Alooha meninas, olha só quem chegou. Eu sei que demorei, me desculpem mas é que tá meio corridinho. Tem curso, trabalho e tals. E pra ajudar tive problemas emocionais, vê se pode? Mas agora estou aqui com um capítulo grande e espero que gostem beijooos <3
***
-O que foi cara? Não
precisa gritar. –Falei irritado por conta da dor de cabeça.
-Como não precisa gritar
Bruno? Olha essa merda. –Disse ele quase me fazendo comer o iPhone. Li a
matéria que mostrava as fotos minha com aquela morena na boate e falando que eu
estava traindo a Rachel. Droga a Rachel. Merda merda, eu não devia ter feito
isso.
–E então Bruno o que acha? Não precisa gritar? Mesmo? –Ele disse com uma
calma que me assustou.
-Desculpa bro, mesmo.
Mas mesmo assim, não estamos namorando. –Eu falei.
-Não é pra mim que tem
que pedir desculpas, é pra Rachel. Eu sei que não estão namorando, mas estão
ficando, e pra mulher sempre significa algo entendeu? E sem falar na conversa
que tivemos sobre o fato de ela precisar de pessoas que gostem dela. –Ele falou
colocando a mão no meu ombro.
-Phil, será que você não
compreende? Não
existe sentimento nenhum vindo dela cara... Nenhum. –Sentei na cama e apoiei
minha cabeça sobre as mãos. Pelo jeito que ele sentou ao meu lado, deu pra
saber que ele percebeu o que tinha acabado de falar.
-Desculpa cara, mas por
favor, você não acha que a Ray já sofreu muito? E se ela não conhece o amor,
quem melhor pra tentar mostrar que ele existe, do que uma pessoa que realmente
gosta dela? –Lawrence, Lawrence... Sempre sabe o que dizer.
-Eu sei cara, me
desculpa por fazer merda.
-Ok, mas agora, liga pra
ela e se desculpa com ela, por que a essa hora ela já viu a matéria. Sabe como
é a mídia. –Ele disse saindo do quarto.
-Tudo bem, vou ligar
mesmo. –Falei e ele apenas sorriu e saiu.
Peguei meu celular e
fiquei uma meia hora pensando se ligava ou não, até que finalmente disquei o
numero e liguei.
OFF
Olhei um tempo pra tela
do celular pensando se atendia ou não. Mas espera, o porquê eu to fazendo isso?
Nós sempre conversamos. Enfim, atendi o telefone.
-Oi Bruno. –Falei com
uma voz seca. Hã? O que ta acontecendo comigo?
-Oi Ray, tudo bem?
–Disse ele com uma voz angelical.
-Tudo sim, e com você?
–Perguntei, ainda seca.
-Aham, tudo certo. Estou
com saudades. –Ele deve ter feito aquela porra de biquinho fofo.
-Que bom Bruno, também
estou. –Falei escondendo o sorriso que se formava no meu rosto por imaginar que
ele deve estar se achando um idiota.
-Tá Rachel, você venceu.
Me desculpa. –Disse ele em desistência.
-Desculpar? Pelo quê
Bru? –Fiz o joginho. Quero que ele me diga, não vou contar que sei.
-É, eu.D-desculpar
p-por. –Ele supirou fundo e eu não falei nada. –Ah tudo bem. Fui numa boate
ontem e peguei uma mulher. –Ele confessou. 1 ponto pra Rachel.
-Nossa, ainda bem. Já pensou
se tivesse pego um homem? –Falei dando risada, parecendo não me importar e ele
ficou fulo.
-Sério Rachel, vai me
zoar? Eu liguei pra te pedir desculpas e você fica ai me zoando? –Ele estava
louco de raiva.
-Ok Bruno, obrigada
pelas suas desculpas, mas eu já sabia.
-Droga. –Resmungou
baixinho. –Me desculpa? Por favor Ray.
-Olha Bruno, eu já
disse, não temos um relacionamento. Mas acho que se quer continuar nossa
“ficada” você tem que se ligar que eu não vou ficar pegando baba de piranha
não. Não vou te privar de nada, não somos namorados, mas não sou obrigada a
beijar boca que beija qualquer uma por ai, eca. –Falei na maior calma do mundo
e ele ficou em silêncio.
-Tudo bem Ray.
-Que bonitinho. –Falei
zoando.
-Ray. –Disse ele.
-O que foi Bruno? –Falei
-Eu levei ela pro motel.
–Disse ele abaixando o tom de voz assim que a frase ia terminando. Ai Bruno,
acha que eu sou besta ou o que?
