domingo, 20 de julho de 2014

Capítulo 12

Aloha meninaaaaas. Voltei e preciso dizer que estou muito feliz por vocês terem comentado, obrigada mesmo viu <3 
Este capitulo contém cenas e mais cenas de sexo, sim podem gritar, temos um primeiro hot de Bruchel. 
Boa leituraa.
***

Bruno’s POV

-Quer que eu te diga como é que você gemeu? –Falei no ouvido da Rachel, bem do jeitinho que ela fez comigo e senti ela se arrepiar toda.


-Me erra Bruno. –Ela me empurrou e foi rindo abrir a porta. –Vamos logo que seus amigos devem estar esperando. –Ela disse e eu a segui pra fora da casa. Ela acionou o alarme, trancou a porta e saímos.
Chegamos e eu coloquei o carro na garagem, descemos do carro e eu fui ao lado dela e coloquei a mão em sua cintura.  Eu realmente me sentia carregando um diamante com a Rachel ao meu lado, ela era estupidamente linda.
-Tá se achando em baixinho. –Disse ela olhando pra minha mão em sua cintura então eu apertei um pouquinho e colei mais ela ao meu corpo.
-Com uma mulher dessas do lado, quem não estaria? –Falei e logo entramos em casa. O pessoal estava todo animado, bebendo, comendo e rindo.
-Oopa, os pombinhos chegaram. –Disse Phil vindo na nossa direção então eu arregalei os olhos, pois ninguém sabia que estávamos ficando, e ele riu.
-Oi moça linda. –Disse ele cumprimentando a Rachel.
-Larga mão de ser abusado Phil. –Empurrei ele levemente e depois nos cumprimentamos então logo nos enturmamos onde estavam os outros com suas namoradas.
OFF

Assim que terminamos de cumprimentar o Phil nós fomos pra rodinha onde estavam todos os outros meninos da banda, alguns com suas namoradas e outros ainda solteiros.
-Eae cambada. –Bruno disse dando um oi geral e eles responderam com um aceno. Acenei pra eles e as namoradas também que sorriram.
-Ei, vou buscar uma bebida pra gente. Quer tomar o que? –Pergunta bruno no meu ouvido por conta das conversas e da musica.
-Eu acho que vou tomar alguma coisa sem álcool. –Falei e ele concordou. Sabia do meu problema com bebidas alcoólicas e eu não queria abusar.
-Já volto então. –Ele disse e saiu. Fiquei conversando com o Phil e a Urbana e aqueles dois juntos me fazem rir horrores. Reparei que o Bruno estava demorando, mas não dei bola, estava a vontade então senti meu celular vibrar.
-Phil, me dá licença um pouquinho que eu vou atender o telefone. –Falei e saí.
-Alo. –Falei
-Oi Ray, é a Andrea, estou no meio do caminho, só me passa o endereço certinho que já chego aí. –Disse ela. Então passei o endereço e nós desligamos.
Assim que guardei o celular na bolsa, senti uma mão no meu ombro, levei um susto, mas vi que era o Bruno assim que me virei.
-Oi Bru, demorou.
-Desculpa, engatei uma conversa com o Ryan ali na cozinha. –Ele me deu um selinho e depois certificou-se de que ninguém estava olhando. –O que tá fazendo aqui sozinha?
-A Andrea me ligou pra pegar o endereço certinho. –Falei e ele me entregou um copo com refrigerante.
Voltamos pra rodinha dos meninos e continuamos conversando então uns minutos depois vi Andrea chegando pela fresta da porta e fui lá recepcioná-la.
-Ooi, tudo bem? –Cumprimentei ela.
-Tudo sim e você?
-Tudo certo, vem vamos lá conhecer o pessoal. –Falei e fomos até os meninos.
-Bru, essa é a Andréa, e Andréa, esse é o Peter, ou como conhecido por aí, Bruno Mars. –Falei e Bruno cumprimentou-a com um beijo no rosto. Apresentei ela pros meninos e o Jam já veio mais pro nosso lado, cheio do charme. Ele começou a puxar conversa com a Andréa e nós só ríamos, pois ela ficou meio tímida no começo, mas logo se soltou. Bruno não saiu do meu lado um segundo, sempre me abraçava de lado e fomos conversando com todo mundo pela festa e estava realmente divertido, rimos muito.
De repente no meio da noite, Ryan grita pra tirarmos uma foto, ele arruma o celular e nos posicionamos todos atrás dele pra foto, e é claro, que o Jam tava do lado da Andréa. Tiramos a foto e continuamos a nos divertir vendo o Phred já bem grog e a Onnie arrastando ele pra ir pra casa e assim foi indo, até restarmos apenas eu, Bruno, Andréa e o Jam. Isso não era muito tarde, pois todos tínhamos que trabalhar no outro dia.
-Ray, pode vir aqui na cozinha um pouco, quero falar com você. –Disse Bruno.
-Tudo bem. Já voltamos ai gente. –Falei deixando eles dois na sala enquanto Bruno me puxava pela mão até a cozinha. –O que foi Bruno?
-Tava com saudade de você. –Disse ele me beijando intensamente, me encostando na bancada.
-Eu também seu bobo, mas já está na hora de ir pra casa. –Falei e ele fez biquinho.
-Dorme aqui, por favoor?
-Mas Bruno amanha eu tenho que traba... – Bruno e sua mania de me interromper com beijos. Eu ia dizer que eu precisava trabalhar amanha, mas o beijo que ele me deu, junto com suas mãos no meu quadril, me fizeram sentir alguma coisa que eu não sei explicar. Segurei seus cabelos e aprofundei mais nosso beijo, mordendo seus lábios bem devagar.


