Oooi amoraas. Voltei com um cap mega pra vocês.
Boa leitura.
***
Um mês se passou e finalmente estou em casa, livre daquele hospital e livre de todos aqueles tubos horríveis que eles colocaram em mim com remédios.
Boa leitura.
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Um mês se passou e finalmente estou em casa, livre daquele hospital e livre de todos aqueles tubos horríveis que eles colocaram em mim com remédios.
Já era março e eu estava
me sentindo bem, mas mesmo assim, ainda não estava totalmente autorizada a
trabalhar e etc.
Enquanto eu estava no
hospital, todos foram me visitar e isso foi um momento muito importante pra
mim, pois à pouco tempo atrás eu era apenas a mulher que pensava que ia morrer
sozinha, e agora, tenho o Bruno, meu pai e meu irmão, e tenho a Andréa. Sem
falar na família do Bruno que sempre me trata muito bem.
-Ray, já comeu? –Bruno
perguntou descendo as escadas da casa dele em direção à sala onde eu estava.
-Não, quer tomar café
comigo?
-Quero sim. Vem cá que
eu te ajudo. –Bruno falou vindo até o sofá e me dando a mão pra levantar. Eu
odiava me sentir impotente, mas eu tinha que aceitar o fato de que meu corpo
estava fraco e talvez ainda demorasse uns meses pra voltar ao normal.
Bruno me levou até a
bancada da cozinha e me colocou sentada enquanto arrumava as coisas pra
tomarmos café, sentando-se de frente pra mim logo em seguida.
Começamos a comer em
silêncio, como tem sido todo santo dia desde que eu saí daquele maldito
hospital. Bruno estava diferente comigo, não exatamente no mal sentido, mas
também não era uma coisa boa.
Ultimamente ele tem
andado muito calado, nossas conversas não passam de poucas coisas, ele não quer
de jeito nenhum tocar no assunto do meu sequestro e de como eles me resgataram,
e eu sinto que ele parece apavorado com algo, bem lá no fundo.
-Terminou o café?
–Perguntou ele me tirando dos meus pensamentos então tomei o ultimo gole de
café que havia na minha xícara.
-Terminei sim. –Falei e
então ele levantou e veio até mim, parou e ficou me encarando. Sua boca fez
menção de falar algo, mas ele logo desistiu e a fechou, como se tivesse algo
que queria falar.
Sua mão seguiu o caminho
até minha testa e seu polegar passou por cima da minha cicatriz, ele fechou os
olhos e respirou fundo, beijando o local em seguida.
-Eu te amo. Desculpa se
não tenho te dado muita atenção ultimamente, é só que, eu tenho tanta coisa
passando pela minha cabeça. –Ele soltou de uma vez só, me encarando com aqueles
olhos profundos.
-E por que não conversa
comigo sobre tudo isso? Quero te ajudar. Sinto falta de você, do meu melhor
amigo que sempre conversava comigo. –Falei e ele balançou a cabeça que não.
-Eu sei... É que, deixa
pra lá. Você tem consulta hoje não tem? –Suspirei em frustração e concordei.
-Hoje é o dia do
ultrassom. –Falei e ele sorriu como um bobo enquanto me levantava da cadeira.
-Vou com você. Vem vamos
tomar um banho. –Falou ele enquanto subíamos as escadas.
Entramos no banho e
tratamos de não demorar muito já que o transito deve estar caótico.
Coloquei uma roupa
confortável e quentinha já que ainda fazia frio lá fora então peguei minha
bolsa e seguimos pro carro onde Bruno ligou uma música enquanto víamos a cidade
passar.
-O que acha que é?
–Bruno perguntou olhando pra mim por um segundo.
-Uma menina.
-Também acho que será
uma menina. –Passei minha mão por seu cabelo e sorri pra ele. –E se ela for
linda como você vou comprar uma arma e ela só vai namorar com 18 anos.
–Terminou ele e eu dei uma risada.