-Ui, tome um banho de
soda cáustica antes de pisar no meu gramado quando chegar. –Falei e cai na
gargalhada, mas por dentro eu estava com mais raiva ainda. –Enfim, ainda bem
que foi no motel, já pensou que feio você pegar a vadia dentro da boate?
–Pronto, foi só eu falar isso que o homem enlouqueceu.
-Porra Rachel, eu to
arrependido, to me sentindo culpado. Para de me zoar por favor. –Disse ele
irritado, o que me fez rir muito, pois ele fica lindo com raiva.
-Primeiro, meu ouvido não
é penico pra você ficar gritando viu, e segundo, quando você chegar aqui a
gente conversa. Relaxa Bruno.
***
Bruno’s Pov
Passou aquela semana
correndo depois que falei com a Rachel pelo telefone e ela me zoou. Eu juro que
em outros casos ficaria muito mais bravo, mas é a Rachel, não consigo.
Assim que chegamos em
Los Angeles eu só passei em casa pra largar as malas e fui direto pra Rachel,
era sábado a tarde e eu sabia que ela estaria em casa então resolvi ir lá, eu
falei pra ela que só chegaria no domingo, mas antes precisei passar em um lugar.
OFF
Bom, sábado a tarde e eu
sem nada pra fazer. Como sempre. Bruno só chega amanha e eu to doida pra ver a
cara dele depois de tanta risada que eu dei no telefone.
Peguei uns doces que eu
tinha comprado no mercado, sentei na frente da Tv e comecei a comer. Não comi
muito, apenas alguns docinhos e bala de menta, que eu amo, então coloquei no
canal de música e comecei a dançar pela casa, outra coisa que eu comecei a ter
vontade de fazer do nada.
Uns minutos depois a
campainha tocou, então abaixei um pouco a música e fui atender. Abri a porta e
me deparei com um buquê enorme de rosas na frente de um rosto que eu não sabia
quem era, mas assim que vi o resto do corpo deduzi ser o Bruno pelo inseparável
vans preto.
-Bruno, eu sei que é
você, pode tirar isso do seu rosto já. –Falei e ele tirou o buquê, me entregando
com uma carinha de cachorro, então antes de pegar eu perguntei. –Pra quê tudo
isso? –Queria ver até onde ia com a paciência dele.
-São pra você. Se não
quiser eu levo pra vadia da boate. –Disse ele querendo dar uma de machão, mas
eu sabia que ele tava brincando.
-Pode levar, e compra
bombons também. –Entrei no jogo.
-Tudo bem então. –Ele
disse e virou as costas, então eu me virei também e antes de eu pensar em
fechar a porta, sinto a mão dele pegar no meu braço e me virar de frente,
fazendo com que meu rosto ficasse colado com o dele.
-Eu não quero ela, eu
quero você. –Ele disse e antes que eu pudesse pensar em responder, Bruno atacou
minha boca de um jeito inexplicável. Sua mão livre foi até minha nuca e a
segurou com firmeza, aprofundando o beijo. Bruno sugava minha língua e mordia
meus lábios enquanto eu puxava seus cabelos na região da nuca. Fomos nos
separando devagar, quase sem ar, então ele ficou alisando minha bochecha com o
polegar e sorrindo.
-Tomou banho com soda
caustica? –Perguntei rindo.
-Não, por um acaso que
me dar banho? –Ele deu um sorriso malicioso.
-Não inventa Bruno,
vamos entrar. –Ele concordou e me deu um selinho antes de entrarmos, então pude
perceber o cheiro forte de cigarro que se escondia atrás de seu perfume.
–Bruno, você andou fumando? –Perguntei enquanto colocava as flores no vaso com
água.
-Éé, sim. –Disse ele com
um sorrisinho torto. Já havíamos comentado sobre a questão do cigarro, e até
que ele estava aguentando bem, mas não é a mim que ele deve isso, é a ele mesmo
e as fãs dele que se preocupam muito.
-Olha, eu já te dei o
recado. Não sei se sabe, mas fumar faz você brochar sabia? Acho que devia
parar. –Falei e ele arqueou a sobrancelha.
-Você está insinuando
que eu sou brocha?
-Pode até não ser, mas
vai ficar. –Não deu outra, assim que falei, Bruno me pegou com tudo e me
encostou na parede.
-Repete se tiver
coragem. –Ele fez uma cara sarcástica.
-B R O C H A. –Falei bem
devagar, com a boca colada no ouvido dele então Bruno levantou minhas pernas e
as colocou em volta de sua cintura, começou a apertar minhas coxas e me beijou
denovo. Ele estava num fogo que só vendo.
