terça-feira, 16 de setembro de 2014

Capítulo 22

Voltei gatosas do meu coração uheuhe Esse capitulo tá mei zZzZzZzZz mas como eu sempre digo, prestem atenção nos detalhes pois daqui a uns dois capítulos eles vão fazer toda a diferença.
Boa leituraaaaa <3
***
 "Talvez não signifique tanto pra você, mas pra mim é tudo. Tudo."

Bruno’s Pov

Saí da casa da Rachel totalmente devastado, eu não poderia deixá-la ir, ou melhor, ir sem ela. Eu preciso dela ao meu lado como preciso de oxigênio pra viver e sem ela eu sei que não consigo ser feliz.
Dirigi pra casa quase batendo em tudo á minha frente, pois as lágrimas tomavam toda a minha visão no momento e assim que cheguei eu não consegui pensar em mais nada, apenas me joguei na cama e chorei. Eu admito que eu parecia uma garotinha chorando, mas isso não importava, pois sem a Rachel eu era qualquer coisa, menos forte. Pensei em ligar pro Phil e dizer o que havia acontecido, mas eu não queria que ele me visse nesse estado, não agora. Tentei por várias vezes, dormir, mas não consegui então levantei, tomei um banho e comecei a sentir fome.
-Eai bro. –Disse Phil ao telefone.
-Cara podemos almoçar juntos? –Fui direto ao ponto.
-Direto você ein gato. –Ele disse zoando.
-Philip é sério, preciso muito conversar com você.
-Tudo bem cara, quer vir aqui em casa? A Urbana saiu com as crianças, aí pedimos comida e você me diz o que quer falar.
-Pode ser, pede qualquer comida ai que eu chego em alguns minutos. –Falei procurando alguma camisa no closet e acidentalmente me deparando com uma blusa da Ray guardada lá então peguei-a e pressionei contra o meu rosto, inalando seu cheiro maravilhoso e fazendo uma nostalgia tomar conta de mim. Quando me dei conta, Phil já havia desligado então joguei o celular na cama e inalei mais uma vez o cheiro da roupa, deixando m seguida as lágrimas fluírem livremente enquanto eu tentava me recompor.
***
-E ai cara, entra. –Phil abriu a porta me dando passagem pra dentro da sua casa. Entrei em passos lentos e me sentei sobre a bancada da cozinha onde duas embalagens de comida pairavam. –Pedi Mexicana. –Puta merda, mexicana é a comida preferida da Rachel, to vendo que o dia não vai melhorar mesmo.
-Droga. –Falei baixinho.
-O que disse? –Phil falou servindo sua comida e eu fiz o mesmo.
-Nada não cara, deixa pra lá.
-Tudo bem, mas e ai? O que queria falar? –Perguntou ele e eu, por um momento, olhei pro teto pra não chorar então tirei meus óculos e os larguei na bancada.
-A Rachel, ela tipo... Ela, meio que terminou comigo Phil. –Falei esfregando os olhos.
-Cara, mas você não tavam namorando. Me conta isso direito. –Ele pediu e então contei tudo pra ele, nos mínimos detalhes, cada palavra, expressão, e claro, cada lágrima daquela discussão.


-E foi isso cara. Eu não consigo aceitar que eu não vou ligar pra ela e combinar de fazermos alguma coisa juntos, nos beijarmos e essas coisas. –Falei e Phil veio andando até mim, colocando uma mão sobre meu ombro.
-Bruno, faz o seguinte, dá uns dias pra ela pensar, esfriar a cabeça. Eu te entendo cara, sei o que você sente por ela e que dói, mas a mente dela deve estar a mil com tudo isso que vem acontecendo entende? Então apenas deixe ela respirar e depois vocês conversam tudo bem? –Phil disse e eu concordei, secando minhas lágrimas e me levantando.
-Tudo bem cara, vou deixar sim. Muito obrigada Phil, de verdade mesmo cara, você me ajudou muito. –Falei e demos um rápido abraço. Quando estava saindo da porta, Urbana entrou com as crianças então coloquei meus óculos rapidamente, acenei pra eles e voltei pra casa.
OFF

