<3 como estão meninas liamdas? Bom demorei sim, mas comoeu disse, vida corrida hehe Aproveitem.
E muito obrigada, Caroliny e Adriana por comentarem e sempre pedirem mais capitulos <3
***
Bruno’s POV
-Sim cara, o que foi?
–Me ajeitei no sofá. Ele sentou ao meu lado me olhou por um tempo.
-O que tá acontecendo
entre você e a Ray? –Perguntou ele querendo rir, mas mantendo a pose de sério.
Quando ele perguntou, eu engoli a seco e cocei a nuca. Droga, eu não podia ter
feito isso.
-Nada cara, por que acha
isso? –Perguntei desviando dele e olhando pro chão.
-De certo porque você
acabou de coçar a nuca, pelo que você me falou no telefone e pelo fato de eu
ter visto vocês se pegando no aeroporto, mas tirando isso nada. –Ele falou e eu
não consegui segurar o sorrisinho bobo, mas logo fechei ele.
-Alguém mais nos viu lá?
–Olhei serio pra ele.
-Acho que não, o Phred
tava pagando a conta.
-Ainda bem. –Respirei
aliviado.
-Mas então, vai me explicar
o que aconteceu agora? –Ele arqueou uma sobrancelha.
-Basicamente, estamos
ficando, eu acho.
-Ahh negão, sabia que
você tava na espreita. –Ele falou e eu ao me aguentei e ri.
-Não cara, quando você
me ligou, me chamando pra sair, foi quando ficamos pela primeira vez, mas não
passou de um beijo. –Contei um pouco da história pra ele que ouviu tudo com
atenção.
-Tá cara, mas e esse
sorrisinho bobo aí? –Lawrence, não deixa passar uma.
-Ela me deixa doido
mano. Não entendo como. –Falei lembrando dos nossos olhos bem próximos, depois
do nosso primeiro beijo.
-Ei, não baba viu. Sério
mesmo? E por que não vão adiante com isso. –Ele perguntou e meu sangue gelou na
hora. Não vou esconder as coisas do meu melhor amigo, mas agora eu não sei como
dizer. Não sei como contar que estou gostando dela, mas ela não gosta de mim
por que nunca amou alguém.
-Eu... É... O show vai
começar, vamos? –Falei olhando pro relógio.
-Esperto Bruno, mas
depois você não me escapa, vamos terminar essa conversa o mais rápido possível.
-Tá bro, vamos logo.
–Falei e fomos saindo do camarim.
OFF
Depois que Bruno
embarcou eu peguei meu carro e fui pra casa, fiquei o caminho inteiro lembrando
dos nossos beijos, não sei porquê.
Assim que entrei em
casa, o cheiro dele me encheu as vias respiratórias, me deixando quase
alcoolizada, mas ao mesmo tempo me deixou com saudades e eu precisava dar um
jeito nisso, senão ia acabar não muito bem. Já que eu ainda tinha a metade do
sábado livre eu resolvi dar uma geral na casa, que estava precisando então
comecei tirando pó das coisas, depois levantei tudo o que pude e limpei o chão
todo. Assim que terminei, arrumei as coisas nos seus devidos lugares, comi
alguma coisa e tomei um banho, me joguei na cama e fiquei vendo Tv.
Quando eram umas onze da
noite, eu ainda estava deitada na cama, escutei meu celular tocar. Olhei no
visor e vi o nome do Bruno então atendi.
-Oi. –Falei um pouco sem
animo.
-Oi Ray, tudo bem? Que
voz é essa? –Meu Deus, como o Bruno é exagerado.
-Tudo, só estou um pouco
cansada, fiz faxina hoje. –Respondi respirando fundo. Mas a verdade é que eu
não estava tão cansada assim, apenas um desanimo tomou conta de mim, do nada.
-Ah tá. –Ele disse e
ficou em silêncio, me possibilitando ouvir sua respiração alta. –Hmm, o que tá
fazendo?
