Voltei gatas, desculpem a demora mas eu vim com um hot uhueheuhe Sobre esse capitulo eu tenho apenas duas coisas a dizer: Aproveitem e não me matem.
Amo vocês gatosas.
***
Meu corpo estremeceu
todo quando ele disse aquilo então tomada pelo calor do momento coloquei minhas
mãos por dentro da sua camiseta, passando as unhas sem muita força pelo seu
abdômen e suas costas, fazendo-o arfar. Enquanto nos beijávamos eu o virei e
sentei em sua cintura, tirando minha blusa em seguida, fazendo Bruno prender
seus olhos nos meus peitos.
-Quem te deu permissão
pra olhar? Para de ser tarado. –Falei colocando a mão sobre o rosto dele que
soltou uma risada divertida.
-Eles são meus, assim
como você, mas você ainda não sabe disso. –Ele apertou minha cintura e me
pressionou pra baixo então pra seguir o raciocínio eu rebolei em cima dele.
-Adoro brincar com você.
–Falei abrindo os botões da sua camisa e passando minhas unhas com força pelo
seu peito. Bruno gemeu e fechou os olhos, mas logo os abriu e me encarou.
-Então vamos brincar.
–Dito isso, Bruno me tirou de cima dele e se levantou, trancou a porta do
quarto e tirou sua roupa, ficando apenas de cueca, já era possível ver algo grande
crescendo cada vez mais ali, depois caminhou até mim e tirou minha calça, dando
um tapa, nada que tivesse doido, na parte de dentro das minhas duas coxas,
fazendo ficar um pouco vermelho, mas me deixando excitada. –Hmm você gosta
disso então. –Ele engatinhou na cama e ficou entre minhas pernas, enquanto suas
mãos passeavam pelas minhas coxas.
-Uhumm. –Falei mordendo
os lábios e fechando os olhos então de repente, outro tapa, mas dessa vez na
parte de fora da coxa direita, me fazendo soltar o gemido alto que eu estava
segurando entre os lábios. Os tapas em si não doíam, apenas faziam parte do
processo de excitação.
-Pode gemer a vontade
Rachel. Eu já disse que ninguém vai te ouvir. –Ele falou se inclinando até mim
e colocando uma mão embaixo das minhas costas, tirando meu sutiã e jogando
longe, em seguida ele agarrou meus peitos com as duas mãos e começou a
massageá-los e brincar com meus mamilos, deixando-os rígidos então desci minha
mão até sua cueca e apertei forte fazendo Bruno dar uma risada baixa e me
beijar. Fui tirando sua cueca devagar com a ajuda do meu pé e assim que abaixei
o suficiente senti algo grosso e duro bater nas minhas coxas.
-Puta que pariu. –Falei
contraindo meus músculos e me condenando por desejar tanto esse homem.
-Nossa Ray, como você é
boca suja, acho que vou ter que ocupá-la pra você não ficar falando essas
coisas. –Disse ele numa voz totalmente sensual. Ah não, essa foi a gota d’água.
Rapidamente o empurrei na cama, o que o deixou com um olhar confuso.
-Você brinca demais com
fogo Hernandez então acho que agora tá na hora de se queimar. –Falei com o
rosto próximo dele e antes que ele pudesse me beijar eu me afastei e voltei
minha atenção pra sua parte baixa, envolvendo minhas mãos e em seguida lambendo
sua cabeça devagar. Os gemidos dele começaram a ficar mais intensos a partir do
momento em que o coloquei por completo na boca, tendo o auxilio das minhas
mãos.
-Rachel chega, é serio.
–Ele disse segurando meu cabelo e tentando me tirar dali, mas eu comecei a ir
mais rápido. –POR FAVOR. –Ele falou quase sem ar então parei e olhei pra ele
que respirava pesado, soltando um sorrisinho cínico que o deixou puto da vida,
pois ele me puxou pra cima dele e me beijou com vontade enquanto tirava minha
calcinha, passando seus dedos de leve por cima daquele lugar encharcado.
-N- não faz isso.
–Reclamei enquanto ele pegava uma camisinha na mesinha ao lado, a mesma que ele
havia deixado meu presente, e colocava lentamente em seu pênis ereto. Eu olhava
atenta a cada detalhe daquele corpo perfeito, desde seu cabelo bagunçado que
estava querendo crescer, até as pequenas gotas de suor que escorriam pela sua
testa que mais pareciam diamantes sob o brilho pouca luz da lua que entrava por
uma fresta na cortina.
