Amores olha só quem está aqui hueheueh espero que gostem <3
***
Acordei lentamente com
um pouco de sol que invadia o quarto então olhei pro Bruno que dormia
profundamente com seu rosto visivelmente cansado e sua mão ainda na minha
cintura. Tirei sua mão com cuidado e me levantei pra fechar a cortina, depois
fui até o banheiro e em seguida saí do quarto e encostei a porta.
Fui até a cozinha e
comecei a preparar o café, eram nove e meia quando terminei de arrumar tudo pra
comermos então voltei até o quarto pra chamar o Bruno. Cheguei bem perto da
cama e me abaixei.
-Bru, acorda. –Falei
mexendo em seu braço e ele nem se mexeu. –Brunoo, acorda, vem tomar café. –Fiz
carinho no seu rosto e ele foi abrindo os olhos devagar então assim que os
abriu completamente olhou pra mim e sorriu.
-Bom dia Ray. –Ele falou
com sua voz rouquinha.
-Bom dia Bru. –Sorri de
volta. –O café tá pronto viu, estou te esperando ali na cozinha. –Beijei sua
bochecha e sai do quarto. Cheguei na cozinha e me sentei pra tomar café então
logo Bruno apareceu na cozinha ainda com cara de sono e mexendo no cabelo.
Sorrimos um para o outro então ele sentou no lugar á minha frente na mesa e
começou a comer.
-Dormiu bem? –Perguntou
ele enquanto servia café.
-Sim e você?
-Muito bem. –Ele sorriu
abertamente e olhou pra baixo, ai ai.
-Que horas você viaja?
–Confesso que perguntei com um pouco de medo de que ele dissesse “daqui a
pouco” e tivesse que sair agora.
-Depois do almoço. –Não
era daqui a pouco, mas tínhamos pouco tempo juntos. Eu gostava muito de estar
na companhia do Bruno, ele sempre me fazia rir e sempre usávamos nosso tempo
pra esquecer de trabalho e essas coisas então sempre foi muito bom estar com
ele, e depois desses últimos dias, não sei como vai ser.
-Ah tá. –Falei num
suspiro então ele atravessou a mesa com sua mão e repousou-a sobre a minha que
também estava em cima da mesa.
-Vai no aeroporto
comigo? –Perguntou ele.
-Vou sim Bru. –Denovo
ele soltou seu lindo sorriso.
***
-Bom acho que essa é a
ultima. –Disse ele trazendo sua terceira mala até a sala da sua casa.
-Bom, vamos então? –Perguntei.
Ele ia ficar um mês viajando e aquilo realmente me deixou meio pra baixo, pois
eu tenho medo de começar a ter crises de pesadelos.
Fui me virar pra abrir a
porta da casa dele quando sinto sua mão sobre meu braço.
-Ray, espera um pouco,
não precisamos ir agora. –Ele me puxou pra bem perto dele, me fazendo sentir
seu hálito fresco e o cheiro de sua colônia. Ele ficou olhando pros meus olhos
e meus lábios, respirando calmamente.
-Bruno, acho que você
não devia fazer isso. Eu não quero te magoar e nem quero que nossa amizade
acabe. Você sabe que eu não sinto o mesm... –Ele me cortou nessa parte,
colocando seu indicador sobre meus lábios.
-Por favor Ray, não faz
isso comigo. Eu juro que não vou cobrar nada de você, só preciso que me deixe
aproveitar esse sentimento um pouco, sem compromisso nenhum. -Ele fechou os
olhos e colocou suas mãos sobre minha cintura enquanto me prendia contra a
porta. Eu não quero de forma alguma que um de nós saia machucado nessa
história, muito menos que seja o Bruno, pois ele não tem culpa de nada, mas eu
também não quero ver ele aqui na minha frente implorando por isso enquanto eu
recuso, dizendo que não gosto dele.
-Eu preciso me despedir
de você, de forma digna. –Continuou ele encostando sua testa na minha então eu
suspirei fundo e acenei que sim com a cabeça. Bruno inclinou seus lábios sobre
os meus e meu beijou calmamente, apreciando o beijo, e eu correspondi colocando
minhas mãos em volta do seu pescoço enquanto suas mãos seguravam minha cintura
com firmeza.
Ele foi diminuindo a
velocidade e aos poucos foi parando o beijo em meio a alguns selinhos, mas logo
voltou a me beijar, sugando meus lábios de uma forma deliciosa. Não queria
pensar nada a respeito disso, mas sei exatamente onde iríamos acabar se não
parássemos com aquilo então lentamente eu fui nos separando e assim que abri os
olhos vi Bruno sorrindo pra mim.
-Obrigado. –Disse ele
apenas mexendo os lábios, sem som algum, me dando um beijo na testa em seguida.
-Vamos? –Perguntei e ele
acenou que sim com a cabeça então ele pegou duas de suas malas e eu peguei a
outra, levamos pro meu carro e entramos. Fomos até o aeroporto sem dizer uma
palavra, apenas escutando o rádio. Estava tocando uma musica um pouco antiga e
logo que começou a outra. A música começava ao som de violinos e logo depois
uma voz suave e muito bonita começava a cantar.
You should've known, I love you
(Você deveria saber, eu te amo)
Though I’ll never say it too much
(Mesmo que eu nunca diga isso
muito)
Maybe you didn’t get me
(Talvez você não tenha me
entendido)
Maybe I’ll never know, what I done
(Talvez eu nunca saiba o que eu
fiz)
Quando a musica começou,
Bruno prestou atenção na letra e começou a sorrir sozinho e ás vezes eu
percebia que ele estava me olhando. Obvio, a letra da musica dizia tudo e eu já
a conhecia, só não queria que ele conhecesse. Ele vai lembrar quando chegar no
refrão, tenho certeza.
