Olha só quem chegou gatas. Ontem e hoje eu tive muito tempo livre então escrevi esse mega capitulo pra vocês.
Quero dizer também que provavelmente a fic não seja tãão comprida e nos próximos capítulos coisas, muitas coisas, vão começar acontecer e já tenho mais uma fic em mente. Em breve posto a sinopse pra vocês ;) Boa leitura e aproveitem o hot. Aproveitem BEM.
***
Bruno’s Pov
Assim que saí do banho,
me vesti e fui me deitar atrás da Rachel, estava louco por um carinho.
-Rayzinha. –Chamei-a com
uma voz suave, esperando que ela se virasse pra mim e sorrisse, mas não foi o
que aconteceu. Ao contrário do que eu esperava, Rachel começou a ter espasmos
musculares e a respirar pesado, ou melhor, a não respirar. Ela estava ficando
roxa enquanto eu tentava fazê-la voltar.
-Rachel, Rachel acorda.
–Eu dizia chacoalhando ela, mas ela não esboçava nenhuma reação, havia apagado.
Peguei meu celular
correndo e disquei para a emergência enquanto tentava fazer com que ela
respirasse denovo, mas nada adiantava então assim que a emergência chegou ela
foi levada pra ambulância e fizeram massagem cardíaca ali mesmo enquanto a
entubavam pra poder respirar. Liguei pro Phil vir até a minha casa me pegar,
pois eu não estava em condições de dirigir e não me deixaram ir ambulância
então minutos depois ele já estava lá.
Assim que chegamos ao
hospital algumas pessoas me reconheceram e ficaram me olhando, mas não dei bola
e fui direto até a recepção pra saber da Rachel.
-Por favor, preciso de
informações sobre uma paciente. –Eu dizia ofegando enquanto a moça da recepção
digitava algo no computador, mas logo parou e olhou pra mim.
-Qual o nome da
paciente, por favor? –Perguntou ela enquanto Phil me olhava concentrado.
-Rachel. Rachel
Williams. –Falei apressadamente então ela digitou o nome da Rachel no
computador e em seguida olhou pra mim com uma expressão negativa.
-Desculpe, mas ainda não
temos informações sobre a paciente em questão, pois ela deu entrada a poucos
minutos. –A recepcionista disse.
-Como não? Eu preciso
saber dela. –Alterei meu tom de voz e ela me olhou assustada. Eu já não
respondia por mim, se acontecesse algo com a Rachel eu não sei o que faria.
-Hey Bruno calma, a moça
não tem culpa cara. –Disse Phil colocando a mão no meu ombro e me tirando da
frente dela. –Desculpe senhorita. Assim que tiver alguma noticia pode pedir pra
chamarem Peter Hernandez? –Phil disse e a moça concordou. –Vem Bro, vamos
sentar.
-Tudo bem, me desculpe,
eu não queria gritar com você. –Falei pra ela que sorriu e acenou com a cabeça
então seguimos pra sala de espera e Phil me fez contar exatamente o que
aconteceu. Meus olhos ardiam só de lembrar do rosto dela, aquele rosto tão
lindo e meigo, todo roxo enquanto ela tentava respirar agoniada.
-Cara, vai ficar tudo
bem ok. Logo você vai poder abraçá-la outra vez e vai ficar tudo certo. –Phil
terminou de dizer e ouvi meu nome sendo chamado.
-Peter Hernandez? –O
Medico chamou então me levantei correndo e fui até ele que segurava uma
prancheta nas mãos. –Olá, sou o Dr. McVey, mas me chame de Roger. E você é o
que da paciente Rachel Williams? –Ele perguntou enquanto seguíamos por um
corredor que parecia não ter fim.
-Hmm, sou o namorado
dela. A situação dela é grave doutor? –Perguntei aflito então paramos na frente
de uma porta.
-Não é grave, mas
poderia ser se você não chamasse a ambulância a tempo. Tivemos que reanimá-la
pois ela havia ficado sem respirar por alguns minutos, mas agora ela está bem.