-Senta aqui Ray. –Disse
ele implorando com o olhar então sorri e fui devagar me sentar de costas sobre
ele, mas antes que eu pudesse sentar ele me segurou pela cintura. –De frente,
eu quero olhar nos seus olhos enquanto você geme o meu nome. –Eu estremeci
quando ele falou aquilo, mas me virei e me apoiando em seus ombros, fui
sentando de leve sobre aquele membro grosso que já me dera prazer algumas vezes
antes, mas que nunca havia me dado tanto quanto agora.
-Ahh Bruno, você é tão
bom. –Falei quando ele estava por completo dentro de mim.
-Você é tão apertada
Williams. –Disse ele beijando meu queixo enquanto suas mão seguravam minha
cintura, me movendo primeiramente devagar, pra cima e pra baixo, mas logo
aumentando a velocidade, fazendo o barulho dos encontros entre nossos corpos
ser cada vez maior. –Eu não estou ouvindo você gemer meu nome. –Disse ele
diminuindo a velocidade e me olhando nos olhos.
-Talvez quando for
digno, eu gema. –Falei puxando o lábio dele com os dentes e mordendo com força.
-Eu disse que ia te
fazer gritar, e é isso que você vai fazer. –Bruno falou me tirando de cima dele
rapidamente, visivelmente irado por eu tê-lo desafiado dizendo isso. –De
quatro. –Ele disse apenas isso e segurou minha cintura me fazendo ficar naquela
posição. Prevejo que isso será uma delicia.
-O que vai fazer
Bruninho? –Perguntei ainda querendo provocá-lo.
-Você vai ver o que eu
vou fazer, mas já vou avisar que não quero ninguém choramingando e nem gozando
antes da hora. –Ele falou enquanto roçava a cabecinha perto da minha intimidade
molhada.
-Bruno, entra logo.
–Falei querendo cair de tão mole que meu corpo estava.
-Não queridinha, ainda
não. –Ele disse se afastando e passando seus dedos por aquela região. –Primeiro
eu preciso fazer uma coisa. –Disse ele tirando sua mão dali e enquanto eu
imaginava o que ele iria fazer, senti um estralo forte naquela região. Sim, ele
me deu um tapa LÁ e porra, isso foi muito bom. Na hora levei a mão na boca e me
segurei pra não gritar, mas quando os outros três tapas vieram eu não consegui
segurar e realmente gritei. Não eram tapas fortes, eram apenas leves tapinhas,
mas que tinham um poder inacreditável sobre o meu corpo. Eu não sabia
exatamente o que, mas eu estava gritando alguma palavra e quando achei que ele
tinha acabado, senti seu membro me invadindo lentamente, causando uma implosão
no meu corpo todo.
-Ahhhh. –Eu gemi alto,
alto o suficiente pra perceber a risada do Bruno me tendo naquela posição pra
ele. Logo ele começou a se movimentar rápido, puxando minha cintura de encontro
com ele e me fazendo literalmente gritar seu nome a cada estocada que ele dava.
As ultimas três estocadas que ele deu foram lentas e profundas. Uma, duas,
três... E então eu gozei, e realmente senti, como nunca havia sentido na minha
vida. Aquele homem me enlouquecia, sexualmente falando, de uma forma que eu não
conseguiria explicar.
Como ele ainda não
estava satisfeito ele continuou investindo, dessa vez com mais cuidado pois ele
sabia que eu estava mais sensível e mil vezes mais apertada, fazendo com que
ele apreciasse estar dentro de mim, e finalmente se deixasse explodir depois de
cinco lentos minutos.
-Awwwwwwww. –Ele gemeu
enquanto se apoiava em minhas costas e em seguida saia de mim, caindo na cama.
-Nunca mais me faça
segurar desse jeito, pois eu não vou me aguentar. Que tapas foram esses? –Falei
sem ar enquanto Bruno me abraçava. Eu não sentia mais meu corpo, estava
anestesiada pela onda de orgasmos que me atingiram.
-Eu te disse que iria te
fazer gritar, porque isso me deixa muito excitado. –Ele disse me beijando
enquanto tirava meu cabelo bagunçado do meu rosto. -Meu Deus como você é linda.