***
Naquela tarde eu chorei uma boa quantidade a mais do que eu estava acostumada a chorar. Eu sentia calafrios tomarem conta do meu corpo e meu estomago se revirava. Eu havia ficado nervosa, tão nervosa que acabei vomitando todo o meu café da manha e quase desmaiei, mas não desmaiei, apenas me levantei ainda chorando, dei descarga e escovei os dentes.
Depois que acabei a choradeira, eu tomei um banho e me deitei na cama, encarando o teto e pensando no que fazer em um sábado a tarde. Meu estomago ainda doía e eu percebi que estava começando a ficar um pouco quente então sequei meu cabelo e me enrolei em uma coberta enquanto assistia tevê, esperando que a febre baixasse, mas infelizmente não foi isso que aconteceu. Resolvi então ligar pra Andréa, pra ela vir aqui, preciso de uma opinião e de alguém pra conversar.
-Oi, Andréa? –Falei antes mesmo de ela falar “alo”.
-Sim, tudo bem Ray? –Disse ela.
-Hmm, na verdade não. Você ta ocupada?
-Não, estou a toa. Quer que eu vá até ai?
-Bom, tudo bem. Vou deixar a porta aberta, estou aqui no quarto.
-Tudo bem, já chego ai. –Falou e desligamos então tentei me levantar da cama pra fazer um chá, mas meu corpo estava dolorido e eu optei então, por não levantar. Pensei em tomar algum remédio, mas resolvi não me medicar sem saber o que eu tenho. Eu tentei descobrir o motivo de eu ter passado mal sendo que meu café da manhã foi normal e bebida não poderia ser de jeito nenhum, pois faz muito, mas muito tempo mesmo, que eu não bebo, já que resolvi que deveria parar um pouco. Estava perdida nos meus pensamentos quando ouvi uma batidinha na porta do quarto e logo vi Andréa entrando.
-Oi amiga, vim o mais rápido que pude, o que aconteceu? –Ele disse vindo até mim e me abraçando. Assim que ela me abraçou eu me senti a vontade pra chorar em seu ombro. Eu deveria estar mesmo com cara de quem chorou demais, pois não havia falado nada e ela já sabia que algo estava errado. –Meu Deus Rachel, você está com febre. –Disse ela colocando a mão no meu rosto e na minha testa.
-Eu sei, mas não entendo como. Meu corpo tá dolorido também e eu passei mal agora á pouco. –Falei e ela ficou me analisando então olhou em volta e voltou seu olhar pra mim.
-Quer que eu ligue pro Bruno? –Ela disse e na hora meus olhos marejaram então apenas fiz que não com a cabeça. –O que aconteceu? Fala pra mim Ray.
-Eu não quero mais essa vida pra ele Dé, ele não merece passar por tudo isso em função dos meus problemas. –Algumas lágrimas escaparam dos meus olhos e ela compreendeu, já que havíamos conversado sobre isso inúmeras vezes.
-Eu sei Ray, entendo o que você quer dizer, mas da mesma forma que você quer protegê-lo, ele também quer te proteger.
-Mas eu não mereço tudo isso, sendo que tudo o que eu trouxe a ele foi cansaço e problemas. Não quero mais ele desperdiçando sua vida comigo. –Falei e ela deitou minha cabeça em seu colo, soltando um suspiro fundo enquanto afagava meus cabelos.
-Vamos então, deixar o tempo decidir, deixar vocês dois esfriarem a  cabeça. Tenho certeza de que tudo vai se ajeitar. –Falou e eu apenas acenei que sim com a cabeça. –Agora, eu sugiro que você troque de roupa pra irmos ao médico ver o motivo desses sintomas. –Ela falou e eu fiquei pensando por um momento em recusar, mas se tem uma coisa que não suporto é a ideia de estar doente e não saber o motivo.
-Tudo bem. –Falei e me levantei devagar, pegando algumas roupas e indo em direção ao banheiro pra me trocar.
***
-E o meu irmão, onde ele tá? –Perguntei enquanto dirigíamos até o hospital. Eu havia ligado pro médico uns minutos antes e avisado que eu iria.
-Ah, ele teve que viajar a trabalho outra vez, fazem alguns dias já. –Disse ela e logo estacionamos no hospital então descemos do carro e seguimos em direção à entrada do hospital.
-Oi, eu tenho uma consulta de emergência marcada com o Dr. McVey. –Falei pra moça da recepção.
-Hmm, Rachel Williams? –Perguntou ela e eu acenei com a cabeça. –Pode seguir por aquele corredor na quinta porta a direita. O doutor esta esperando já.
-Tudo bem, muito obrigada. –Sorri pra ela que sorriu de volta então puxei Andréa pelo braço e seguimos até onde a moça tinha indicado. Parei em frente a porta e dei duas batidinhas.
-Pode entrar. –Disse ele então entramos. –Ah, olá Rachel, pode sentar aqui que já vou te atender. –Disse ele indicando uma maca então me sentei nela enquanto Andréa ficava em uma poltrona no canto da sala.
Por algum motivo eu estava nervosa, mas realmente eu não fazia ideia qual era ele.
-Bom, vamos começar. Você me disse ao telefone que estava com febre e dores no corpo?
-Sim, e algumas horas atrás eu passei mal do estomago. –Falei e ele pegou aquela luz e olhou minhas pupilas, pediu que eu abrisse a boca e examinou minha garganta.
-Bom, pelo que parece sua garganta tá um pouco irritada, e suas pupilas estão dilatadas um pouco, então é possível que você esteja desgastada por conta de um pequeno resfriado. –Disse ele. Bom, não é exatamente por causa do resfriado que estou desgastada, mas enfim. –Mas por precaução, vou pedir um exame de sangue bem detalhado e um de urina ok. Pra isso vou precisar que espere mais alguns minutos, já volto. –Disse ele e saiu.
-Ainda bem que não é nada sério, tirando o fato de você estar cansada por outros motivos. –Disse Andréa parando ao meu lado na maca.
-É, mas esse monte de exames me deixa aflita, parece que eu tenho algum tipo de doença terminal. –Falei e Andréa riu.
-Ai Rachel, só você mesmo, mas relaxa, não vai dar nada. –Disse ela segurando minhas mãos então logo o médico chegou e ela voltou a sentar em seu lugar.
O Doutor me entregou um pequeno potinho plástico e disse que eu poderia usar o banheiro que havia no fundo da sala. Ele me deu a opção de trazer a urina outro dia, mas eu preferi acabar com isso logo então fui no banheiro indicado por ele e em alguns minutos voltei com o potinho quase cheio. Era meio nojento, mas ignorei e o entreguei o potinho então logo chegou uma enfermeira e me pediu pra que eu deitasse na maca, levantou a manga da minha blusa e procurou minha veia, furando em seguida. Senti uma pequena dorzinha, mas me distraí falando de algum assunto com a Andréa e quando vi eles já haviam tirado uma boa quantidade de sangue.
-Prontinho, você está liberada. –Disse a enfermeira colando um daqueles adesivinhos na minha veia. –O doutor teve outra emergência pra atender, mas ele deixou o telefone e pediu pra você entrar em contato quando os exames chegarem se houver qualquer duvida. –Ela me entregou o cartão escrito Dr. Roger McVey com a especialização dele e o telefone pra contato então sorri.
-Tudo bem, obrigada. Meus exames chegariam por correspondência e infelizmente demorariam de duas a três semanas pra ficar prontos.
-Disponha. Só vou recomendar agora que você se alimente bem pra repor a energia que perdeu com a retirada de sangue. –Disse ela e eu assenti então Andréa agradeceu e saímos do hospital, reto em direção a um restaurante de “comida saudável” de acordo com ela. Ela foi dirigindo já que eu não estava recomendada a dirigir. O único lado bom dessa ida ao hospital é que eu pude esquecer um pouco dessa minha discussão com o Bruno, me distraí conversando com a Andréa no restaurante e por mais milagroso que seja, dei algumas risadas.
Depois de passarmos na farmácia pra comprarmos o remédio que me foi indicado pro resfriado, fomos pra minha casa e Andréa bateu o pé, dizendo que não me deixaria sozinha, portanto, passou a noite ali. Nós conversamos bastante sobre muitas coisas, inclusive sobre relacionamentos, sobre ela e o Connor e sobre o meu ex “não relacionamento” com o Bruno.



