Voltei gatosas do meu coração uheuhe Esse capitulo tá mei zZzZzZzZz mas como eu sempre digo, prestem atenção nos detalhes pois daqui a uns dois capítulos eles vão fazer toda a diferença.
Boa leituraaaaa <3
***
"Talvez não signifique tanto pra você, mas pra mim é tudo. Tudo."
Bruno’s Pov
Saí da casa da Rachel
totalmente devastado, eu não poderia deixá-la ir, ou melhor, ir sem ela. Eu
preciso dela ao meu lado como preciso de oxigênio pra viver e sem ela eu sei
que não consigo ser feliz.
Dirigi pra casa quase batendo
em tudo á minha frente, pois as lágrimas tomavam toda a minha visão no momento
e assim que cheguei eu não consegui pensar em mais nada, apenas me joguei na
cama e chorei. Eu admito que eu parecia uma garotinha chorando, mas isso não
importava, pois sem a Rachel eu era qualquer coisa, menos forte. Pensei em
ligar pro Phil e dizer o que havia acontecido, mas eu não queria que ele me
visse nesse estado, não agora. Tentei por várias vezes, dormir, mas não
consegui então levantei, tomei um banho e comecei a sentir fome.
-Eai bro. –Disse Phil ao
telefone.
-Cara podemos almoçar
juntos? –Fui direto ao ponto.
-Direto você ein gato.
–Ele disse zoando.
-Philip é sério, preciso
muito conversar com você.
-Tudo bem cara, quer vir
aqui em casa? A Urbana saiu com as crianças, aí pedimos comida e você me diz o
que quer falar.
-Pode ser, pede qualquer
comida ai que eu chego em alguns minutos. –Falei procurando alguma camisa no
closet e acidentalmente me deparando com uma blusa da Ray guardada lá então
peguei-a e pressionei contra o meu rosto, inalando seu cheiro maravilhoso e
fazendo uma nostalgia tomar conta de mim. Quando me dei conta, Phil já havia
desligado então joguei o celular na cama e inalei mais uma vez o cheiro da
roupa, deixando m seguida as lágrimas fluírem livremente enquanto eu tentava me
recompor.
***
-E ai cara, entra. –Phil
abriu a porta me dando passagem pra dentro da sua casa. Entrei em passos lentos
e me sentei sobre a bancada da cozinha onde duas embalagens de comida pairavam.
–Pedi Mexicana. –Puta merda, mexicana é a comida preferida da Rachel, to vendo
que o dia não vai melhorar mesmo.
-Droga. –Falei baixinho.
-O que disse? –Phil
falou servindo sua comida e eu fiz o mesmo.
-Nada não cara, deixa
pra lá.
-Tudo bem, mas e ai? O
que queria falar? –Perguntou ele e eu, por um momento, olhei pro teto pra não
chorar então tirei meus óculos e os larguei na bancada.
-A Rachel, ela tipo...
Ela, meio que terminou comigo Phil. –Falei esfregando os olhos.
-Cara, mas você não
tavam namorando. Me conta isso direito. –Ele pediu e então contei tudo pra ele,
nos mínimos detalhes, cada palavra, expressão, e claro, cada lágrima daquela
discussão.
-E foi isso cara. Eu não
consigo aceitar que eu não vou ligar pra ela e combinar de fazermos alguma
coisa juntos, nos beijarmos e essas coisas. –Falei e Phil veio andando até mim,
colocando uma mão sobre meu ombro.
-Bruno, faz o seguinte,
dá uns dias pra ela pensar, esfriar a cabeça. Eu te entendo cara, sei o que
você sente por ela e que dói, mas a mente dela deve estar a mil com tudo isso
que vem acontecendo entende? Então apenas deixe ela respirar e depois vocês
conversam tudo bem? –Phil disse e eu concordei, secando minhas lágrimas e me
levantando.
-Tudo bem cara, vou
deixar sim. Muito obrigada Phil, de verdade mesmo cara, você me ajudou muito.
–Falei e demos um rápido abraço. Quando estava saindo da porta, Urbana entrou
com as crianças então coloquei meus óculos rapidamente, acenei pra eles e
voltei pra casa.
OFF
***
Naquela tarde eu chorei
uma boa quantidade a mais do que eu estava acostumada a chorar. Eu sentia
calafrios tomarem conta do meu corpo e meu estomago se revirava. Eu havia
ficado nervosa, tão nervosa que acabei vomitando todo o meu café da manha e
quase desmaiei, mas não desmaiei, apenas me levantei ainda chorando, dei
descarga e escovei os dentes.
Depois que acabei a
choradeira, eu tomei um banho e me deitei na cama, encarando o teto e pensando
no que fazer em um sábado a tarde. Meu estomago ainda doía e eu percebi que
estava começando a ficar um pouco quente então sequei meu cabelo e me enrolei
em uma coberta enquanto assistia tevê, esperando que a febre baixasse, mas
infelizmente não foi isso que aconteceu. Resolvi então ligar pra Andréa, pra
ela vir aqui, preciso de uma opinião e de alguém pra conversar.