***
-Racheeel, volta aqui,
não me deixa sozinho denovo. –Bruno gritava esparramado no chão da sala,
totalmente bêbado, pela segunda vez já desde o ano-novo. Logo no dia 2 de
janeiro eu tive outro ataque de pânico, nada muito sério, mas isso fez com que
o Bruno ficasse acordado a noite toda e no outro dia não tivesse forças nem pra
sorrir, embora ele negasse, eu sabia que o motivo do cansaço dele era esse e
desde então, nós brigamos com mais frequência e na primeira noite em que ele
apareceu bêbado foi na minha casa. Eu estava quase me preparando pra ir dormir
quando ele tocou a campainha e começou a chorar na minha frente e jogar na
minha cara que eu não o amava, é claro que de primeira eu ignorei e o levei pra
dentro pra que ele pudesse tomar um banho e descansar, mas no dia seguinte nós
acabamos discutindo antes de eu ir pro trabalho, o que tornou meu dia
totalmente estressante e chato. E até uns três dias depois não nos falamos
muito até que ele resolveu vir até a minha casa e me pedir desculpas, eu perdoei
e ficamos de boa. Então ontem ele me ligou e disse pra eu ir pra sua casa hoje
depois das seis e esperar ele lá, pois ele estava com saudade e quando saísse
do estúdio iria direto pra lá então eu fui, tomei um banho e fiquei esperando
ele, que não veio. Deu oito horas eu liguei e nada, liguei as nove e as dez
também, mas ele não me atendeu e então quando eram onze e meia, ele chegou escancarando
a porta e me chamando com voz de choro outra vez e obviamente bêbado denovo.
-Bruno chega de drama.
Levanta desse chão e vai tomar um banho que eu vou pegar um remédio pra você. –Falei
voltando na sala, quase perdendo a paciência.
-Eu não qu...
-VAI BRUNO! –Gritei com
ele que me olhou assustado então ofereci ajuda pra ele levantar do chão, mas
ele recusou e levantou sozinho, quase caindo outra vez. Sem dizer mais nenhuma
palavra ele se encaminhou pro banheiro enquanto eu procurava um remédio pra dor
de cabeça em algum armário por ali. Dei um tempo ali na cozinha tomando uma
água pra me acalmar e depois subi até o quarto dele com o remédio e uma
garrafinha d’água em mãos então assim que entrei no quarto vi ele já dormindo
apenas de cueca e com os cabelos úmidos enquanto suas roupas estavam espalhadas
pelo chão. –Bruno, toma aqui o remédio. –Chacoalhei seu braço e ele abriu os
olhos um pouco atordoado então pegou o remédio e a água das minhas mãos e
tomou, secando a garrafinha.
-Hmm obrigada. –Disse ele
caindo na cama outra vez então joguei uma manta por cima dele e fui deitar no
quarto de hóspedes.
No dia seguinte eu
levantei um pouco cedo e Bruno ainda estava no quarto dele dormindo então nem
tomei café e prendi o Gerônimo em sua casinha pra que ele pudesse comer, apenas
peguei minha bolsa e deixei um bilhete escrito na mesinha ao lado de sua cama.
“Fui pra minha casa, depois que tomar café passa lá,
precisamos conversar.”
E assim saí da casa dele
e fui pra minha.
Bruno’s Pov
Acordei na manha
seguinte com uma dor de cabeça fraquinha graças ao remédio que a Ray me deu
noite passada e a quantidade de água. Rachel! Droga, não creio que eu fiz isso
outra vez.
-Ai que merda. –Resmunguei
pra mim mesmo enquanto esticava minha mão pra pegar meu celular que estava na
mesinha, mas quando olhei, outra coisa me chamou atenção, era um pequeno
bilhete.
“Fui pra minha casa, depois que tomar café passa lá,
precisamos conversar.”
Era da Rachel e claro
que ela deve estar querendo me matar então levantei correndo, tomei um banho,
comi algo super rápido e corri pra casa dela.
Quando cheguei lá estava
nervoso, pensando no que ela iria me dizer e como eu iria me desculpar com ela
por essas merdas.
-Bom dia Ray. –Falei assim
que ela abriu a porta, me inclinando pra dar um beijo que foi desviado por ela.
-Oi Bruno. –Ela falou,
visivelmente irritada. –Entra.
-Olha Ray, eu sei que eu
errei que...
-Não Bruno, agora só eu
falo e você escuta. –Ela disse sentando-se de frente pra mim então acenei com a
cabeça.
-Tudo bem. –Falei e ela
respirou fundo.