-Ah vai sonhando, se ela
for como eu, quando você estiver pensando que ela tá fazendo algo, ela já vai
ter ido e voltado. –Falei provocando uma gargalhada nele, que balançou a cabeça
e ficou quieto. –Senti falta da sua risada. Você é tão lindo quando está
sorrindo. –Falei e ele suspirou alto.
Não deu tempo dele responder nada, pois havíamos chego no hospital então ele estacionou e descemos do carro.
Não deu tempo dele responder nada, pois havíamos chego no hospital então ele estacionou e descemos do carro.
Bruno pegou na minha mão
e caminhamos pra dentro do hospital, até a recepção.
Na verdade eu acho que o
Bruno anda exagerando, pois embora eu esteja um pouco fraca, eu consigo andar
muito bem ainda, só quando fico muito tempo parada que travo um pouco, mas
talvez seja só o jeito dele de mostrar algum afeto.
Nos apresentamos na
recepção dizendo que tínhamos hora marcada com o Dr. McVey e a moça logo chamou
uma enfermeira pra nos acompanhar até a sala dele.
-Dr. McVey, a senhorita
Williams está aqui. –Ela disse e pediu que entrássemos, se retirando em
seguida.
-Olá Rachel. –Disse ele
entendendo a mão pra me cumprimentar. –Olá Peter. Como estão? –Perguntou
cumprimentando o Bruno e fazendo menção pra que nos sentássemos.
-Estamos bem doutor.
–Falei olhando de canto pro Bruno que estava distraído com algo.
-Que ótimo. Bom, vamos
começar? –Falou ele e eu concordei. –Deite-se na maca, por favor, e levante sua
camiseta até a altura dos seios. –Ele disse e Bruno deu uma olhada meio torta
pra ele. Eu conhecia aquele olhar, era ciúmes, mas por favor, agora não.
Bruno logo tratou de
chegar mais perto de mim e segurar minha mão, me fazendo sorrir. Enquanto
espalhava o gel pela minha barriga, o doutor foi fazendo perguntas sobre minha
alimentação, repouso, se tenho praticado alguma atividade leve e coisas do
tipo.
-Bom, agora vamos ver
esse bebezão. –Ele disse pegando o aparelho e passando pela minha barriga. –O
que vocês querem que seja?
-Menina. –Respondemos eu
e Bruno juntos.
Nos minutos seguintes o
doutor apenas olhava pra maquina, mexia o aparelho e apertava botões. Aquilo já
estava me deixando apreensiva e eu olhava pro Bruno hora ou outra que me dava
um olhar de “tudo vai dar certo”.
-E então doutor?
–Perguntei mordendo os lábios.
-Aparentemente está tudo
bem com a filha de vocês.
-Ufa que bom, já pensei
que tin... PERAI, VOCÊ DISSE FILHA? –Falei eufórica.
-Isso mesmo, podem
comemorar, sua menininha esta a caminho. –Ele disse e lágrimas caíram dos meus
olhos.
-Bruno, vamos ter uma
princesinha. –Olhei pra ele que sorriu pra mim e me beijou.
-Eu sabia, nossa
menininha forte igual á mãe, parabéns minha linda. –Ele disse no meu ouvido.
***
Assim que chegamos em
casa, eu larguei minha bolsa no quarto do Bruno e desci as escadas bem devagar.
Minha felicidade estava a mil e eu mal podia esperar pra contar pra todos.
-Hey, deveria ter me
chamado pra te ajudar, não quero que desça as escadas sozinha. –Ele disse
colocando meu braço ao redor do seu pescoço e me ajudando o resto dos degraus.
-Tá tudo bem Bru, eu to
conseguindo. –Falei e ele não disse nada então reparei que ele estava arrumado.
–Aonde vai?
-Ah, esqueci de te
avisar, vou pro estúdio, mas não vou demorar. Quer que eu te traga algo quando
estiver voltando? –Pediu ele.
-Não tudo bem. –Falei e
ele sentou ao meu lado no sofá.
-Te amo, qualquer coisa
me liga ou manda mensagem tá? –Ele disse me dando um beijo enquanto acariciava
meu rosto.
