Olá amorecas da minha vidaa <3 espero que gostem do cap. Hoje tem tretaaaaaaaaaas. Boa leituraa.
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Bruno’s Pov
Depois que eu disse pra
Rachel que a amava, ela ficou sem reação, apenas ficou me encarando então pra
quebrar o clima eu acariciei sua bochecha então ela sorriu e se afundou no meu
pescoço.
-Boa noite minha linda.
–Falei beijando sua cabeça, mas ela não respondeu. Eu poderia jurar que ela
estava dormindo se não fossem por algumas lágrimas que eu senti respingarem no
meu braço. Tentei não pensar nisso, mas não consegui, e infelizmente o sono não
veio por um bom tempo então fiquei apenas observando ela dormir. Parecia um
anjo e quem a olha assim não imagina o quanto ela sofreu, o quanto é perturbada
por um passado que foi arruinado por um verme, um homem nojento. Eu juro que se
um dia eu encontrar esse Paul, ele vai desejar nunca ter nascido.
No dia seguinte senti
quando Rachel se mexeu na cama, mas eu não conseguia abrir os olhos, estava com
muito sono. Ela também nem me chamou, apenas ouvi ela ir ao banheiro e depois
sair do quarto e então dormi denovo.
OFF
Na manha seguinte eu acordei
já eram dez horas, ainda bem que eles não vêm pro almoço, pensei enquanto
tirava o braço do Bruno da minha cintura e ia ao banheiro. Resolvi deixar o
Bruno dormindo mais um pouco pois sabia que logo ele iria levantar e fui tomar
meu café tranquilamente então logo comecei a lavar a louça e me empolguei
arrumando o resto da casa.
Quando olhei no relógio já eram onze e meia, e nada do Bruno, então resolvi chamá-lo.
Quando olhei no relógio já eram onze e meia, e nada do Bruno, então resolvi chamá-lo.
-Bru, acorda dorminhoco.
–Falei dando selinhos nele que sorriu e começou a se mexer na cama, apertando
os olhos.
-Hmmm. –Ele resmungou
ainda de olhos fechados, agarrando minha cintura e me fazendo deitar ao seu
lado enquanto se embrenhava no meu peito, me abraçando com força.
-Você parece um
adolescente que não quer levantar pra ir á escola pois ficou em alguma festa
até tarde. –Falei rindo com o rosto perto da sua nuca, devido a posição em que
ele havia me abraçado.
-Eu to com muito sono,
não quero levantar. –Ele resmungou.
-Então quer dizer que eu
te deixei cansadinho ontem a noite ein Peter? Levanta que já passou de onze e
meia. –Falei ele levantou a cabeça arregalando os olhos.
-Caramba, eu dormi
demais mesmo, mas não consegui dormir de noite. Crise de insônia. –Ele disse
deitando a cabeça no meu colo e minhas mãos automaticamente passaram a acariciar
seus cabelos.
-Crise de insônia Bruno?
Você não é disso. Vem vamos lá que eu vou fazer alguma coisa pra almoçar e
depois tenho que preparar meu psicológico pra rever o Bradley. –Falei e ele
levantou indo em direção ao banheiro.
-Seu pai. –Disse ele me
corrigindo.
-Bradley. –Rebati saindo
do quarto. –To esperando lá na cozinha. –Falei e sai do quarto.
***
(Escutem essa musica diva ahhaha e se acabar repitam até o fim do capitulo e se possivel, da vida)
(Escutem essa musica diva ahhaha e se acabar repitam até o fim do capitulo e se possivel, da vida)
-Meu Deus, acho que esse
risoto foi a melhor coisa que já fiz na minha vida. Palmas pra mim. –Bruno
disse se deliciando com mais um pouco de risoto, já que não conseguimos comer
tudo ontem.
-E no que você tá
pensando se não em comida? –Ele limpou a boca num guardanapo e se esparramou na
cadeira.
-Quer saber mesmo? –Perguntei
e ele acenou que sim. –To pensando em ontem a noite, mais especificamente depois
da janta. –Ele arregalou os olhos surpreso e eu ri.
-No que foi que eu
transformei você Williams? –Ele disse bem devagar dando um ar misterioso na
pergunta.
-Sinceramente? Eu não
sei Hernandez. –Nós dois rimos e então saímos da mesa. Bruno lavou os pratos e
depois fomos tomar um banho. Quando saí, enrolei meu cabelo numa toalha e
liguei pro Connor.
-Alô? –Disse ele do
outro lado da linha.
-Oi Conn, é a Ray. Tudo
bem?
-Oi mana, tudo sim e
você. –Ele parecia mais animado e me deixava muito feliz saber que ele gostava
de mim assim, com tão pouco tempo de convivência.