-Oi, Andréa? –Falei
antes mesmo de ela falar “alo”.
-Sim, tudo bem Ray?
–Disse ela.
-Hmm, na verdade não.
Você ta ocupada?
-Não, estou a toa. Quer
que eu vá até ai?
-Bom, tudo bem. Vou deixar
a porta aberta, estou aqui no quarto.
-Tudo bem, já chego ai.
–Falou e desligamos então tentei me levantar da cama pra fazer um chá, mas meu
corpo estava dolorido e eu optei então, por não levantar. Pensei em tomar algum
remédio, mas resolvi não me medicar sem saber o que eu tenho. Eu tentei
descobrir o motivo de eu ter passado mal sendo que meu café da manhã foi normal
e bebida não poderia ser de jeito nenhum, pois faz muito, mas muito tempo
mesmo, que eu não bebo, já que resolvi que deveria parar um pouco. Estava perdida
nos meus pensamentos quando ouvi uma batidinha na porta do quarto e logo vi
Andréa entrando.
-Oi amiga, vim o mais
rápido que pude, o que aconteceu? –Ele disse vindo até mim e me abraçando.
Assim que ela me abraçou eu me senti a vontade pra chorar em seu ombro. Eu
deveria estar mesmo com cara de quem chorou demais, pois não havia falado nada
e ela já sabia que algo estava errado. –Meu Deus Rachel, você está com febre.
–Disse ela colocando a mão no meu rosto e na minha testa.
-Eu sei, mas não entendo
como. Meu corpo tá dolorido também e eu passei mal agora á pouco. –Falei e ela
ficou me analisando então olhou em volta e voltou seu olhar pra mim.
-Quer que eu ligue pro
Bruno? –Ela disse e na hora meus olhos marejaram então apenas fiz que não com a
cabeça. –O que aconteceu? Fala pra mim Ray.
-Eu não quero mais essa
vida pra ele Dé, ele não merece passar por tudo isso em função dos meus
problemas. –Algumas lágrimas escaparam dos meus olhos e ela compreendeu, já que
havíamos conversado sobre isso inúmeras vezes.
-Eu sei Ray, entendo o
que você quer dizer, mas da mesma forma que você quer protegê-lo, ele também
quer te proteger.
-Mas eu não mereço tudo
isso, sendo que tudo o que eu trouxe a ele foi cansaço e problemas. Não quero
mais ele desperdiçando sua vida comigo. –Falei e ela deitou minha cabeça em seu
colo, soltando um suspiro fundo enquanto afagava meus cabelos.
-Vamos então, deixar o
tempo decidir, deixar vocês dois esfriarem a
cabeça. Tenho certeza de que tudo vai se ajeitar. –Falou e eu apenas acenei
que sim com a cabeça. –Agora, eu sugiro que você troque de roupa pra irmos ao
médico ver o motivo desses sintomas. –Ela falou e eu fiquei pensando por um
momento em recusar, mas se tem uma coisa que não suporto é a ideia de estar
doente e não saber o motivo.
-Tudo bem. –Falei e me
levantei devagar, pegando algumas roupas e indo em direção ao banheiro pra me trocar.
***
-E o meu irmão, onde ele
tá? –Perguntei enquanto dirigíamos até o hospital. Eu havia ligado pro médico
uns minutos antes e avisado que eu iria.
-Ah, ele teve que viajar
a trabalho outra vez, fazem alguns dias já. –Disse ela e logo estacionamos no
hospital então descemos do carro e seguimos em direção à entrada do hospital.
-Oi, eu tenho uma
consulta de emergência marcada com o Dr. McVey. –Falei pra moça da recepção.
-Hmm, Rachel Williams?
–Perguntou ela e eu acenei com a cabeça. –Pode seguir por aquele corredor na
quinta porta a direita. O doutor esta esperando já.
-Tudo bem, muito
obrigada. –Sorri pra ela que sorriu de volta então puxei Andréa pelo braço e
seguimos até onde a moça tinha indicado. Parei em frente a porta e dei duas
batidinhas.
-Pode entrar. –Disse ele
então entramos. –Ah, olá Rachel, pode sentar aqui que já vou te atender. –Disse
ele indicando uma maca então me sentei nela enquanto Andréa ficava em uma
poltrona no canto da sala.
Por algum motivo eu
estava nervosa, mas realmente eu não fazia ideia qual era ele.
-Bom, vamos começar.
Você me disse ao telefone que estava com febre e dores no corpo?
-Sim, e algumas horas
atrás eu passei mal do estomago. –Falei e ele pegou aquela luz e olhou minhas
pupilas, pediu que eu abrisse a boca e examinou minha garganta.