Está dormindo no momento. –Ele falou e um calafrio me tomou conta só de
imaginar o que poderia acontecer com a Rachel. Ele abriu a porta e lá estava
ela deitada na cama do hospital, tão tranquila, tão serena, tão ela. –Ela vai
acordar daqui a pouco e provavelmente terá alta hoje mesmo. Vou te deixar aqui
e qualquer coisa é só apertar aquele botão ao lado da cama pra chamar a
enfermeira. –Ele disse apontando pro botão perto da mão dela.
-Ok, muito obrigada
doutor. –Falei apertando sua mão então ele sorriu e saiu da sala.
Me aproximei dela e
recostei minha cabeça em seu peito enquanto afagava meus cabelos macios e ouvia
sua respiração. E como era bom saber que ela estava respirando.
-Eu fiquei tão
preocupada com você Ray, não me perdoaria se algo acontecesse com você, mas foi
tão rápido. –Falei baixinho na esperança de que ela pudesse me ouvir então
senti algumas lágrimas descendo pelo meu rosto. Meu Deus, eu estou perdidamente
apaixonado por essa mulher.
Alguns minutos depois
senti Rachel mexer sua mão, que se encontrava presa a minha, e lentamente abrir
seus olhos. Eu avidamente me aproximei dela e afaguei seus cabelos olhando sua
expressão que se contorcia por estar acordando.
-Bruno? –Disse ela ainda
sem abrir os olhos.
-Ray tá tudo bem. Eu
estou aqui com você e vai ficar tudo bem minha linda. –Eu fiz carinho na
bochecha dela e ela finalmente abriu os olhos, sorrindo assim que me viu e me
fazendo sorrir também. Eu a abracei com força por cima da cama, colocando meu
rosto embrenhado em seus cabelos.
-O que aconteceu Bru?
–Ela perguntou com a voz fraca então me afastei e apertei o botão pra chamar a
enfermeira.
-Na verdade eu não sei
direito, você começou a hiperventilar depois que te chamei de Rayzinha e acabou
ficando sem ar. –Quando falei aquele nome denovo ela arregalou os olhos e sua
mão segurou a minha com força. Era aquilo.
-Por favor, não diga
esse nome, por favor Bruno. –Ela disse e uma lágrima escorreu pelo canto do seu
olho enquanto ela me olhava suplicando pra que eu não dissesse mais. –Era desse
nome que ele me chamava. –Eu sabia
quem era o “ele” então apenas concordei e a abracei outra vez.
Logo a enfermeira chegou
e liberou a Rachel, que foi se trocar e logo voltou pra irmos até a sala do
doutor conversar com ele sobre algum remédio que ela teria que tomar.
-Bom Rachel, eu vou te
receitar esse calmante por uma semana, pois pude ver que você está com alguns
distúrbios de sono, mas você não pode misturar com mais nenhum remédio durante
essa semana. Você não tem nada que possa ser diagnosticado então precisamos
fazer um teste pra ver como seu organismo reage ao medicamento e daqui uma
semana você volta aqui pra podermos analisar como está indo.
OFF
Depois que saímos do
hospital Bruno me levou de volta pra casa dele pra podermos dormir, afinal, eu
ainda tenho que trabalhar no outro dia. Ele parecia que estava cuidando de um
bebe e não saia de perto de mim um segundo, eu achava até fofo, mas me sinto
como se eu fosse incapaz de fazer as coisas. Tomei o remédio que o doutor
receitou e logo fomos dormir, pois ele faz efeito rápido e o Bruno estava podre
de sono.
***
Finalmente é sexta a noite. Amanha é dia dez, o que significa que meu pai chega, e ele vai lá em casa amanha com o Connor pra me ver e pra conversarmos. Eu decidi que vou deixar acontecer, vou ouvir o que ele tem a dizer e ver o que vai acontecer, mas preciso confessar que estou mega tensa e nervosa.
Finalmente é sexta a noite. Amanha é dia dez, o que significa que meu pai chega, e ele vai lá em casa amanha com o Connor pra me ver e pra conversarmos. Eu decidi que vou deixar acontecer, vou ouvir o que ele tem a dizer e ver o que vai acontecer, mas preciso confessar que estou mega tensa e nervosa.