Dito e feito, a musica
chegou na parte final do refrão e Bruno arregalou os olhos.
Bruno’s POV
Quando a musica chegou
na parte final do refrão e eu ouvi aquela frase, várias lembranças vieram á
minha mente.
“All you had to do, was
show me Love”
(Tudo o que você tinha que fazer era me mostrar o amor.)
Eu lembrei do dia do
cemitério, em que encontrei a Rachel no túmulo da mãe dela e quando olhei pra
lápide lá estava essa frase. Não havia entendido muito bem, até ele me contar a
história toda.
Eu não quis tocar nesse
assunto com ela agora, pois não queria viajar e deixar ela mal então apenas
continuei escutando a musica até chegarmos no aeroporto.
Assim que chegamos eu
estacionei, já que ela quis que eu viesse dirigindo, e descemos com as malas. Os
caras já estavam ali esperando sentados então fomos até eles.
-Eai galera. –Falei e
eles me olharam.
-Eai bro. –Disse John e
batemos as mãos. –Oi Rachel. –Disse pra ela que respondei com um “oi” e sorriu.
Falamos um pouco com os outros meninos mas eu notei que estava faltando alguém.
-Jam, cadê o Phil e o
Phred?
-Ah, eles foram comer
alguma coisa. –Disse ele concentrado no celular.
-Hmm tá, valeu. Vou ali
falar com ele. A que horas sai o voo?
-Sai em 40 minutos. –Disse
ele.
-Tá valeu cara. –Falei. –Ray,
quer ir comigo ali? –Perguntei antes de sair.
-Pode ser. –Disse ela
começando a andar. Fomos até uma lanchonete/restaurante que estava bem vazia e
lá estavam eles sentados numa mesa, rindo de alguma coisa e comendo
hambúrgueres.
-Opa, olha quem chegou.
Demoraram ein pombinhos. –Disse Phredley e eu não pude deixar de sorrir, mas
Rachel ficou confusa.
-Cala a boca negão, se
liga. Somos só amigos. –Falei empurrando o braço dele, que riu. Nos sentamos e
pude ver que ela estava com as bochechas vermelhas.
-Se você tá dizendo. –Ele
falou e os dois riram, o que nos levou a rir também.
-Vão comer? –Perguntou Phil.
-Hmm acho que não. A não
ser que você queira? –Falei olhando pra Rachel.
-Não tudo bem, to sem
fome mesmo. –Disse ela e eu concordei. Ficamos conversando com os meninos e
fazendo piadas idiotas então os meninos se levantaram e foram pagar a conta,
deixando apenas eu e a Ray na mesa. Me virei pra ela e fiquei encarando-a, como
era linda.
-O que foi? –Perguntou ela
desviando o olhar de mim.
-Hm nada. –Falei pensativo, olhando pra sua boca que
estava extremamente convidativa a um beijo. Sem dizer nada, me aproximei dela e
coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha dela, me ajeitei na cadeira e
continuei me aproximando.
-Bruno, acho que aqui
não é um bom lugar. –Disse ela olhando nos meus olhos.
-E por que não? Não tem
ninguém aqui, os meninos estão pagando a conta. Só um beijinho não faz mal a
ninguém certo? –Falei acariciando sua bochecha. Ela sorriu convencida.
-Eu ainda te mato viu. –Ela
riu baixinho e me deixou beijá-la. Eu coloquei minha mão em sua nuca e ela
colocou as duas no meu rosto. O gosto do beijo dela era maravilhoso, viciante,
não sei como vou viver sem ele durante um mês.
Ouvimos a chamada do embarque
então nos separamos devagar, ela sorriu tímida e olhou pro chão então nos
levantamos e fomos.
***
Estávamos a alguns minutos antes do show, eu estava no camarim relaxando um pouco quando ouço alguém bater na porta.
Estávamos a alguns minutos antes do show, eu estava no camarim relaxando um pouco quando ouço alguém bater na porta.
-Entra. –Falei e a porta
abriu.
-Oi cara, podemos
conversar? –Disse Phil. Iihh eu já até sabia o que vinha por aí.
***
Lindas, digam o que acharam viu, pois só vou postar com uma boa quantidade de coments. Beijos e até o próximo.
Ps: Queria pedir uma coisa pra vocês, se puderem divulgar a fic pra alguém eu ficaria muito feliz sabe hehe Obrigadaa
COMO TU PARA AI MEU DEUS? EU PRECISO SABER O QUE O PHIL VAI FALAR COM ELE com certeza ele vai puxar as orelhas dizendo que ela não é garota para brincar, algo bem "pai" como o Phil sempre é até na vida real dsiandiosano apaixonante e instigante a tua fic, mas não demora u.u dnoiasndsioa <3 beijos
ResponderExcluirpera ai eu n tinha comentado?? COMO ASSIM PRODUÇÃO... aaaah mas vc ja sabe o q eu achei, pq fiquei te falando uma meia hora... vc sabe como essa história me conquistou, como pouquíssimas fazem!!!! Acho q o apelido "Dri" é abençoado pq né? AAAAAAAAAAAMMMMMEEEEEEEIII POSTA LGO (aah e sim, eu li de novo, por isso percebi, e sim essa é a sexta vez)
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