-Ray, por favor. –Disse ele com a voz rouca no meu ouvido roçando seus lábios lá, com as duas mãos na minha cintura, me pressionando contra o seu corpo. Ele apela, pelo amor de Deus.
-Tudo bem Bruno. –Falei e ele me deu um abraço, eu adoro os abraços do Bruno, são confortantes. Suspirei no pescoço dele e ele se contorceu.
-Tenho cócegas. –Disse ele rindo.
-Ai que fofo. –Apertei a bochecha dele. –Vamos voltar pra sala. –Falei e fomos pra sala.
-Ray, eu já vou, quer carona? –Disse Andréa se levantando do sofá e ajeitando seu vestido. Olhei pro Bruno tentando achar um jeito de não dizer que vou dormir com ele.
-Hmm, não precisa não Dé, eu ainda vou demorar um pouco aqui, mas obrigada viu. –Disse e ele sorriu. Jam nos olhou com uma cara confusa, mas não falou nada.
-Bom, então ta. Tchau Ray, até amanha. –Ela me deu um beijo no rosto. –Tchau Bruno, adorei a festa, estava ótima. –Ela se despediu do Bruno também e foi em direção a porta, com Jamareo acompanhando.
-Bom, eu também vou indo Bro, valeu aí. –Disse Jam para o Bruno. –Tchau Ray. –Ele me deu um beijo no rosto, e os dois saíram.
-Boa noite e cuidado na estrada viu.
-Pode deixar, boa noite. –Andréa, respondeu e então cada um entrou no seu carro e os dois se foram.
Eu e o Bruno limpamos as coisas ali e subimos pro quarto. Eu não sei o que estava acontecendo comigo, mas eu estava com uma vontade louca de beijar ele e não parar mais. Na verdade, eu acho que sei o que é isso, e vou tirar essa dúvida agora.
Deitei na cama do Bruno e esperei ele vir deitar, então assim que ele fez isso, ficamos nos encarando como sempre e segundos depois, nossas bocas já estavam grudadas e era isso o que eu queria. Eu podia sentir que ele estava com vontade, mas por minha causa, não ia mais além, ele sabia do meu trauma.
Quando denovo já estávamos sem metade das nossas roupas e Bruno estava tão excitado que sua calça do pijama havia encolhido, ele parou ofegante nosso beijo.
-Ray, me desculpa, eu não queria fazer isso. Eu já falei que não vou te forçar a nada. –Ele beijou minha testa e foi saindo de cima de mim. –Vamos dormir.
-Bru, espera. –Eu falei e ele me olhou rapidamente. –Eu... Eu quero tentar, eu preciso vencer isso.
-Tem certeza Ray? –Ele perguntou e eu apenas concordei com a cabeça. –Então vamos fazer tudo como manda o figurino. Vou fazer ser perfeito. –Bruno levantou e apagou a luz do quarto, deixando apenas a luz da lua invadir o vidro da janela e depois se deitou por cima de mim. –Pronta?
-Sim. –Foi a única coisa que eu consegui dizer. Não vou mentir que eu estava suando e com aquele friozinho da barriga, como se fosse realmente a minha primeira vez, e como eu queria que ela tivesse sido.
Bruno beijou meus lábios carinhosamente, com toda a calma do mundo e desceu suas mãos até minhas coxas e então, flashes invadiram minha mente e eu comecei a querer me contorcer. Parecia que eu estava perdida num buraco escuro, apenas vendo o rosto repugnante daquele monstro, mas de repente, algo me tirou daquele transe.
-Rachel, Rachel –Bruno chamou e eu abri meus olhos, que automaticamente encararam os dele. –Olhe nos meus olhos pequena. –Ele disse e eu olhei esperando que ele dissesse algo. –Tem certeza que quer isso?
-Apenas me ajude Bru. –Eu falei e ele sorriu, então suas mãos foram até meu cabelo e começaram a fazer carinho.
-Eu não vou te decepcionar. –Ele me beijou denovo, mas dessa vez não demorou muito pra que seus beijos chegassem ao meu pescoço, descendo para os meus seios, que ele fez questão de deixar totalmente despido.
Quando sua boca encontrou meus peitos, uma sensação maravilhosa tomou conta de mim. Aquilo era delicioso então segurei seus cabelos com um pouquinho de força e automaticamente alguns gemidos saíram falhos de minha boca, fazendo Bruno sorrir roucamente e voltar ao meu rosto.
-Você é tão linda. –Ele olhou fundo nos meus olhos e me beijou então suas mãos desceram ate minha calça e ele a tirou com uma facilidade incrível. Sua mão passou por cima da minha calcinha e eu senti minhas pernas ficarem tremulas e meu corpo se contorcer diante de seu toque.