-Bom, pelo que parece
sua garganta tá um pouco irritada, e suas pupilas estão dilatadas um pouco,
então é possível que você esteja desgastada por conta de um pequeno resfriado.
–Disse ele. Bom, não é exatamente por causa do resfriado que estou desgastada,
mas enfim. –Mas por precaução, vou pedir um exame de sangue bem detalhado e um
de urina ok. Pra isso vou precisar que espere mais alguns minutos, já volto.
–Disse ele e saiu.
-Ainda bem que não é
nada sério, tirando o fato de você estar cansada por outros motivos. –Disse
Andréa parando ao meu lado na maca.
-É, mas esse monte de
exames me deixa aflita, parece que eu tenho algum tipo de doença terminal.
–Falei e Andréa riu.
-Ai Rachel, só você
mesmo, mas relaxa, não vai dar nada. –Disse ela segurando minhas mãos então
logo o médico chegou e ela voltou a sentar em seu lugar.
O Doutor me entregou um
pequeno potinho plástico e disse que eu poderia usar o banheiro que havia no
fundo da sala. Ele me deu a opção de trazer a urina outro dia, mas eu preferi
acabar com isso logo então fui no banheiro indicado por ele e em alguns minutos
voltei com o potinho quase cheio. Era meio nojento, mas ignorei e o entreguei o
potinho então logo chegou uma enfermeira e me pediu pra que eu deitasse na
maca, levantou a manga da minha blusa e procurou minha veia, furando em
seguida. Senti uma pequena dorzinha, mas me distraí falando de algum assunto
com a Andréa e quando vi eles já haviam tirado uma boa quantidade de sangue.
-Prontinho, você está
liberada. –Disse a enfermeira colando um daqueles adesivinhos na minha veia. –O
doutor teve outra emergência pra atender, mas ele deixou o telefone e pediu pra
você entrar em contato quando os exames chegarem se houver qualquer duvida.
–Ela me entregou o cartão escrito Dr. Roger McVey com a especialização dele e o
telefone pra contato então sorri.
-Tudo bem, obrigada.
Meus exames chegariam por correspondência e infelizmente demorariam de duas a
três semanas pra ficar prontos.
-Disponha. Só vou
recomendar agora que você se alimente bem pra repor a energia que perdeu com a
retirada de sangue. –Disse ela e eu assenti então Andréa agradeceu e saímos do
hospital, reto em direção a um restaurante de “comida saudável” de acordo com
ela. Ela foi dirigindo já que eu não estava recomendada a dirigir. O único lado
bom dessa ida ao hospital é que eu pude esquecer um pouco dessa minha discussão
com o Bruno, me distraí conversando com a Andréa no restaurante e por mais
milagroso que seja, dei algumas risadas.
Depois de passarmos na
farmácia pra comprarmos o remédio que me foi indicado pro resfriado, fomos pra
minha casa e Andréa bateu o pé, dizendo que não me deixaria sozinha, portanto,
passou a noite ali. Nós conversamos bastante sobre muitas coisas, inclusive
sobre relacionamentos, sobre ela e o Connor e sobre o meu ex “não
relacionamento” com o Bruno.
Eu acabei concluindo que
mesmo que eu nunca chegue a amar o Bruno, ou qualquer outra pessoa, eu posso
dizer que pelo menos por um período da minha vida eu soube o que realmente
significa ser feliz, pois eu não seria ridícula a ponto de dizer que Bruno não
me fez feliz por que fez. Tanto como meu melhor amigo, como meu ficante, e eu
nunca vou me esquecer disso.
***
Bom eu disse que tava meio sono, mas nos próximos vcs vão querer me matar mesmo hahaha Enfim, me digam a opinião de vocês a respeito disso e tals blá blá blá e sinto dizer que estamos chegando na "parte final" da fic infelizmente, pois eu disse que seria uma shortfic. MAS CALMEM, NÃO É A RETA FINAL, APENAS O ÁPICE DE TUDO OK? Vejo vocês outro dia. Quem sabe mais cedo?? Comentem por favoor e amo vocês <3
Quem acha que a Ray tá grávida coloca o dedo aqui que já fechar o abacaxi, não adianta nem chorar, nem fazer pipi... UIBANOIDNOIAS é sério, eu acho que é isso mesmo. E tudo vai mudar quando o Bruno descobrir, e quando ela descobrir, aí meu Deus, tô ansiosa. E mesmo que não seja por isso, tô ansiosa igual IUSBANIODNSAIO amei amei amei <3 e não demora, pfpfpfpf <3
ResponderExcluirEsses exames aí sei não hein :3 hehe
ResponderExcluirA não reta final?! Por favor faz uma segunda temporada? por favor! Espero resposta! :) estava ótimo esse capítulo!: *
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