Eu acabei concluindo que mesmo que eu nunca chegue a amar o Bruno, ou qualquer outra pessoa, eu posso dizer que pelo menos por um período da minha vida eu soube o que realmente significa ser feliz, pois eu não seria ridícula a ponto de dizer que Bruno não me fez feliz por que fez. Tanto como meu melhor amigo, como meu ficante, e eu nunca vou me esquecer disso.

***
Bom eu disse que tava meio sono, mas nos próximos vcs vão querer me matar mesmo hahaha Enfim, me digam a opinião de vocês a respeito disso e tals blá blá blá e sinto dizer que estamos chegando na "parte final" da fic infelizmente, pois eu disse que seria uma shortfic. MAS CALMEM, NÃO É A RETA FINAL, APENAS O ÁPICE DE TUDO OK?  Vejo vocês outro dia. Quem sabe mais cedo?? Comentem por favoor  e amo vocês <3

3 comentários:

  1. Quem acha que a Ray tá grávida coloca o dedo aqui que já fechar o abacaxi, não adianta nem chorar, nem fazer pipi... UIBANOIDNOIAS é sério, eu acho que é isso mesmo. E tudo vai mudar quando o Bruno descobrir, e quando ela descobrir, aí meu Deus, tô ansiosa. E mesmo que não seja por isso, tô ansiosa igual IUSBANIODNSAIO amei amei amei <3 e não demora, pfpfpfpf <3

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  2. Esses exames aí sei não hein :3 hehe

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  3. A não reta final?! Por favor faz uma segunda temporada? por favor! Espero resposta! :) estava ótimo esse capítulo!: *

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