-Pode deixar. Também te
amo.
-É tão bom ouvir você
dizendo isso. –Ele disse e eu sorri. –Tchau minha princesinha, papai volta logo
viu. Não enlouquece a mamãe. –Ele se abaixou e deu beijos na minha barriga
pequena ainda.
Em seguida ele saiu pela
porta e eu fique ali sozinha então liguei a TV e tentei assistir algo, mas meus
pensamentos estavam longe. Eu não conseguia entender o que o Bruno tinha. Só de
lembrar de como ele tem sido diferente esses dias me faz querer chorar.
Ouvi a campainha tocando
e demorei um pouco pra levantar e chegar até a porta, ainda limpando algumas
lágrimas que escorreram.
-Oi pai, tudo bem?
–Perguntei vendo ele ali na porta.
-Tudo sim, só senti
saudades. Me dá um abraço. –Ele pediu e eu o abracei.
-Vem entra. –Falei
abrindo espaço pra ele entrar.
-Então, tudo bem com
você? Cadê o Bruno?
-Tá no estúdio. Tudo sim
pai. –Suspirei fundo.
-Hey, sei que tem algo
te incomodando. Conta pra mim. –Ele pediu e eu resolvi falar. Talvez ele tenha
um bom conselho.
- Sabe pai, o Bruno tem
agido diferente comigo desde que saí do hospital. Nós não conversamos como
conversávamos antigamente e ele não fala de jeito nenhum sobre o que aconteceu
no barracão. Eu sinto falta dele. Quero meu Bruno de volta. –Falei já deixando
algumas lágrimas descerem pelo meu rosto outra vez.
-Ah meu amor vem cá. Não
fica assim. –Ele disse me abraçando. – O que aconteceu Ray, é que agora ele
está traumatizado. Ele sofreu demais com tudo isso.
-Mas eu não entendo pai,
ele poderia simplesmente sentar e se abrir comigo, eu preciso que ele fale.
-Não é tão simples assim
meu amor. Imagine-se na situação dele. Ele entrou na sua casa aquela noite e
havia sangue por todo o chão, você estava desaparecida e mais cedo mandou uma
mensagem dizendo que precisava falar com ele. Então ele te encontrou no
barracão toda machucada e ficou cara a cara com o pior pesadelo da sua vida,
com o homem que arruinou sua adolescência. E ainda depois, ele precisou encarar
a situação de te ver toda enfaixada e impossibilitada em coma durante quase
dois meses, sabendo que você estava com um filho dele na barriga. Imagine-se
nessa situação. Ele passou noites e noites naquele hospital Rachel e muitas
vezes teve que vir embora forçado então acho que ele só precisa de um tempo pra
amenizar tudo isso. –Tudo o que meu pai falou me acertou em cheio. Era verdade,
Bruno estava traumatizado, pois ele tomou toda a minha dor pra tentar me deixar
melhor.
-Meu Deus pai, eu não
tinha pensado desse jeito. Eu sou uma egoísta mesmo, não enxergo as coisas.
–Falei abraçando-o e chorando mais.
-Não Ray, não é assim.
Vocês dois sofreram demais e agora estão se recuperando juntos, e essa criança
vai ser a maior força de vocês. E se aceita minha ideia, acho que deveriam
fazer uma viagem. Sair de Los Angeles, ficar uns dias longe de tudo isso, só
vocês. –Assim que ele disse isso, eu me lembrei da nossa viajem pra Veneza, que
Bruno me deu de aniversário. Ela pode ser marcada ainda.
-Tudo bem pai, obrigada,
vou fazer isso mesmo. Acho que quando ele chegar vou conversar com ele. –Falei e
ele secou minhas lágrimas e sorriu.
-Isso minha filha, agora
se acalme por favor, não queremos que nada aconteça com essa criança. –Ele
disse repousando a mão sobre minha barriga e eu me lembrei que não havia
contado a ninguém sobre a consulta de hoje a tarde.