Cheguei em casa depois
do trabalho e quase morri de susto ao ver um anão gostoso de cueca cozinhando
na minha casa.
-Bruno, como você entrou
na minha casa? –Perguntei largando minha bolsa na bancada, que por sinal estava
iluminada por velas, e olhando tudo em volta. A casa tinha pétalas de rosas
espalhadas por alguns lugares e muuuitas velas aromáticas. Bruno veio até me
pegou pela cintura com uma mão só, me juntando ao seu corpo e me dando um beijo
caloroso.
-Boa noite pra você
também minha princesa. –Ele falou com os lábios roçando nos meus, me causando
um êxtase por todo o corpo. –Hoje de manhã eu roubei a chave reserva do seu
molho de chaves. –Ele me deu mais um selinho e se afastou lambendo os lábios.
Olhei pro seu corpo vestido apenas naquela boxer branca e logo desviei meu
olhar pra não acabar me perdendo.
-Boa noite gatinho.
Agora pode me dizer o que significa tudo isso? –Falei divertidamente e ele
sorriu voltando ao fogão, cuidando alguma coisa que cheirava muito bem. Ele
logo desligou o que estava cozinhando e voltou a olhar pra mim.
-Sai mais cedo do
estúdio hoje e resolvi fazer um jantar pra nós, afinal, você precisa relaxar,
eu preciso relaxar então vá lá e tome um banho rápido que a janta está pronta.
–Ele disse largando o pano de prato na pia.
-Tudo bem. Quer ir
comigo? –Perguntei sorrindo maliciosamente.
-É um convite tentador,
mas eu já tomei, talvez mais tarde precisemos de um outro banho. –Disse ele
aproximando nossos corpos com um puxão enquanto sua mão pairava no meu cabelo,
segurando com certa força, mas sem machucar. Deixando o erotismo no ar. –Agora
vai lá gata. –Ele ameaçou beijar minha boca, mas desviou e depositou o beijo no
meu pescoço. Eu precisei me controlar pra não deixar um gemido escapar da minha
boca e estragar a brincadeira antes de começar então saí de suas mãos e fui em
direção ao banheiro.
Tomei um banho rápido
pra não dar tempo da comida esfriar e logo fui até o quarto procurar algo pra
vestir, mas não encontrei nada a altura e já que o Bruno estava de cueca, eu
resolvi ficar no mesmo nível então vesti meu conjunto de lingerie preto e uma
camisa larga por cima, apenas isso.
-E então Peter, qual o
cardápio pra hoje? –Falei me sentando a mesa enquanto ele trazia uma garrafa de
vinho nas mãos. Como eu estou precisando de vinho.
-Risoto ao funghi e vinho Cabernet. –Disse ele servindo
nossos pratos e sentando em seguida. A comida estava simplesmente maravilhosa,
na verdade a noite estava, e tinha tudo pra melhorar.
-Bruno, isso estava
simplesmente delicioso. Não sabia que você era tão bom de cozinha. –Falei
limpando minha boca no guardanapo.
-Obrigado, mas acho que
sou tão bom de cozinha quanto de cama minha querida Rachel. –Disse ele
levantando uma sobrancelha todo convencido. Eu tomei o ultimo golinho do meu
vinho e sorri pra ele.
-Pois então, quanto a
esse outro quesito, digamos que precisa dar uma melhorada. –Falei me fazendo de
desentendida, sabendo que em poucos minutos ele poderia estar arrancando a
minha roupa com a boca em cima dessa mesa mesmo.
-Podemos resolver isso
agora. –Ele disse praticamente voando em cima de mim e me levantando da
cadeira, fazendo minhas pernas ficarem ao redor dele.
-Será que você dá conta?
–Perguntei arqueando uma sobrancelha. Provocar o Bruno na hora do sexo havia se
tornado meu passatempo preferido, pois, acredite ou não, eu adoro o jeito
agressivo dele quando é subestimado. Suas mãos apertavam minhas coxas com
força, fazendo nossos quadris se pressionarem e a situação ali em baixo dele
ficar cada vez pior... Ou seria melhor?
