sábado, 10 de maio de 2014

Capitulo 3

Ooooi gente bonita, como vcs tão? Voltei pra vcs. Aproveitem e até a proxima :*
***

Bruno’s POV

Hoje a tarde esbarrei em uma mulher sem querer quando estava indo apressado até meu carro pra ir pra casa. Estávamos os dois distraídos então nos desculpamos e assim que olhei aquele rosto eu fiquei maravilhado, ela é linda, muito linda. Pedi pra pagar outro café pra ela já que eu havia derrubado o seu na hora. Eu até achei que ela fosse recusar, mas logo aceitou então fomos até a cafeteria, eu aproveitei pra pedir um pra mim também e conversamos um pouco pra não ficar um clima muito estranho. Rachel era o nome dela.
Eu percebi que ela ficou um pouco receosa quando eu a elogiei, mas eu apenas fui sincero, ela era uma mulher muito linda. Assim que terminamos o café fomos andando em silêncio até o lado de fora.
-Obrigado por aceitar tomar café com o desastrado aqui. –Disse colocando as mãos no bolso.
-De nada, sua companhia foi muito agradável. –Disse ela sorrindo.


-Imagina, você também é uma boa companhia. –Falei e paramos na calçada.
-Obrigada, então tchau, a gente se vê por aí. –Ela foi se despedindo com um beijo no meu rosto. Preciso dar um jeito de manter contato com ela, quero convidá-la pra sair algum dia desses.
 -Será que antes de ir, eu poderia pedir seu telefone? Gostei mesmo de tomar café com você. –Pedi e ela ficou um tempo pensativa, cheguei a pensar que iria recusar, mas pra minha sorte não.
-Tudo bem, anota aí. –Ela me passou o numero, eu anotei e dei um toque em seu celular pra que gravasse o meu também.
-Obriga Rachel, então até mais. –Falei e nos despedimos denovo então eu fui pra casa e aproveitei pra descansar por um tempo, eu e os meninos não tínhamos marcado nada pra hoje á noite então só o que me resta é ficar vendo algum filme até pegar no sono, e também eu estava cansado demais pra sair, porém, eu fiquei por um tempão rolando na cama sem consegui dormir, eu queria, mas não conseguia, já era quase meia noite. Levantei e fiquei andando pela casa á procura de algo pra fazer, mas não encontrei nada, a minha vontade era de sair andando na rua sem nenhum rumo, eu sei que estava frio, mas era exatamente isso que eu iria fazer... Depois de colocar uma roupa bem quente, é claro.
OFF

Acordei assustada por conta de um pesadelo terrível, o mesmo de sempre, com o desgraçado do Paul, eu sempre sonho com aquela noite terrível de 11 anos atrás. Enfim, não consegui mais dormir então olhei no relógio e vi que denovo tinha dormido só um pouco, eram onze e meia da noite, eu voltei umas dez horas, então levantei, fui até a cozinha e abri uma garrafa de vinho, peguei uma taça e enchi. Bebi a garrafa até ela estar na metade e eu estar tonta, tonta não, eu estava bêbada mesmo.
Não sei como consegui, mas quando vi estava na rua já, vestida com uma roupa quente e andando não sei pra onde, só sei que eu estava quase tropeçando nos meus próprios pés, minha cabeça estava girando então depois de andar por um bom tempo eu me sentei num banco de praça e fiquei lá sem saber o que fazer.
Eu não sabia se estava longe de casa, mas não conseguia levantar nem me mexer, pois eu estava bêbada, perdida e com frio... Que ótimo.
Eu continuei sentada tentando raciocinar pra onde ir então de repente vi um homem vindo na minha direção, eu não o reconheci, mas parecia que ele estava me ajudando.