Eu sabia mais ou menos o que eu precisava fazer agora então passei minha mão levemente por cima da sua calça e ele suspirou forte. Acho que eu estava no caminho certo então abaixei sua calça e sua cueca preta ficou toda a mostra pra mim. Mordi os lábios dele que deu uma fisgada e desceu suas mãos até minha calcinha e foi tirando –a. Confesso que fiquei com vergonha, mas logo passou, quando os dedos dele começaram a me acariciar levemente e depois foram entrando em mim.
Minha respiração começou a ficar pesada e meus gemidos aumentaram de volume, aquilo era delicioso, eu queria gritar muito alto, mas me controlei, abafando meus gemidos em seu pescoço.
-Acho que é a sua vez Ray. –Disse ele quase sem voz, levando minha mão até a barra da sua cueca e sorrindo malicioso. Sorri de volta e tirei sua cueca, com ajuda dele.
Confesso que fique surpresa quando senti aquele membro pulsante roçando em mim. Enquanto voltávamos a nos beijar, levei apenas uma mão até seu membro e comecei a acariciá-lo então Bruno deu um gemido alto e foi se jogando para o lado na cama, me dando a liberdade de fazer o que eu quisesse, então continuei com as minhas mãos ali enquanto subia meus beijos pelo seu peitoral, pescoço e sua boca.
-Bruno vamos... –Eu não conseguia falar pois minha voz estava fraca, mas ele entendeu então esticou seus braço até a gaveta ao lado da cama e tirou de lá uma camisinha.
-Posso? –Disse ele olhando para minhas mão que estavam em seu membro então eu as tirei de lá e meu deitei ao lado dele, obsevando-o em seu movimento para colocar o preservativo, as tatuagens que ele tinha deixavam seu corpo ainda mais bonito e excitante, era como se cada pedaço dele fosse essencial pra mim. Assim que terminou, Bruno veio por cima de mim denovo, me deu um selinho demorado e olhou nos meus olhos.
-Eu vou colocar devagar, e se doer, você me avisa. Ok? –Disse ele todo carinhoso. Eu estava realmente me sentindo uma adolescente denovo, mas vivendo a parte boa agora.
-Ok. Falei e ele segurou seu membro com uma mão e com a outra, segurou minha cintura.
Ele colocou a cabeça devagar e foi entrando. Eu senti uma pequena dor e fechei os olhos, segurando um dos seus braços com força.
-Tá tudo bem? Quer que eu pare? –Ele perguntou.
-Não, tudo bem. Pode continuar. –Falei e assim ele fez, penetrando mais um pouco, com todo o cuidado, até que já estivesse com seu membro todo dentro de mim.


