quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Capítulo 16

Oi meninas, sei que demorei outra vez e peço um milhão de desculpas, mas tá muito dificil mesmo pra mim. São muitas coisas acontecendo, mas eu não vou deixar de postar não, só que as vezes vou precisar demorar. Me desculpem mesmo :(
O Cap de hoje tá sem gif pq eu to muuito cansada pra procurar agora e tenho aula amanha, mas espero que gostem <3 Amo vocês.
***
Bruno’s POV

Era domingo, eu tinha combinado de ir no estúdio encontrar o Ryan e o Phil, apenas eles, pra colocarmos as ideias em pratica e conversamos um pouco sobre o que vamos querer no próximo álbum e coisas assim, depois passaremos as ideias pro Ari e começaríamos a jogar força total no projeto.
Levantei e abri a cortina do quarto um pouco então a Rachel se mexeu na cama e resmungou algumas coisas.
-Que horas são? –Perguntou ela abrindo um olho só e olhando pra mim.
-São oito da manha. Vamos pro estúdio comigo, ou você quer ficar em casa dormindo? –Perguntei.
-Vou sim, não quero ficar aqui. –Ela falou dando aquele sorriso que me desarma, junto com sua voz rouquinha e seu incrível sotaque australiano, que deixa sua fala muito fofa.
-To indo tomar banho, aceita o convite? –Disse me inclinando sobre ela e beijando sua testa.
-Aceito sim, vai entrando que eu já chego. –Ela disse então peguei minha toalha e fui pro banho. Tirei minha roupa e entrei de baixo da água quente então logo ouço a porta abrir e fechar.
-Bom dia Bru. –Disse ela abrindo a porta do Box e entrando logo debaixo da água.
-Bom dia gatona. –Falei e me enfiei debaixo do chuveiro também, dando-lhe um selinho e um abraço gostoso. –Hmm, temos que fazer isso mais vezes. –Falei referindo-me ao beijo debaixo da água e ela riu concordando. Já deu pra perceber que ela não é de falar muito quando acorda não é?
Terminamos o banho e saímos pro lado de fora do Box.
-Droga, esqueci minha toalha. –Disse ela fazendo cara feia.
-Vem cá, usa comigo. –Falei abrindo a toalha então ela veio e eu a abracei de por trás e fomos assim até o quarto. Sim, estava sendo uma bela tortura caminhar com a bunda dela encostando em mim.
OFF