-To deitada na cama,
vendo Tv. E você? –Me virei de barriga pra baixo e me apoiei no travesseiro.
-To no quarto do hotel,
deitado também, sem fazer nada. –Bruno sem fazer nada depois de um show? É isso
mesmo?
-Ué, não quis sair hoje?
–Perguntei.
-Não, fiquei sem vontade.
–Ele falou com um tom de voz um pouco baixo, acho que ele está cansado do show.
-E o show como foi?
-Foi ótimo, eu estava
com saudade disso tudo. –Sua voz aumentou um pouco o tom, era perceptível a
animação na sua voz agora. Bruno realmente ama o que faz. –Mas por outro lado é
ruim ficar longe de casa, da família e... –A animação sumiu e ele não terminou
a frase.
-E? –Pedi que ele
continuasse.
-Nada não. Ray, vou
desligar agora que aqui já está bem tarde tá? –Senti uma rápida mudança de
assunto, mas não liguei.
-Tudo bem, beijos Bru.
–Falei sorrindo.
-Beijos e boa noite Ray.
Dorme com Deus. –Ele falou de uma maneira suave e fofa.
-Você também Bru, boa
noite. –Falei e desligamos.
Levantei, peguei meu
cobertor bem quentinho e joguei sobre a cama, escovei os dentes e deitei então
alguns minutos depois eu já estava dormindo.
***
Acordei no meio da noite
suando e chorando, eram os pesadelos denovo. Era isso que eu temia que
acontecesse, e agora estou sozinha...
Levantei da cama e fui
até o banheiro, lavei o rosto e fiquei andando pela casa inteira, de um lado
por outro sem saber o que fazer. Eu não queria ter que fazer isso outra vez,
mas era mais forte do que eu então segui meu caminho decidida a ir até a
cozinha e abrir uma garrafa de vinho, mas quando passei pela sala, senti um
cheiro familiar, um cheiro maravilhoso e que me fez até esquecer o que eu
estava fazendo. Me virei em direção ao sofá e no braço dele estava uma camiseta
pendurada, mas não uma camiseta qualquer, a camiseta do Bruno. Peguei aquela camiseta
e instintivamente inalei o cheiro deixado nela enquanto fazia meu caminho de
volta pro quarto então me deitei na cama, ainda com a camiseta perto do rosto e
adormeci denovo, sentindo o cheiro maravilhoso que ele tem.
Bruno’s POV
Assim que terminamos o
show, eu fui pro camarim tomar banho e comer algo antes de decidir o que fazer
então sem nem bater na porta, Phil entra e senta na poltrona.
-Eu já sei viu, nem
precisa me olhar com essa cara. –Falei pra ele enquanto ele me olhava com uma
cara de “temos que conversar, lembra?”.
-Que bom que sabe.
–Disse ele e eu mostrei o dedo do meio pra ele que riu. Peguei uma maça e me
sentei no sofá em frente a poltrona que ele estava.
-Vamos acabar logo com
isso por favor. –Falei e ele concordou. –Bom, é o seguinte, lembra o dia em que
fui no cemitério?
-Lembro, o que tem? –Ele
se ajeitou na poltrona, curioso.
-Eu liguei pra Rachel e
pedi pra ela ir comigo, mas ela disse que não podia, porque tinha um lugar pra
ir, e não quis me dizer onde foi. Até aí beleza, mas quando eu cheguei no
cemitério eu vi alguém chorando mais pra frente e era ela, no túmulo da mãe
dela. –Fui falando a história toda e ele foi ficando intrigado. Falei até da
parte do estupro, que o deixou abismado, assim como eu fiquei.
-Mas e o que tudo isso
tem a ver com vocês não irem mais adiante com essa ficada? –Perguntou ele e
denovo eu fiquei com o sangue gelado.
-Phil, você já conheceu
alguém que não consegue amar?
-Acho que não. Como
assim?
