senão eu vou ser obrigado a te machucar... Ah não, eu vou fazer isso de qualquer jeito. –Rayzinha? Só podia ser o Paul, ex marido da minha mãe, eu reconheço aquela voz a quilômetros.
-Hummmmm. –Eu tentava gritar e me debatia.
-Cala a boca! Se disser mais alguma coisa eu te mato agora. –Dizia ele enquanto me arrastava amordaçada até um local desconhecido. Sempre soube que esse desgraçado era estranho. Logo ele me colocou sentada em uma cadeira e com uma arma apontada pra minha cabeça, fez eu amarrar minhas pernas na cadeira e assim que amarrou minhas mãos atrás das costas, voltou até minhas pernas pra conferir se eu havia me amarrado direito. Assim que terminou, ele tirou minha mordaça e ficou me encarando com um sorriso no rosto.
-Vai ficar aí me olhando seu babaca? –Sim, eu poderia estar acelerando minha morte se fosse essa a real intenção dele, mas não conseguia me segurar diante desse desgraçado. Eu estava tremendo inteira por dentro, mas por fora estava demonstrando força, pois não podia deixar ele ver que eu estava com medo.
-Não, muito melhor, vou ficar te tocando coisinha linda. –Disse ele passando a mão pelo meu rosto.
-Vai á merda, não encosta em mim, eu tenho nojo de você. –Falei e cuspi na sua cara. Ele respirou fundo e me deu um tapa no meio da cara, eu fiquei com o rosto virado por um tempo e senti ele pegar meu queixo e me virar pra ele.
-Você é muito abusada mesmo. Eu ia fazer isso de uma forma não violenta, mas foi você quem pediu. –Ele colocou a mordaça denovo e caminhou até uma mesinha que tinha ali perto, parou e ficou preparando algo que não consegui ver o que era. Eu não fazia a menor idéia do por que ele me seqüestrou, mas imaginei que todos aqueles sorrisos que ele dava pra mim não eram normais e com certeza ele queria fazer isso há muito tempo.
Logo ele voltou até mim e mostrou o que tinha preparado, era uma seringa com um liquido incolor dentro, na hora meu corpo todo estremeceu.
-Bom espero que esteja preparada, pois hoje a noite será longa Rayzinha. –Disse ele vindo até mim. Ele levantou um pouco a manga da minha blusa, amarrou uma borracha no meu braço pra que minha veia ficasse visível e deu um peteleco na seringa. Agora eu realmente me apavorei, uma lágrima escorreu pelo meu olho assim que senti a agulha perfurando minha pele, mas eu não podia fazer nada, estava amarrada e agora não sabia mais o que seria de mim. Eu não fazia ideia do que ele estava aplicando em mim e por um instante achei que ia apagar ou até mesmo morrer, mas não, eu continuei acordada e a dor continuava me incomodando então ele me desamarrou e eu tentei me mexer, mas não consegui. Sim eu estava dopada, meu corpo não respondia aos meus comandos, mas eu conseguia sentir as coisas.
Ele me carregou um pouco até um quarto e me jogou na cama, por mais que eu tentasse, não conseguia me mexer de jeito nenhum, mas eu sentia tudo, inclusive eu senti quando ele começou a me beijar, me tocar e tirar minha roupa. Sim, era isso mesmo que ele queria fazer comigo todos esses anos, minha cabeça estava a mil, tentando fazer meu corpo reagir e sair dali, mas não dava, o efeito era muito forte.
Alguns minutos depois ele já havia me despido e ele estava fazendo o que eu temia e o que era pra ser um momento especial pra mim, estava se tornando o pior pesadelo da minha vida. Eu estava sentindo toda a dor de um momento totalmente terrível, eu sentia algumas lágrimas rolando pelo canto do meu olho enquanto ele sorria psicoticamente olhando pra mim, nua, sem poder interromper aquele ato que me causava repulsa. Eu era virgem, até aquele momento.


Agora só o que eu queria era morrer, pra não ter que ver o fim dessa história, mas nem isso eu conseguia fazer. Ele me abusou de todos os jeitos possíveis, sorrindo enquanto eu estava ali imóvel e sentindo dor sem em poder gritar.  Assim que ele terminou eu o vi levantando com um preservativo usado na mão, eu sei que deveria estar aliviada por saber que se eu não morrer, grávida eu não vou ficar, mas infelizmente depois de hoje eu sei que minha vida nunca mais será a mesma.
Depois de um tempo eu finalmente apaguei, acho que agora sim, minha hora chegou.

***
E então gatas? comentem o que acham que vai acontecer com a Ray ;) Bjs Bjs


5 comentários:

  1. aaaaaiin estou in love com essa historia ♥ Paul vai pagar caro ¬¬ Q venha Bruchel ♥

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Gente que babado :o que nojo desses homens que fazem isso, sério! Pobrezinha vai ficar com trauma :\ Ray tem que ficar bem e superar isso, é uma barra forte, mas ela vai conseguir <3 Amei desde o primeiro capítulo <3

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  4. Esse tipo de violência é o mais repugnante de todos, esses homens merecem uma morte lenta e dolorosa, com gritos, pedidos de desculpas, arrependimentos sem fim e sangue, muito sangue ..............
    Louca pra ler o desfecho dessa historia, ta arrasando como sempre Dri!

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  5. Gennnnnnnnt. MDS garota vc escreve de um jeito que n dá vontade de parar nunca mais de ler.

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