Eu e Bruno viemos do banheiro enrolados na mesma toalha já que eu tinha esquecido a minha e na medida em que íamos andando eu sentia Bruno respirar pesadamente, mas eu não podia fazer anda, afinal ele que ofereceu a toalha e eu precisava andar até o quarto.
-Obrigada Bru. –Falei saindo de perto dele antes que não saíssemos desse quarto, mas quando eu dei o primeiro passo ele agarrou meu braço e me puxou de volta pra ele, juntando nossos lábios e deixando a toalha cair no chão. Enquanto nos beijávamos, Bruno foi me empurrando até cairmos na cama, sem desgrudar os lábios de mim. Então logo suas mãos estavam apertando meus peitos, me fazendo gemer. –Bru-Bruno, nós não podemos agora. –Falei mas ele parecia nem dar ouvidos.
-Eu poderia passar a manha inteira te fodendo só pra ouvir você gemer desse jeito. Deus do céu como você é gostosa Rachel. –Ele falou roçando os lábios na minha orelha, fazendo meu corpo todo se arrepiar e entrar em êxtase. Um sorriso malicioso reinava nos lábios dele enquanto olhava pra mim.
-Credo, como você é sujo Peter. –Falei rindo. –Mas temos que ir, ou você vai se atrasar. –Falei empurrando ele pro lado e saindo de baixo dele. Levantei da cama e separei minhas roupas enquanto Bruno deitava de barriga pra cima na cama, parcialmente ereto.
-Eu não sou o único sujo aqui dona Rachel. Ou você acha que eu não presto atenção nas coisas que você grita enquanto estamos transando? –Ele falou e eu olhei rapidamente pra ele, que tinha um sorrisinho maléfico no rosto. –“Vai Bruno, me fode.” “Mais rápido” –Ele falou imitando a minha voz e minhas bochechas simplesmente arderam de vergonha. Nem eu reparava nessas coisas.
-Cala boca Brunooo. –Falei atacando uma toalha nele que gargalhava. –Vou me vestir e você vai também. –Falei fechando a porta do banheiro.
(...)
Viemos o caminho todo em silêncio, apenas escutando musica enquanto Bruno cantava alguns pedacinhos.
-Hey, tá brava comigo por causa do que falei? –Disse ele tocando minha bochecha.
-Não Bru, magina. –Falei rindo. –Na verdade eu só estou pensativa, nada de mais. –E realmente eu estava muito pensativa, já que a ideia de rever meu pai não saia da minha cabeça.
-E no que tá pensando coisa linda? –Ele estacionou na frente no estúdio.
-Nada não, só pensamentos aleatórios. Vamos entrar que o Ryan deve estar bufando já. –Falei e na hora Bruno arregalou os olhos.
-Puta que pariu, eu combinei de ir buscar o Ryan, droga. –Ele falou colocando as mãos sobre a cabeça. –Faz assim, entra e diz pro Phil que eu fui pegar o Ry e já volto. –Ele disse e eu concordei então demos um selinho e eu entrei no estúdio enquanto ele saia.
A porta estava entreaberta e eu podia ouvir a voz do Phil cantando lindamente e o som do piano. Dei batidas leves na porta e em seguida abri, entrando devagar na sala de gravações.
-Oi Phil. –Falei sorrindo então ele veio até mim e me abraçou.
-Oi Ray, quanto tempo. –Ele falou nos separando. –Cadê o Bruno?
-Ele esqueceu de pegar o Ryan e teve que voltar. –Falei me sentando no sofá que havia ali e recostando minha cabeça, olhando pro teto e dando um longo suspiro.
-Tudo bem Ray? –Phil sentou ao meu lado então eu olhei pra ele.
-Tudo sim. Obrigada pela preocupação. –Falei sorrindo e ele sorriu de volta. Ficamos em silêncio por um tempo então me lembrei que precisava conversar com ele. –Phil, posso te fazer uma pergunta? –Perguntei e ele arqueou uma sobrancelha.
-Pode sim Ray.
-O que significa amar alguém? Como eu sei que estou amando? –Eu sabia que o Phil seria a pessoa mais indicada pra responder isso. Ele deu um sorriso abaixando a cabeça e logo voltou a olhar pra mim.
-É o Bruno não é? –Ele perguntou e eu acenei que sim com a cabeça então ele sentou meio de lado, pra poder olhar pra mim. –Ray, eu sei que deve ser complicado pra você, esse lance de não conseguir sentir algo pelo Bruno e essa coisa toda, mas me responde uma coisa: O que você faria se soubesse que algo aconteceu com o Bruno, ou se soubesse que ele está em perigo? –Eu não entendi o motivo exatamente daquela pergunta, mas respondi com toda a sinceridade existente pra mim.
-Eu provavelmente daria minha vida tentando salvar a dele. –Assim que falei ele abriu um sorriso então me abraçou e beijou minha testa.
-Deixe-se descobrir Rachel. –Ele deu um tapinha no meu ombro e se levantou, indo em direção ao teclado e dedilhando algumas notas.
Logo Bruno chegou com Ryan e eles começaram a trabalhar, falando sobre um projeto para o novo cd, musicas novas, arranjos e coisas por fora disso que era o Ryan quem cuidava. Depois tocaram algumas musicas, fizeram piadas e eu só ria das palhaçadas que eles faziam.
(...)
A noite fomos pra casa do Bruno, eu iria dormir lá e de manha ia pro trabalho. Enquanto ele foi tomar banho, eu fiquei deitada na cama dele, afinal já havia tomado banho antes então o barulho do chuveiro me deu sono e logo eu cochilei. Senti quando ele se deitou atrás de mim me abraçando e sussurrou no meu ouvido.

-Rayzinha. –Na mesma hora meus músculos enrijeceram e eu parecia estar caindo num buraco escuro outra vez, ouvindo a única voz que me chamou por esse apelido na vida e instantes depois eu já não conseguia mais respirar, apenas sentia alguém me sacudindo. E então apaguei.

***
E ai, o que acham que vai acontecer com a Ray? Digam pra mim o que acharam e mais uma vez me desculpa, vou tentar não demorar com o proximo <3

2 comentários:

  1. Maaaaaaaaaas gente, porque logo esse apelido?! Com tantos no mundo, logo esse?! Credo!
    Não demore para postar! <33333

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  2. Deu tanta aflição agora que olha, pior coiso é lembrar desse passado e ainda mais desse apelido que destruiu a vida dela

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