-Porra, se eu tivesse
visto que você estava vestida desse jeito nós poderíamos fazer aqui em cima da
mesa mesmo. –Ele disse me ajeitando em seu colo e logo se martirizando por ter
feito, pois a cada movimento meu, Bruno ficava mais duro.
-Prefiro o quarto,
também tenho uma surpresinha pra você. –Falei e mordi o lábio dele então ele me
levou correndo até meu quarto e me colocou no chão, se jogando na cama em
seguida. Não pude deixar de olhar toda aquela excitação deliciosamente visível
em sua cueca branca então me virei em direção ao armário e tirei de lá o que
havia comprado ontem a tarde enquanto ele estava no estúdio. Quando me virei
Bruno arregalou os olhos e logo em seguida sorriu, mordendo os lábios e
“ajeitando” seu membro por cima da cueca.
-Então você me quer todo
pra você Rachel? Você quer que eu seja seu submisso? É isso? –Ele perguntou e
eu acenei com a cabeça.
-Mas você precisa ficar
quieto e ser um bom menino. –Larguei as coisas na beirada da cama e tirei minha
camiseta. Bruno apenas concordou e manteve seus olhos presos em mim. –Agora
fique sentado com as mãos pra trás na cabeceira. –Ordenei e assim ele o fez
então peguei a algema preta e engatinhei até ele, colocando meu corpo por cima
do dele pra poder prender suas mãos á cabeceira da cama, mas pra isso, meus
peitos quase tocavam o rosto do Bruno, que a essa altura já estava respirando
pesado e suando por conta própria.
Assim que terminei de
prender suas mãos eu me livrei daquele sutiã e o joguei pro lado. O volume na
cueca dele já não tinha mais pra onde crescer então fui até ele e passei minhas
unhas de leve sobre seu peitoral, arrancando um curto gemido da sua boca e em
seguida parando minha mão na barra da sua cueca.
-Rachel, me solta. –Ele
pediu e eu sorri maliciosa.
-Não mesmo Peter. Eu nem
comecei ainda. –Falei retirando sua cueca num puxão só, como ele havia feito
comigo alguns dias atrás, mas sem rasgar e jogando ela no chão. Passei minhas
mãos por aquelas coxas deliciosas que ele ostenta e lá mesmo cravei minhas
unhas, fazendo Bruno se contorcer. –Por favor. –Ele disse com a voz tremula
então me coloquei entre suas pernas, mas ao contrario. Abri minhas próprias
pernas e retirei minha calcinha, deixando toda a visão pra ele que deu uma
fisgada e fechou os olhos.
-Olhe pra mim Peter.
–Falei e ele olhou então lentamente levei minha mão até minha intimidade e
comecei a me tocar de leve enquanto Bruno se contorcia na esperança de que a
algema soltasse. –Você quer que eu te de prazer? –Falei e ele se limitou a
acenar com a cabeça então tirei meus dedos dali e fui em direção a ele. Peguei
o lubrificante que também havia comprado e espalhei um pouco nas mãos, em
seguida agarrei seu membro e comecei a fazer movimentos pra cima e pra baixo
enquanto Bruno fazia uma expressão de súplica e gemia, me deixando mais
excitada do que já estava.
-Rachel para, eu vou
gozar. Me solta, por favor. –Ele implorou então eu soltei uma risada um pouco
alta. Resolvi soltá-lo pra não acabar com a brincadeira então me inclinei sobre
ele e soltei as algemas. –Sua cretina, você conseguiu me enlouquecer. Agora
você vai ver. –Ele falou com os olhos queimando em desejo e me beijou em
seguida, apertando meus peitos deliciosamente enquanto descia os beijos até
chegar na parte interna das minhas coxas.
Ele começou a me chupar
como louco, como se tivesse sede daquilo e meu corpo todo estremecia diante de
seus estímulos. Logo ele introduziu um dedo enquanto me chupava e eu senti
aquele sentimento familiar me tomando.