-Estou bem também?
–Falei e o silencio predominou. –Err Conn, a que horas você vem? –Perguntei
receosa.
-Daqui a meia hora
estamos chegando aí. –Assim que ele falou percebi o som de outra voz masculina
ao fundo. Bradley.
-Hmmm Ok. Vou desligar
agora. Beijos.
-Beijos Ray. –Falou e
desligamos.
Eu estava tentando não
parecer nervosa, mas depois de ter ouvido sua voz não sei se consigo. Fui até o
meu quarto onde Bruno estava esparramado na cama mexendo no celular.
-Falou com ele? Quando
eles vem? –Bruno voltou seus olhos pra mim enquanto eu pegava meu secador e
ligava na tomada, levando um puta susto por ele funcionar assim que liguei. Eu
sempre esqueço os botões ligados aí quando ligo na tomada é sempre um susto.
-Meia hora. –Disse
apenas isso e comecei a secar meu cabelo que não demorou muito pra ficar do
jeito que eu queria.
-Hey, não precisa ficar
nervosa, vai dar tudo certo, e eu prometo que estarei aqui com você, sempre.
–Senti seu abraço me envolver enquanto ele afagava meus cabelos. Soltei um
suspiro alto e o abracei com força, inalando seu cheiro calmante.
-To assustada com tudo
isso Bruno. Olha só como a minha vida mudou em tão pouco tempo. –Falei e então
ele segurou meu rosto com as duas mãos.
-Você não precisa ficar.
Eu estou aqui e sempre estarei. Você é uma das pessoas mais fortes que eu
conheço. Vai ficar tudo bem. –Ele disse e eu concordei com a cabeça então ele
se inclinou sobre mim e me deu um selinho, mas logo foi interrompido pela
campainha.
-São eles. –Eu falei e
minhas pernas começaram a tremer então Bruno segurou minha mão e com toda sua
confiança, me guiou até a porta. Eu serei forte, não vou me deixar abalar.
Abri a porta devagar e
logo vi Connor sorrindo pra mim. Nos abraçamos fortemente.
-Vai dar tudo certo.
–Ele sussurrou no meu ouvido e eu acenei com a cabeça então nos afastamos e ele
liberou minha visão, me deixando ver Bradley. O homem que eu não via desde a
minha infância e que mesmo assim, eu me lembrava dele como se fosse ontem.
-Pai, essa é Rachel, sua
filha. –Disse ele nos apresentando enquanto Bradley se aproximava
cautelosamente.
-Minha filha! –Ele disse
baixo, sorrindo um pouco, deixando algumas lágrimas transparecerem nos seus
olhos.
-Bradley. –Eu disse
baixo também, sem saber o que fazer então por sorte, Bruno me salvou.
-Por favor, entrem.
–Bruno tomou a iniciativa, colocando a mão em minha cintura e fazendo sinal pra
que entrassem. Connor passou e cumprimentou Bruno com um meio abraço e quando
Bradley passou, ele parou em frente ao Bruno e esticou a mão.
-Senhor Evans. Prazer,
Peter Hernandez. –Eles se deram as mãos e logo nos sentamos na sala. O clima
estava tenso, ninguém falava nada, apenas nos olhávamos de vez em quando.
-Hmm Bruno. Que tal se
formos lá pro quintal dar uma volta enquanto eles conversam? –Connor falou se
levantando então olhei pro Bruno, implorando pra que ele recusasse, mas não,
ele concordou com Connor e os dois saíram em direção ao quintal.
Olhei pra Bradley que me
olhava incessantemente, esperando que o silêncio fosse quebrado.
-Bruno? Mas não era
Peter? –Ele perguntou tentando descontrair o clima.
-É nome artístico
Bradley, mas isso não vem ao caso agora. –Fui fria.
-Pode me chamar de pai.
–Eu preferia ser surda do que ter escutado isso.
-PAI, é a única coisa
que você não tem o direito de ser chamado então pra mim ainda é Bradley.
-Rachel, filha, não faz
assim comigo. Eu tenho meus motivos e vim aqui justamente pra te dizer tudo
isso. Eu preciso que entenda que foi preciso.
-Por favor, me deixe
dizer meus motivos. –Ele pediu me olhando com suplica.
-Não papai. Eu vou explicar meus motivos pra nunca
mais olhar na sua cara. Você largou a mim e a minha mãe quando eu era apenas
uma criança, me deixando sem uma figura paterna com quem contar pro resto da
vida. Você foi embora sem ao menos me dizer o motivo e nunca mais voltou. Você
fez eu passar o pior inferno da minha vida quando minha mãe arrumou outro
marido. Tudo por que VOCÊ foi embora. Então não venha me falar de motivos. Se
eu não era bem vinda pra vocês, vocês não deveriam nem ter me deixado nascer
então. –Eu simplesmente despejei as
palavras em cima dele. Meus olhos já transbordavam em lagrimas.