Ele se inclinou pra perto do meu rosto e sorriu, me fazendo sorrir também então olhando dentro dos meus olhos, Bruno começou a se movimentar lentamente, mas meus gemidos agora estavam intensos. Eu não conseguia descrever o quão maravilhoso era estar tendo este momento, olhando dentro daqueles olhos castanhos que me desarmam a cada vez que encontram os meus. Ele foi aumentando a velocidade aos poucos para que eu me acostumasse, então eu comecei a arranhar suas costas enquanto nós dois gemíamos em um tom absurdamente alto.
Ao mesmo tempo que me penetrava, Bruno acariciava meu clitóris, deixando tudo mais excitante e aquela altura eu já havia me acostumado com a grossura de seu membro dentro de mim. Seus olhos quase sempre estavam fixos em mim e ele dizia a toda hora o quanto eu era bonita e coisas do tipo.


Poucos minutos depois senti minhas pernas tremerem outra vez, meu corpo todo amolecer e Bruno se jogar para o lado, soltando um suspiro de alivio. Foi uma das melhores sensações que eu já senti na vida, parecia que algo havia explodido dentro de mim, de uma forma boa.
Nos encaramos por um tempo enquanto nossas respirações voltavam ao normal, com um sorriso e uma expressão cansada. Bruno levantou, foi até o banheiro e logo voltou, deitou-se ao meu lado e me deu um beijo.
-Você conseguiu Ray, e além do mais, foi incrível. –Ele me abraçou bem perto dele e eu me sentia de alguma forma realizada, eu me sentia completa.
-Obrigada Bru, mesmo. Você foi incrível como meu primeiro.

-E se Deus quiser serei o único Ray. Se Deus quiser. –Foi a ultima frase que consegui ouvir antes de meus olhos pesarem e eu cair num sono profundo, com um sorriso enorme no rosto e sentindo as mãos do Bruno passando lentamente pela minha cintura em baixo das cobertas e por meus cabelos.

***
E então, gostaram? Espero que sim ahhaha Bom, agora as coisas vão começar a engrenar na fic então sempre terão algumas emoções uehueehu
Me digam o que acham da historia e da maneira como as coisas estão acontecendo, criticas e elogios são sempre bem vindos, além de que, eu amo os textos que vocês escrevem nos comentários <3 beijoos

Um comentário:

  1. Ainda nao acredito que chego esse momento, é bom saber que ela ta deixando um pouco esse trauma e eu AMEI esse cap

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