-Bruno eu vou gozar,
chega. –Falei tentando afastá-lo, mas ele não parou.
-Agora você sabe como é
não sabe?- Ele disse e eu acenei com a cabeça pois não conseguia nem dizer meu
nome àquela altura. –Então eu quero que goze pra mim Rachel. –Ele disse e
continuou me lambendo, fazendo com que eu atingisse o clímax segundos depois e
se deliciando com aquilo.
-Ahhh Bruno. –Gemi alto
então ele voltou seu rosto pra perto de mim.
-Chega de brincadeiras
por hoje não é? –Ele disse e eu concordei, então ele afastou mais minhas pernas
e me penetrou lentamente, me fazendo segurar seu quadril e o puxá-lo de uma vez
pra mim.
Bruno me beijou e
começou a se movimentar enquanto uma de suas mãos apertava minha coxa e a minha
arranhava suas costas sem dó.
Ele aumentou a velocidade fazendo nossas peles se
chocarem se emitirem um som alto no quarto. O frio intenso que fazia lá fora
estava totalmente nulo ao calor dentro daquele quarto com o aquecedor ligado e
nossos corpos pegando fogo. Estávamos suando muito e eu sentia meu rosto todo
ficar vermelho e muito quente.
-Mais rápido, por favor.
–Falei pra ele que aumentou a velocidade e a força, nos fazendo gozar juntos,
soltando um gemido extremamente alto, que poderia ser ouvido até mesmo por quem
estava na rua.
Ele se jogou ao meu lado
totalmente exausto e ofegante, mas com um sorriso gigantesco naquele rosto
indo. Tomamos um banho mega rápido e nos jogamos na cama, encarando um ao outro
em silêncio.
-Obrigada pela noite.
–Falei sorrindo e ele sorriu também.
-Obrigada por tudo. Eu
te amo. –Ele disse olhando dentro dos meus olhos então eu não sabia o que dizer,
e mais uma vez eu iria desapontá-lo. Ficamos mais um tempo nos encarando
seriamente então ele acariciou minha bochecha, eu abri um meio sorriso e me afundei
no seu pescoço, sentindo aquele perfume natural que só ele tem. –Boa noite
minha linda. –Ele beijou minha cabeça e eu não falei mais nada, pois preferi
fingir que já havia dormido do que ter que olhá-lo nos olhos e ver a decepção
que causo nele.
Assim, algumas poucas lágrimas escorreram dos meus olhos antes
de eu me entregar a um sono profundo nos braços dele.
***
Então garotas, o que acharam? Espero mesmo que tenham gostado. Agora as coisas nessa fic vão começar a andar outra vez. Não me matem pq eu amo vocês e espero que comentem <3 Até a próxima


Amei,ela ta ficando safadinha.continua por favor
ResponderExcluirQuer que eu diga SINCERAMENTE como estou??????????????????? CAAAAAAARRRAAAALLLHHHHHHHOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Há quanto tempo eu não via um hot assim??????????????????????????? Meu coração ta acelerado até agoraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! Chorei :c no final... AAAI q droga, Raaccheeeeeeeelllll ♥ AMMMOO ESSA FIC.. AMOOO uma das melhores (mesmo que eu tenha lido só 3, pq, pq sim) mas digo que está empatada com fics q eu julguei as melhores da minha viddaaa ♥
ResponderExcluirWow, que capítulo nossa tudo muito meio cinquenta tons de cinza, fiquei doida aqui ndsadoaisnodias muito bom <3 amei amei amei! Quero mais :p
ResponderExcluirMEU DEUS o que foi isso, sério vou enlouquecer sem essa fic. Terminava cada linha com MEU DEUS. Com esse trauma que vive com ela aos poucos ela vai "esquecendo" nunca imaginei que ela seria capaz de fazer isso. NAO DEMORA e do fundo do meu coração espero que você tenha mais "tempo livre"e vou espera ansiosamente a outra fic
ResponderExcluirE sim esse comentário foi sem noção pqa emoção foi demais
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