Bruno’s POV


Estava andando perto de uma praça, não muito longe de casa, as ruas estavam vazias por causa do frio intenso que fazia aquele horário, exceto por uma pessoa que estava sentada no banco da praça, apenas ela. Fui me aproximando pude perceber que era uma mulher, ela parecia atordoada, sem rumo então cheguei mais perto e quando olhei pra ela eu me assustei, era Rachel, mas o que ela está fazendo aqui a essa hora?
-Rachel, está tudo bem? O que ta fazendo aqui sozinha? –Perguntei parando em frente á ela. Ela resmungou algumas palavras que eu não consegui identificar, ela estava bêbada. Bêbada? Com certeza ela não sabia nem onde estava.
Eu não podia deixá-la naquele frio e ela não sabia me responder o que estava fazendo ali então a peguei e levei pra minha casa rapidamente, pois o frio estava terrível. Assim que chegamos eu a levei até o quarto de hóspedes coloquei ela na cama então ela apenas deitou e dormiu. Eu tirei seus sapatos e a cobri bem pra que não ficasse com frio então deixei a porta entreaberta e fui até o meu quarto, me troquei e fui dormir também.
Acordei na manha seguinte e fui até o quarto em que Rachel estava, e por sorte ela ainda estava dormindo então tomei café e fiquei pensando no que fazer quando ela acordasse. Logo ouvi um barulho no quarto então fui até lá devagar e dei uma batidinha na porta, espiando dentro do quarto.
-Oi, posso entrar?
OFF

Depois que eu fui tirada da praça eu não me lembro de mais nada, só sei que acordei em uma cama, numa casa desconhecida então assim que acordei, fui levantar da cama e tropecei por estar enrolada nas cobertas então levantei do chão, me sentei na cama e fiquei tentando descobrir onde estava quando de repente ouço uma batidinha na porta.
-Oi, posso entrar? –Disse a voz e quando me virei pra ver quem estava na porta fiquei surpresa, era o Bruno Mars, aquele com quem tomei café outro dia. Mas o que eu estava fazendo na casa dele?
-O-oi, pode sim. –Falei um pouco envergonhada por não saber o que havia acontecido.
-Está tudo bem? –Perguntou ele calmo, sentando ao meu lado.
-Sim, pelo menos eu acho que está. Como vim parar aqui?
-Bom, eu te trouxe pra cá ontem, depois de te achar meio perdida na praça aqui perto. –Então era ele o homem que me carregou ontem.
-Estou confusa, não sei o que eu estava fazendo lá. –Falei tentando me lembrar.
-Eu também não sei, mas quem sabe depois de comer alguma coisa você não se lembra. Vem? –Disse ele fazendo sinal pra que fossemos até a cozinha.
-Sim, se importa se eu for daqui a pouco? –Perguntei.
-Não, tudo bem. O banheiro é na terceira porta á esquerda se precisar, e vou esperar lá em baixo. –Disse ele indicando o banheiro e sorrindo.
-Obrigada. –Sorri de volta e ele saiu então me levantei, fui ao banheiro lavar meu rosto e desci as escadas. Nos poucos lugares que andei, pude perceber que a casa era enorme e ainda mais quando desci as escadas e vi o resto.
-Agora sim, bom dia! Senta aqui. –Disse Bruno assim que me viu chegando á cozinha.
-Bom dia. –Ri do seu senso de humor e me sentei. Ficamos em silencio e ele me observava enquanto eu tomava café. –Não vai comer? –Perguntei.
-Ah não, eu já comi. –Falou ele. –Só um minuto. –Disse ele saindo dali rapidamente e logo depois voltando. –Usa isso, por favor, o chão está um pouco gelado. –Ele me entregou uma pantufa na cor cinza então eu coloquei.