OFF
-É o seguinte Bruno, eu
não queria ter que dizer isso, mas não há outro jeito. Eu tentei, você tentou,
nós tentamos e não funcionou. Eu estou cansada de te ver arruinado por minha
causa sendo que você tem uma carreira pra tomar conta e está trabalhando duro
pra conseguir tudo o que você quer e não serei eu quem vai fazer você perder o
foco na sua música por causa de problemas estúpidos que envolvem meu passado. –Soltei
tudo de uma vez e vi Bruno ficando cada vez mais pálido.
-Rachel, não termine sua
frase por favor. Eu sei o que você está pensando, mas nunca, jamais pense que
você está me causando algum problema. Eu não quero que você entre nesse assunto
outra vez pois já brigamos demais por isso. –Ele falou com uma voz de quem
queria chorar e automaticamente meus olhos se encheram de água.
-Bruno, não dá mais, eu
não aguento ver você cansado, com olheiras e fingindo estar bem por minha
causa, eu não quero mais isso pra você. E não adianta você tentar mudar isso,
pois não vai funcionar porque eu não amo Bruno, e nunca vou ser capaz de amar.
Não quero que você gaste mais suas forças tentando algo que nunca dará certo. –Falei
deixando uma lágrima escorrer do meu olho.
-Ray por favor entenda,
eu te amo e é isso o que importa, enquanto você estiver ao meu lado eu não
estou nem aí pro resto.
-CHEGA BRUNO, EU NÃO VOU
FICAR AQUI PARADA VENDO VOCÊ DESTRUIR SUA VIDA POR MINHA CAUSA. NÃO VALE A PENA
SE ARRISCAR POR MIM. –Gritei desesperadamente enquanto segurava meus cabelos.
-NÃO RACHEL, NÃO. EU
SERIA CAPAZ DE MORRER POR VOCÊ ENTÃO POR FAVOR NÃO DIGA QUE VOCÊ NÃO VALE A
PENA PORQUE SIM, VOCÊ VALE E EU SERIA CAPAZ DE DESISTIR DE TUDO PRA TE MOSTRAR.
–Ele disse no mesmo tom e então se acalmou um pouco. –Rachel por favor, eu não
quero mais brigar. –Disse ele chorando, com a voz rouca e baixa.
-Eu também não Bruno, e
não vamos mais. –Falei e ele me olhou com esperança. –Pois você vai seguir a
sua vida, vai achar uma mulher legal e que te faça feliz, vai casar com ela,
ter filhos e tudo mais. Eu vou estar sempre aqui se você quiser minha amizade,
pois isso eu nunca vou te negar, mas não quero mais você se desgastando por
minha causa.
-Mas Rachel eu...
-A partir de agora
Peter, você vai sair por aquela porta e vai seguir sua vida. A partir de agora,
você vai ser feliz. –Falei levantando e abrindo a porta pra ele, que levantou
com os olhos cheios de lágrimas e parou na minha frente, sua boca se abriu pra
dizer alguma coisa, mas ele não disse, apenas abaixou a cabeça e saiu chorando.
Eu fechei a porta e me joguei no sofá, chorando também. Eu sei que vai doer
tanto nele quanto em mim, pois ele me fazia bem, mas por agora é o melhor a se
fazer.
***
É isso meninas, a partir de agora vocês irão chorar um pouco, ou não, mas lembrem-se de que sou uma pessoa boazinha e espero não fazê-las sofrer tanto.
Espero que tenham gostado do capitulo (pelo menos da parte hot) então comentem pooor favor pois isso me motiva demais pra escrever, e até a próxima gatosas <3
Morta! Realmente morta! Caramba,o que você fez com meu casal favorito? CARALHO. Eles eram perfeitos, e eu entendo o lado dela, de estar querendo o proteger das próprias coisas que ele faz em prol dela, ele passa a maioria do tempo dizendo que tudo está bem para vê-la bem. Isso deve ser desgastante! Enfim, espero que eles se reconciliem, e fiquem felizes <3 Amei Dri!
ResponderExcluirDrielly, CRL eu te mato!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Eu sei que n tenho comentado mt, mas vc sabe q eu to sem tempo nenhum e aquele problema com o blog, bem era uma configuração na minha conta e td mais... MAS N CREIO NISSO! Pq? Pq? Eles eram tao perfeitoooossssss... chorando rios :( Vadea... continua amoreee
ResponderExcluir:'( Não acredito nisso :( Espero que eles se acertem logo :(
ResponderExcluir