Ele mordeu meus lábios
denovo, mas dessa vez segurou um pouco mais, me fazendo arrepiar totalmente.
-Vejo que alguém está
arrepiada. –Sussurrou na minha orelha.
-Pois é. –Sussurei na
sua e dei uma leve mordidinha. Ouvi ele gemer baixinho e logo em seguida me
beijar outra vez, mas agora suas mãos passavam por baixo da minha camiseta,
apertando minha cintura, enquanto eu arranhava suas costas. Senti que algo pulsava
ali embaixo, roçando em mim por cima do shorts. Estávamos á um simples
movimento de tirar a roupa um do outro quando Bruno parou, ofegante.
-Não vou fazer nada com
você... Por enquanto. Mas nunca mais me chame de brocha. –Disse ele me dando um
selinho e soltando minhas coxas. Por um lado, foi bom que ele parou, pois eu
sei que na hora eu iria travar. –Hmm, gostinho de menta. –ele comentou quando
largou meus lábios.
-É bala, acho que
deveria comer umas também, ou escovar os dentes. Melhor, toma um banho logo que
o seu cheiro de cigarro tá terrível. –Falei e ele fez um biquinho.
-Tudo bem, pode me
emprestar uma toalha? –Disse ele colocando as mãos no bolso da calça jeans.
-Pedindo assim até
parece que não vive aqui em casa né? Vamos ali no quarto que eu vou pegar uma
pra você. –Falei e fomos indo lado a lado. –Ah, e obrigada pelas flores, são
lindas. –Falei abraçando ele de lado e beijando sua bochecha.
-De nada. –Ele sorriu
todo fofo, nem parecia o Bruno que estava me agarrando segundos atrás.
Entreguei a toalha pra ele e disse que iria tomar um banho no outro banheiro
enquanto ele tomava o dele. –Não quer vir comigo não? Pra que usar dois
banheiros quando podemos usar só um? –Ele deu aquele maldito olhar provocante
pra mim.
-Bruno, para né. Que
tipo de amigo é esse que fica querendo transar com a amiga?
-Esse tipo de amigo se
chama Peter, ou Bruno Mars se preferir. –Disse ele estendendo a mão pra mim.
-Tá tá, vai tomar seu
banho logo, que depois vamos comer alguma coisa. -Ele fez uma cara de decepção
quando falei, mas foi pro banho e eu fui pro meu.
Quem sabe o que
aconteceu comigo no passado, e me vê falando tão tranquilamente sobre assuntos
assim, acha que está tudo bem, mas a verdade é que eu ainda tenho pesadelos com
isso, eu ainda vejo o rosto dele sorrindo psicoticamente pra mim e a única
pessoa viva que sabe da minha história é o Bruno. Outro dia nós conversamos
mais profundamente sobre isso.
Flashback On
-Tudo bem Bruno, eu vou
te contar, pois acho que merece saber, mas vou falar só uma vez e espero nunca
mais ter que repetir. –Falei enquanto Bruno insistia pra que eu contasse a
história da minha adolescência pra ele.
-Ok Ray, eu só quero
poder te ajudar. –Disse ele e eu sorri.
-Ok Bru, o que
exatamente quer saber? Vai perguntando e eu vou respondendo.
-Você nunca me falou
sobre seu pai. –Ele falou segurando minha mão. É eu realmente nunca falei sobre
meu pai, mas era porque eu não queria nem lembrar dele.
-Bom, meu pai sumiu no
mundo quando eu tinha dez anos, ele e minha mão já haviam ficado um tempo
separado logo que eu nasci, mas voltaram e ele é um idiota. Nunca mais ouvi
falar dele. –Ele me escutava atentamente, assimilando as informações que eu
passava. Na verdade, eu mal lembrava do rosto do meu pai.
-E você não tinha
irmãos? Amigos ou alguém da família?
-Nunca tive irmãos, pois
meus pais nunca quiseram, já que minha mãe engravidou cedo demais e o
relacionamento deles era uma droga. A única amiga que eu tinha se afastou de
mim depois do ocorrido e minha família toda por parte de mãe não gostava do meu
pai e não aceitava o fato de minha mãe engravidar cedo.
-E você nunca, nunca
mesmo, fez... –Bruno travou no meio da pergunta. –Não gosto de falar dessas
coisas assim com você, mas vou perguntar. Você não fez sexo com mais ninguém?