-Obrigada, mas não precisava. –Falei um pouco tímida.
-Imagina, está muito frio. –Ele falou e denovo o silêncio predominou então resolvi falar algo.
-Então, você disse que eu estava na praça ontem á noite? –Perguntei.
-Sim, eu perguntei se estava tudo bem, mas você balbuciou algumas palavras que eu não entendi então como não sabia o que fazer e nem onde você morava, eu te trouxe pra cá. –Agora eu estava começando a me lembrar, eu tive um pesadelo e comecei a beber. O resto não lembro de nada.
-Muito obrigada por me tirar de lá, eu não sabia nem onde estava e me desculpe por te dar trabalho.
-Não precisa me agradecer não, por favor. Mas o que estava fazendo àquela hora sozinha? –Perguntou ele.
-Eu não consegui dormir e acho que você deve ter percebido que eu tomei uns goles a mais então só sei que fui parar lá, não sei como. –Eu não sabia onde enfiar a cara, mas agora a merda já estava feita.
-Não fique com vergonha, ás vezes cometemos esses pequenos errinhos na hora de beber, e quem nunca cometeu que atire a primeira pedra. –Não sei por que, mas aquelas palavras me deixaram mais relaxada então apenas sorri e agradeci.
-Muito obrigada pelo café, pela casa e... –Estava agradecendo, mas ele me interrompeu.
-Ei, não me agradeça mais, por favor. Além do mais, eu adorei ter sua companhia novamente. –Ele soltou um lindo sorriso. Sim eu acabei de reparar que ele tem um sorriso muito bonito e umas covinhas bem profundas na bochecha.
-Tudo bem, então acho que vou pra casa agora, daqui um pouco você vai começar a cobrar a diária. Qual foi o quarto em que eu dormi mesmo? –Falei dando risada e ele também.
-Como você é engraçadinha viu. É o no fim do corredor lá em cima. Vamos lá que eu te mostro. –Disse ele então subimos as escadas e ele me mostrou o quarto.
-Só preciso pegar meu casaco e meus sapatos e já vou. –Disse á ele.
-Tudo bem, pode deixar que eu te levo.
-Bruno não precisa, você já fez demais por mim não acha? –Falei me virando pra ele.
-Não acho não, e não adianta discutir, eu vou te levar e pronto, senão você não sai daqui. –Disse ele enquanto andava até uma porta que eu presumo que seja seu quarto, sem me dar chance de responder. Peguei minhas coisas e olhei pra cama aonde eu havia dormido então comecei a dobrar as cobertas.
-Então já mudou de idéia ou vai ficar aq... Ahh não, você não precisa fazer isso, por favor. –Disse ele em relação a eu arrumar a cama.
-Claro que preciso, e vou fazer sim, pelo menos isso. –Continuei o que estava fazendo.
-Vou te dar a chance de largar essas cobertas aí, ou vou eu mesmo tirar da sua mão. –Disse ele e eu ri, mas mesmo assim continuei dobrando então logo senti ele puxando uma das cobertas da minha mão.
-Bruno é serio, pode deixar.
-Não não, já falei que não precisa fazer isso. –Ele continuou puxando e quando vi estávamos fazendo um cabo de guerra com a coberta, até que uma hora ele puxou mais forte, eu enrosquei os pés na mesma coberta que eu caí antes e nós dois acabamos caindo no chão. Ele caiu de costas e eu caí de frente em cima dele então por sorte não dei de cara no chão. Ficamos dando risada por um tempão ali no chão mesmo até que eu percebi que estava ainda em cima dele e que nossos rostos estavam próximos demais.