-A Rachel cara, ela
nunca amou ninguém, nunca teve um relacionamento e nem nada disso, ela não
sente amor. É por isso que não temos nada. Nós só estamos ficando porque eu to
insistindo nisso. –Ele ficou mudo quando terminei de falar.
-Bruno eu... Nem sei o
que dizer, mas de uma coisa eu sei, a Rachel precisa mais de você e de pessoas
que gostem dela, do que ela mesma pode imaginar.
-É cara, eu sei, mas
vamos parar de falar disso. –Pedi e ele concordou.
-Quer sair hoje? –Pediu
ele?
-Não cara, to de boa.
Vou pro hotel descansar, já que temos um bom tempo de show ainda. –Falei. Nós
estávamos fazendo shows promocionais, pois a turnê já havia acabado então antes
de começar dezembro eu já estaria de volta a L.A de folga.
-Então tá bro, fica bem
lá, falou. –Fizemos um cumprimento com a mão, eu agradeci e ele foi.
Cheguei no hotel,
coloquei uma roupa de dormir e fiquei deitado na cama por um tempão, mas um
tempão mesmo então quando já era de madrugada eu resolvi ligar pra Rachel, pois
sabia que lá não era tarde ainda.
OFF
***
Os dias foram passando,
e por incrível que pareça eu estava dormindo melhor depois daquele dia. Eu e o
Bruno nos falávamos sempre que dava e ele sempre fazia palhaçadas ao telefone.
Eu mudei alguns hábitos que eu tinha, mas assim, do nada. Eu não tinha o
costume de abrir a casa nunca e comecei a fazer, comecei a escutar musica alta
e a ver filmes de comédia comendo porcarias, eu sorria pro nada e cantarolava o
dia inteiro. Eu e a Andréa saímos várias vezes pra nos divertir em baladas,
bares e essas coisas, ela até conheceu um carinha bem legal. Ainda falta uma
semana pro Bruno chegar e eu estou com saudades dele, mas sei que ele está
feliz fazendo seus shows e que logo logo entra de férias.
-Rachel, posso entrar?
–Diz Andréa batendo á minha porta do escritório que já estava aberta.
-Claro. O que foi?
-Trouxe umas notas
fiscais pra você, e uma má notícia. –Disse ela enquanto eu guardava as notas em
uma gaveta.
-Ai ai, o que foi dessa
vez? –Falei e ela riu da cara que eu fiz.
-Bom, tivemos um
carregamento que tombou perto de Santa Clarita Hills, e o proprietário da carga
está doido. –Ela falou e eu cocei a cabeça.
-Droga! Diz pra ele vir
aqui assim que puder pra eu resolver esse assunto. –Falei e ela concordou,
então logo se retirou da sala. Terminei de organizar uns recibos de umas cargas
em andamento, guardei tudo numa gaveta e fui arrumando as coisas pra ir embora.
Ainda bem que amanha é sexta-feira.
***
E então, o que acharam? Estou aceitando críticas construtivas e tals hehe Não sei quando posto o próximo, mas espero que em breve.




EU TBM ESPERO QUE O PROX SEJA LGO, NEM CONSIGO ESCREVER DIREITO!!!!!!!!!!! Perfeito, casal lindo!!!!!!!!!!!!!!!! **oooooooo** aii sm or... E essa música então <3 MAIS MAIS MAIS LOGO
ResponderExcluirEle pode parecer uma semana antes e levar ela no cinema. AAAAH LEMBREI QUE ELA TA FICANDO APAIXONADA POR ELE QUE LINDA <3 e o phil ta certo quanto a ela precisar de pessoas que gostem dela. Enfim, ta lindo e eu preciso de mais <3 beijos
ResponderExcluirEu acho bem bom você postar, só isso, eu já disse que as duas fics são perfeitas, disse que não teria problema algum em você me contar algo e mesmo assim eu não ganhei nada, nem uma dica do que iria acontecer, então okay se você não quiser me contar, mas poste o mais rápido possível, ao menos! u.u
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