-Não, eu tentei, mas na
hora eu travava e as cenas do rosto dele me vinham na cabeça, então eu nunca
fiz. E em relação a falar sobre isso, não tem problema, eu já me acostumei a
conversar sobre o assunto, não fique com receio de falar sobre. –Falei e ele
acenou que sim com a cabeça.
-Mas e se um dia eu e
você... Ah você sabe, se um dia as coisas entre nós começarem a passar do
ponto? –Nunca tinha pensado nessa questão, mas deveria, pois o Bruno é homem e
tem suas necessidades.
-Não sei Bru,
provavelmente eu travaria, mas nunca se sabe o que pode acontecer.
Flashback off
Saí do banho com a
toalha enrolada na cabeça e me deitei na cama. Logo Bruno veio até meu quarto,
já vestido com uma roupa que eu havia dado junto com a toalha, pois algumas
peças de roupa dele estavam aqui. Ele se jogou ao meu lado e nós ficamos nos
encarando por um tempo.
-Eu estava pensando em
fazermos algo agora a noite, sair ou seila, mas estou cansado. –Disse ele.
-Tudo bem Bru, eu sei
que está. Quer comer? –Passei minhas mãos pelo seu cabelo, esfregando minhas
unhas em seu couro cabeludo, fazendo ele fechar os olhos e gemer baixinho.
-Quero sim, mas eu
preciso que você me faça um cafuné como esse depois. É muito abuso da minha
parte pedir isso? –Disse ele e eu ri.
-Não Bruno, eu faço sim.
–Sorri pra ele então levantamos e fomos comer. Fizemos uns mega sanduíches com
um monte de coisa dentro e comemos os dois dando risadas um da cara do outro
por fazer expressões engraçadas enquanto comia.
-Então eu fui correr
olhando pra onde a bolinha ia cair e de repente eu tropecei no meu próprio pé e
caí de cara. Acho que comi alguns quilos de terra. –Bruno e suas incríveis
habilidades no baseball. Eu não me aguentei e ri, quase cuspindo o que tinha na
boca e ele riu junto. Terminei de engolir antes de pensar em falar algo.
-Ai Bruno, você usando
um taco é um ótimo cantor. –Falei.
-Você quer que eu te
mostre minhas habilidades com o taco? –Arqueou a sobrancelha e eu quase
engasguei meu ultimo pedaço de pão.
-Me poupe Bruno. –Falei
e ele riu. Levamos os pratos na pia, escovamos os dentes e fomos deitar.
-Ray, posso pedir meu
cafuné agora? –Disse ele deitado na cama sem camisa.
-Pode sim, manhosinho.
Vem cá. –Fiz sinal pra ele deitar a cabeça no meu colo, me arrumei encostada na
guarda da cama e comecei a passar minhas mãos pelo seu topete, que estava
querendo formar um afro já.
-Obrigada. –Disse ele
com os olhos fechados e sorrindo.
-Como foram os shows?
-Foram ótimos, estava
com saudade de toda aquela agitação e de ver as fãs, dar entrevistas e tudo
mais. E o trabalho?
-Está indo bem, um pouco
estressante, mas nada que não se resolva. –Falei e ele abriu os olhos e ficou
me encarando.
-Você é tão linda. –Ele
disse olhando bem fundo dentro dos meu olhos e eu fiquei vermelha. –E fica mais
linda ainda quando tá com vergonha.
-Você também é lindo
Bru. –Me inclinei pra baixo e dei um beijo em seus lábios. Todas as vezes que
nós nos beijamos eu sinto alguma coisa nova, diferente, não sei explicar, só
sei que é muito bom.
***
E então meninas, o que acharam? Espero que tenham gostado. Eu amei essa parte fofa dos dois hahaha Bom, comentem por favor o que acharam.
E então meninas, o que acharam? Espero que tenham gostado. Eu amei essa parte fofa dos dois hahaha Bom, comentem por favor o que acharam.
ah, eu vou tentar postar mais rápido da próxima vez. Bjs bjs.
Eu pensei que iria rolar barraco, sangue, que ela nunca mais iria olhar pra cara dele, que ele iria rastejar aos seus pés pedindo por perdão, mas não foi isso que aconteceu :c e agora eu tenho medo dele tomar algumas biritas de novo e pegar outra mulher, pois agora ele pode ter o pensamento "aaaah com certeza ela vai e perdoar". Bruno idiota u.u ndisuavbdnsiod mas eu amei mesmo assim <3
ResponderExcluirMEU DEUS... Posta logo, to quase surtando de tanto esperar... O.o kkkkkk
ResponderExcluirTa perfeita a fic.. Parabéns :3
a MELHOR parte foi a ligação kkkkk
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