Bruno’s POV

Depois do nosso tombo nós ficamos dando risada da situação e de repente um silêncio tomou conta do quarto então como Rachel estava em cima de mim eu fiquei olhando pra sua boca e pros seus olhos. 


Na hora me deu uma vontade de beijá-la até acabarmos sem nenhuma peça de roupa, mas seus olhos, eles tinham alguma coisa, não sei bem, mas era algo que me impedia de fazer isso, parecia que eles diziam que ela tinha algo escondido e que aquele não era um momento bom pra eu tentar esse tipo de aproximação. Acho que ela acabou ficando tímida devido ao momento.
OFF

Bruno ficava me olhando fixamente, sem piscar, ele olhava nos meus olhos e aquela situação me deixou um pouco tímida, não sei por que, mas deixou um clima estranho então desviei o olhar e me levantei ainda em silencio, mas ele continuou ali no chão.
-Não vai levantar? –Perguntei estendendo minha mão pra ele então ele sorriu, pegou minha mão e eu o ajudei a levantar.
-Obrigado. –Denovo ele sorriu daquele jeito, um sorriso grande. –Bom você venceu, vou esperar ali na sala. –Ele falou e saiu rapidamente. Eu terminei de arrumar a cama, coloquei meu casaco e meus sapatos, e desci as escadas.
-Pronto. –Falei e ele se levantou, abriu a porta de casa e saímos. No caminho nós não trocamos muitas palavras, eu apenas dizia o caminho pra ele então logo chegamos.
-Está entregue. –Disse estacionando em frente á minha casa.
-Obrigada por tudo Bruno, nem sei como te agradecer. –Falei.
-Não precisa, sério mesmo. –Ele passou a mão pelo cabelo.
-Tudo bem, então tchau. –Fui me despedir dele e ele de mim, acabamos nos confundindo e por pouco não demos um selinho, o beijo dele acabou sendo no canto da minha boca. Ele ficou todo sem graça e não sabia o que fazer então eu sorri e desci do carro.
Acenei de longe pra ele que continuava com um sorriso no rosto e em seguida ele se foi também. Entrei em casa e percebi que tinha deixado ela aberta, claro, que bêbado fecha a casa?
Fui direto pra meu quarto, tirei minha roupa, peguei minha toalha e fui correndo pro banho quente. Lavei meu cabelo com calma e deixei a água escorrer pelo meu corpo, tentando assimilar a idiotice que eu fiz noite passada. Eu sou muito burra mesmo. Poderia ser qualquer um me levando pra casa e poderia ter feito qualquer coisa que eu não ia saber. Tenho é que tomar vergonha na cara, pra não passar por outro pesadelo na minha vida.
Depois do banho eu enrolei meu cabelo na toalha, coloquei uma roupa quente e confortável e fui assistir um pouco de Tv até a hora do almoço. Eu decidi não cozinhar hoje e pedir comida em algum restaurante.
Enquanto almoçava sentada na bancada da cozinha fiquei olhando em volta, minha casa é grande demais, e eu sou uma pessoa que vive praticamente sem ninguém, o que significa que essa casa ás vezes me dá medo, principalmente quando chove. É eu sou uma mulher de 27, quase 28 anos na cara e que tem medo de chuva e trovões, mas a questão é que sou obrigada a me acostumar com isso já que moro sozinha.
***
Segunda-Feira, que droga! Parece que ontem era sexta ainda. Eu passei o sábado inteiro em casa e domingo eu fui ao shopping comprar algumas roupas e coisas pra casa, comida etc. Não falei e nem vi mais o Bruno desde quando ele me deixou em casa no sábado de manha, e nem com a Andrea.
Cheguei no trabalho, liguei meu computador e fui checar meus e-mails e resolver umas coisas da empresa então alguém bate a minha porta.
-Pode entrar. –Eu digo e então Andrea entra.
-Bom dia chefe. –Diz ela sorrindo.
-Bom dia Andrea. Por favor, não me chama de chefe. Isso me dá uma impressão daquelas pessoas barrigudas e mal-humoradas que ficam mandando nos outros, me chame de Rachel, como se não estivéssemos na empresa. –Falei e ela deu risada então encostou a porta e sentou na cadeira á minha frente.
-Tudo bem Rachel. Trouxe um fechamento de contas e uns recibos pra você assinar. –Ela me entregou a prancheta com as coisas que eu deveria assinar, era um monte de papéis, mas isso quer dizer que a empresa está indo bem.
-Prontinho. –Entreguei a prancheta de volta pra ela. –Ah, podemos almoçar juntas hoje? –Perguntei.
-Podemos sim. No restaurante aqui do lado? –Disse ela.
-Esse mesmo. Preciso falar umas coisas com você. –Falei e ela concordou. Então pediu licença e voltou ao trabalho.
***
-Então, aconteceu alguma coisa? –Perguntou Andrea quando já estávamos no restaurante.

***
E então. Gostaram? uahau espero que sim. Boom, comentem que logo logo eu posto outro.


2 comentários:

  1. Acho que essa menina ou tá grávida, ou ela tá de rolo com alguém e precisa de conselhos, ou ela é lésbica e tá apaixonada pela Rachel NIOSANDIONSAIOD é o que eu acho! Mas enfim, caramba, amei demais, mas ela não pode mais sair tonta e bêbada por aí, e se outra pessoa fizesse o que o Paul fez pra ela? Que horror.Tá perfeito!

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