-E falando nisso pai,
acho que o senhor deveria dar oi pra sua netinha. –Falei e os olhos dele se
arregalaram.
-Ray, isso é sério?
–Perguntou ele todo bobo.
-Sim pai, descobrimos
hoje à tarde. –Falei e ele me abraçou.
-Parabéns filha, estou
feliz que vou ter o Bruno e o Connor pra me ajudar a cuidar dela, pois se ela
puxar a você. –Ele disse e eu ri. Exatamente o que o Bruno me falou hoje à
tarde.
Eu e meu pai conversamos
mais um pouco sobre a bebê, e eu disse que deixaria pra escolher o nome dela
com o Bruno, já que se eu não o fizesse era capaz dele me dizimar, então depois
ele foi pra casa já que teria que trabalhar bem cedo no outro dia.
Olhei no relógio e eram
dez da noite então peguei uma maçã na cozinha e subi pro quarto, tomei um banho
com certa dificuldade e deitei na cama enquanto mexia um pouco no celular então
logo ouço barulho da porta e Bruno chamando.
-Ray cheguei.
-To aqui em cima.
–Gritei pra ele e logo ouvi seus passos subindo a escada, pisando com força
então Bruno entrou no quarto e se jogou na cama, fechando os olhos. –Cansado?
–Perguntei me deitando ao lado dele e fazendo carinho no seu pescoço.
-Um pouco. –Ele
resmungou e eu beijei seus lábios.
Bruno gostou da ideia e
logo colocou sua mão por baixo da minha blusa do pijama então parei e olhei pra
ele. –Preciso de você Ray. –Ele disse subindo sua mão até meus seios
descobertos e acariciando meus mamilos de leve.
-Eu também preciso de
você Bruno. –Falei me sentando sobre a cintura dele enquanto nos beijávamos.
Tirei minha blusa do
pijama e Bruno agarrou meus peitos com vontade, fazendo gemidos escaparem da
minha boca então me virou e ficou por cima dessa vez, tirando sua calça jeans
junto com a cueca e sua camiseta.
-Acho que você não
precisa disso. –Ele falou puxando minha calça e calcinha de uma vez só então
voltou a me beijar enquanto sua mão fazia o caminho até o meio dar minhas
pernas, acariciando com vontade.
-Bruno... Eu... Não
hm... Isso. –Eu dizia sem saber realmente o que queria dizer.
Bruno logo tirou suas mãos
dali e então se posicionou no meio das minhas pernas, introduzindo-se em mim
devagar.
-Se estiver
desconfortável você me diz viu. –Ele disse movendo-se dentro de mim enquanto
sua boca beijava ora meus peitos, ora minha boca. Ele sabia como me deixar doida.
Logo ele aumentou a
velocidade, indo cada vez mais fundo enquanto ambos soltavam suspiros pesados e
grunhidos.
-Eu to chegando. –Falei
pra ele que foi mais rápido, me fazendo gozar em seguida e me fechar ao redor
do seu membro.
-Ah Rachel. –Ele falou
alto quando também chegou, caindo em seguida ao meu lado. –Eu te amo Ray, nunca
duvide disso. –Ele falou me puxando mais perto dele e nos cobrindo.
-Eu também te amo.
–Falei agarrando seu pescoço e me aninhando por ali, ouvindo ele respirar cada
vez mais calmamente.
Em poucos segundos, me
senti apagando em seus braços num sono profundo.
***
Espero que tenham gostado meninas.
Eu tenho reparado que o numero de cometários diminuiu tipo, demais, e isso me deixa muito triste, pois mesmo estando sem tempo eu venho aqui e tento fazer meu melhor pra vocês.
Bom, até a próxima, beijos.
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Espero que tenham gostado meninas.
Eu tenho reparado que o numero de cometários diminuiu tipo, demais, e isso me deixa muito triste, pois mesmo estando sem tempo eu venho aqui e tento fazer meu melhor pra vocês.
Bom, até a próxima, beijos.


Ufaa, já estava com saudade hehe' . Ahh, esses dois <3 , graças a Deus tudo deu certo.
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