-Eu sei Rachel, sei que
fiz tudo errado e que não fui um pai exemplar pra você, mas a verdade é que eu
e sua mãe nunca nos amamos de verdade e por isso nos separamos durante um ano
quando você nasceu. Eu ainda era jovem demais e acabei me envolvendo com a mãe
do Connor, que por sinal também abandonei por muito tempo, mas sua mãe não
contou isso pra você. –Ele disse com as mãos na cabeça enquanto tentava me
convencer.
-Você está dizendo agora
que a minha mãe é a culpada? Tá certo que ela também não fez seu papel
maternal, mas querendo ou não foi ela quem me criou.
-Eu sei Rachel, mas eu
queria te contar que eu tinha outra família antes de ir embora, mas ela não
deixou, ela queria que você passasse o resto da vida pensando que eu nunca te
amei. Mas sim Rachel, eu te amei, e ainda te amo. Você é minha filha e eu te
amo.
-Não venha me falar de
amor. Eu nem sei o que essa palavra significa. Amor. As pessoas dizem que amam
as outras como se estivessem dando bom dia. Sabe aquele homem que está nesse
momento lá fora com o meu irmão? Ele diz que me ama e eu vejo todos os dias a
decepção no rosto dele quando eu não digo que o amo também e sabe porquê? Por
que ninguém foi capaz de me mostrar o que é amar. Ninguém. –Ele ficou parado
por um tempo apenas me olhando enquanto lágrimas desciam pelo seu rosto.
-Se eu pudesse eu faria
tudo diferente Rachel, mas infelizmente eu não posso. E foi por isso que eu vim
até aqui. Eu vim te pedir desculpas, pois eu sei que tenho culpa sobre tudo
isso, e pedir que me dê uma chance de mostrar pra você que eu te amo. Por
favor. É só o que eu peço. –Ele disse se aproximando de mim e eu dei um passo
pra trás.
-E eu? Eu terei uma
segunda chance? Eu terei minha adolescência de volta? Terei minha vida outra
vez? Ou vai me dizer que não sabe que eu fui estuprada pelo ex-marido da minha
mãe? Ou que não sabe que eu tenho ataques de pânico toda vez que ele assombra
meus pesadelos? –Falei abaixando o tom de voz e chorando cada vez mais enquanto
olhava pro chão. Senti Bradley me abraçando, mas não cedi e continuei com o
corpo rígido.
-Eu sei de tudo isso
minha filha. E eu voltei pois eu quero concertar as coisas com você, quero
fazer parte da sua vida a partir de agora e para todo o sempre. Você pode me
odiar por quanto tempo você quiser, mas eu te amo e quero que saiba que a
partir de hoje, você querendo ou não, eu estarei aqui pra te proteger de agora
até quando eu morrer. –Aquelas palavras me acertaram de uma forma inexplicável.
Aquele abraço que esperei tantos anos pra receber outra vez, seus carinhos,
suas palavras, sua voz. A voz que me contava histórias antes de dormir e que me
acordava de manha quando eu não queria ir pra escola.
Discretamente coloquei
meus braços ao redor dele e o abracei de volta, derramando todas as minhas
lagrimas que ainda restavam.
-Eu não te odeio... Pai.
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Então o que acharam? Será que a Ray vai perdoar o Brad de vez? E o que acharam dele? Logo mais vocês vão entendem o motive de ele ser esse persongem mais forte hahaha Beijo beijo, comentem por favor e até a próxima
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Então o que acharam? Será que a Ray vai perdoar o Brad de vez? E o que acharam dele? Logo mais vocês vão entendem o motive de ele ser esse persongem mais forte hahaha Beijo beijo, comentem por favor e até a próxima
MEU DEUS LÁGRIMAS APENAS VOCÊ ME DEIXA TÃO CURIOSA
ResponderExcluirMeu Deus, será que dessa vez ela perdoou ele mesmo, ou nem? Tomara que sim.E nossa, quando ela falou do Bruno pro pai dela, eu senti alguma coisa no meu peito dizendo que ele ouviu isso de algum jeito e se machucou, não sei porque, acho que é intuição ou medo que algo dê errado com os dois que são tão perfeitos. Tomara que eu esteja errada. Ah, amei esse capítulo, quero mais um e quero que ela perca esse medo de amar <3
ResponderExcluir:') Cara, espero que ela perdoe ele. Ain, esse abraço deles, simplesmente perfeito <3
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